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sábado, 21 de março de 2015

Falando sobre a Semana Santa com as Crianças da Catequese

"Eu vim para servir."

 Após a acolhida e oração inicial, sem aprofundar muito, pois as crianças estão iniciando agora na catequese, expliquei sobre o que é a Páscoa e como tudo começou. Contei-lhes que na noite antes de sair do Egito, o povo fez uma refeição para festejar o grande acontecimento: a libertação da escravidão. E daí em diante, todos os anos, o povo de Deus comemora esse acontecimento com uma refeição igual a que eles fizeram na saída do Egito. Jesus também participou da festa da Páscoa dos judeus. Jesus queria que as festas tivessem a alegria e a liberdade de filhos de Deus.






Contei brevemente, com minhas palavras, tudo que ocorreu naqueles dias, certamente inspirada pelo Espírito Santo. A seguir,  passei a ler os textos bíblicos que falam da entrada de Jesus em Jerusalém e também de sua continuidade até chegar à Quinta-Feira Santa, onde Ele instituiu a Eucaristia. 

Um catequizando, representando Jesus, passou entre os coleguinhas e esses, por sua vez, foram jogando seus mantos no chão para Jesus passar com o jumentinho (fotos 1 a 10). Expliquei para as crianças este momento, da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém...

A seguir, fizemos uma encenação do lava-pés, recordando o gesto de Jesus com seus apóstolos, como se costuma fazer também na Semana Santa. Iniciei lavando os pés da primeira criança e esta lavou os pés da próxima e assim por diante, uns lavando os pés do outro, até percorrer toda a roda (fotos 11 a 30). 

Momento seguinte, ressaltei as duas coisas mais importantes que aconteceram na última Ceia de Cristo com seus discípulos: Jesus lavou os pés de seus amigos, mostrando que veio para servir a todos e pedindo que eles também vivessem para servir. Era o novo mandamento de Cristo: Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei. Depois Jesus abençoou o pão e vinho e repartiu com eles. Estava instituindo um sacramento, ou seja, um sinal sagrado, que chamamos hoje de Eucaristia ou Comunhão.

Falei um pouco sobre a Sexta-Feira Santa, sobre o Sábado Santo e o Domingo de Páscoa (foi tema da semana passada, mas vou voltar ao assunto no próximo encontro).

Um momento que me emocionou muito, foi quando peguei a cruz e disse-lhes que falassem com Jesus, no silêncio de seus corações. Pedi que passassem a cruz de mão em mão, para que eles pudessem observar de perto o "sofrimento de amor" de Jesus por nós. Observei que cada um segurou a cruz com muito carinho e, com os olhinhos fechados fizeram as suas preces (fotos 31 a 36). Depois de todos conversarem com Jesus, fizemos a oração do Pai-Nosso.

Depois li novamente o texto que fala a respeito da Instituição da Eucaristia, desta vez bem devagar. Tomamos o suco e depois repartimos o pão, passando uns para os outros (fotos 37 a 44). Vimos que este Sacramento foi o próprio Jesus que determinou que fizéssemos: O Corpo e o Sangue sacramentados no pão e no vinho.

Em seguida, levantei a cruz e disse: "Cristo ressuscitou! Ele morreu... mas RESSUSCITOU... Cristo é o nosso Senhor!" Expliquei que o importante na Páscoa é isso. Os ovos ficam ficam em segundo plano.

Finalizando, fiz perguntas sobre o encontro, provocando-os. Todos responderam todas as perguntas, corretamente. E por isso, por eles terem se comportado bem e prestado atenção nos temas do encontro, todos ganharam bombons.

Acalmei a turma para rezar. Ficamos um instante em silêncio para agradecer a Jesus pelos seus ensinamentos. De mãos erguidas, rezamos: "Muito obrigado, ó Jesus, por todas as coisas que o Senhor nos ensinou. Muito obrigado, por nos ensinar a amar e servir aos irmãos, vivendo unidos a todos e tratando a todos com bondade. Venha nos ajudar a praticar todos esses ensinamentos. Amém!"
ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO:


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quarta-feira, 11 de março de 2015

Por que Jesus nos comparou com as ovelhas?



"Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas; e elas me conhecem." 
(João 10,14) 

No nosso encontro de sábado, falei com as crianças sobre o amor de Jesus. Contei-lhes a parábola do Bom Pastor. Pedi que eles pesquisassem durante a semana sobre as ovelhas, dizendo-lhes que faria o mesmo. Copiei da internet o texto abaixo, cujas explicações foram as melhores que encontrei.

Agora entendo melhor por que Jesus nos comparou com as ovelhas... rs


A OVELHA E OS HOMENS


Características da ovelha:

A ovelha é um animal bastante ingênuo e tolo. Ela não sabe discernir a erva boa para comer da erva venenosa, por isso o pastor tem que ir na frente preparar a pastagem com cuidado, retirando aquelas que podem envenená-la. 

A ovelha é um animal muito medroso e basta que ela não sinta o cheiro do pastor para que fique trêmula de medo e no auge do medo pode sair correndo do aprisco e se torna presa fácil dos predadores. Quando a ovelha sente a chegada do lobo fica apavorada e não sabe como se defender, e é devorada facilmente por ele.

A ovelha é muito sensível à perturbação das moscas que ficam rodeando a sua cabeça o tempo todo e acaba ficando desnorteada. Balança a cabeça de um lado para o outro tentando fugir do assédio dos insetos (o que a faz emagrecer); e vendo que não consegue se livrar dos insetos, sai correndo sem direção. Quando uma ovelha corre, a outra fica apavorada e vai atrás. É preciso que o pastor molhe a cabeça dela com óleo para afastar os mosquitos.

A ovelha come o dia inteiro e de noite está com o estômago muito cheio. O maior órgão que a ovelha possui é o estômago, que toma conta da maior parte da caixa torácica. Durante a noite elas gostam de brincar de dar cabeçadas umas nas outras e normalmente caem no chão com as patas para cima e depois não conseguem se levantar sozinhas, pois a lã dificulta que ela se levante. Se a ovelha não for erguida dentro de uma hora, ela morrerá asfixiada, pois o estômago comprimirá apertará o seu pulmão, por isso o pastor precisa durante a noite andar no meio das ovelhas levantando as ovelhas caídas.

Para corrigir e acudir a ovelha, o pastor dispõe de dois instrumentos: A VARA E O CAJADO. A vara é comprida e a ponta dela parece um ponto de interrogação, um gancho. Com a vara o pastor laça a ovelha pelo pescoço porque, por ter muita lã, está constantemente se enroscando em espinheiros. O CAJADO muitas vezes é usado para evitar que a ovelha vá aonde não lhe é permitido. Quando a ovelha vai desgarrando ou quando se mete na briga com outra velha, o pastor joga o cajado para assustar a ovelha, mas por vezes ele tem de acertá-la, e com a bordoada a ovelha cai tonta pela pancada que recebeu.

A ovelha é totalmente dependente do pastor, pois precisa dele para se alimentar, beber água e se defender dos predadores e ladrões. Ela não sabe se defender. Se perceber o perigo fica toda trêmula de medo, basta que ela sinta falta do pastor para que o medo tome conta dela.

A ovelha conhece a voz do pastor. Não se consegue conduzir as ovelhas como é feito com o gado, que basta soltá-lo e ir gritando atrás, conduzindo-o aonde ele tem que ir. A ovelha é diferente. Ela segue o pastor e de nada adianta ir gritando atrás da ovelha para ela seguir o caminho. É preciso que o pastor vá a frente e mostre o caminho que ela deve seguir.


ISTAMBUL, Turquia - A primeira ovelha saltou para a morte. Em seguida, pastores turcos estarrecidos, que haviam deixado o rebanho pastando enquanto tomavam seu café da manhã, assistiram enquanto outros 1.500 animais seguiram o primeiro, todos saltando o mesmo penhasco, informou a mídia turca nesta sexta-feira.

Ao final, 450 animais mortos jaziam uns sobre os outros em uma grande pilha branca, afirmou o jornal Aksam. As ovelhas que tentaram pular depois foram salvas conforme a pilha aumentava, amortecendo a queda, reportou o Aksam. "Não há nada que possamos fazer. Foram todas desperdiçadas," teria dito, segundo o jornal, Nezvat Bayhan, um membro de uma das 26 famílias cujas ovelhas estavam pastando juntas no rebanho.

O prejuízo estimado das famílias na cidade de Gevas, localizada na província de Van, no leste do país, chega a US$ 100.000 (84.000 euros), um significativo volume de dinheiro em um país onde o produto interno bruto médio per capita fica na casa dos US$ 2.700 (2.268 euros). "Cada família tem um média de 20 ovelhas," disse outro morador, Abdullah Hazar, segundo o Aksam. "Mas agora apenas algumas famílias tem ovelhas sobrando.

O LOBO QUE QUERIA SER OVELHA

Você já ouviu a história do lobo que queria ser ovelha? Sua cabeça lhe dizia que devia viver como ovelha porque esse era o melhor estilo de vida, mas sua natureza era de lobo e queria constantemente fazer o que os lobos fazem.

Aí um dia ele vestiu-se de ovelha e passou a viver com as ovelhas, quando elas se distraiam o lobo se afastava e vivia como lobo. Depois voltava, tomava a roupa de ovelha e continuava a viver com elas. Que tragédia! Você não acha?

Aquele lobo nunca poderia ser feliz sendo lobo e tentando viver como ovelha. Era necessário um milagre: O milagre da conversão. Ele precisava ser convertido de lobo em ovelha.

Por Cristiano Netto



domingo, 8 de março de 2015

"Eu dou a vida pelas minhas ovelhas."





Objetivos:
  • Perceber que Jesus cuida de nós em todos os momentos de nossa vida.
  • Entender que Jesus, o Bom Pastor, cuida de suas ovelhas e não quer que nenhuma se perca e corra perigos.

Ambiente:
  • Imagem do Bom Pastor, bíblia, vela e flores




Recursos:
  • Desenhar uma ovelha, em papel sulfite, para o catequista e para cada um dos catequizandos.
  • Máscara com desenho de ovelha para cada um dos catequizandos.



1. Acolhida
  • Preparar bem o ambiente. Acolher a turma com simpatia. Cantar a música nº 2 do CD do Livro Seguindo Jesus, do Pe. Orione Silva.
  • Fazer silêncio, criando clima de oração. Começar a oração inicial fazendo o sinal-da-cruz: "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!"
  • Explique que esse sinal é uma lembrança da cruz de Cristo, sinal de seu amor por nós, e uma recordação da presença de Deus em nosso coração.
  • Convidar a turma para erguer os braços ao céu e rezar: Ó Bom Jesus, venha nos ajudar com sua presença, com sua amizade. Seu amor nos alegra e nos dá força. Por isso, Jesus, nós pedimos que o Senhor fique conosco e nos dê sua bênção e seu amor. Amém!

2. Motivação

  • Recordar o encontro anterior, relembrando as palavras principais que aparecem no texto: João Batista, Elias, Profetas, Cristo. Explicar também porque pensavam que Jesus era um destes.
  • O termo Cristo é a tradução do termo messias. Messias significa ungido. Eram ungidos com óleo os homens a quem Deus confiava uma missão ou tarefa especial em relação ao seu povo (ver aprofundamento no final da página). 
  • Expor as imagens de Jesus trazidas: destacar suas características e compará-las.
  • Perguntar se alguém teve a experiência de ter um irmão ou irmã, como é o cuidado da mãe com o bebê. porque a mãe deixa tudo para cuidar primeiramente do bebê, porque um bebê precisa de cuidado e atenção... (se ninguém teve a experiência de ter um irmão, fazer apenas as perguntas referentes à relação mãe e bebê). Uma mãe cuida mais do bebê do que os outros porque naquele momento ele é indefeso, não sabe se cuidar, precisa da mãe para sobreviver. A mãe o carrega no colo, não o deixa desamparado. O bebê não dá nada em troca, o amor da mãe é gratuito.
  • Hoje nós vamos conhecer uma bela parábola de Jesus. Parábolas são histórias que Jesus contava, para ensinar ao povo coisas importantes. Em vez de fala para a vida. Assim, vamos fazer também nós. Hoje vamos ouvir a parábola do bom pastor.

 3. História:  Jo 10, 1-15 e Lc 15, 1-7

Certa vez, Jesus disse ao povo: "Eu sou o bom pastor, vocês são minhas ovelhas". Como o povo não entendesse direito por que Jesus falava isso, ele resolveu contar uma história.


Era uma vez um pastor que possuía cem ovelhas. Ele gostava de seu rebanho e tinha enorme carinho por todas as ovelhas. Conhecia cada uma pelo nome e cuidava de todas com a maior dedicação. As ovelhas estavam acostumadas com o seu pastor. Conheciam sua voz. Quando o pastor chamava, elas logo o seguiam. E o pastor conduzia as ovelhas para o campo, dava alimento, água e tudo o que era necessário para elas ficarem fortes e sadias. À noite,o pastor recolhia suas ovelhas e as guardava no curral, em local bem protegido.


Havia também na redondeza um homem mal-intencionado. Esse homem vivia querendo roubar as ovelhas do pastor. Ele não tinha carinho pelas ovelhas. Só estava interessado em roubá-las e vendê-las ou, quem sabe, até matá-las. Esse homem estranho, às vezes vinha de noite e ficava rodeando o curral, chamando pelas ovelhas. Mas elas sabiam que aquela voz não era a do pastor. E não atendiam seu chamado. Era um perigo. Mas as ovelhas eram inteligentes e não seguiam o homem estranho. Só seguiam o pastor.


Havia também, naquelas terras, um lobo feroz e faminto. Quando o pastor saía para o campo com as ovelhas, o lobo ficava de longe, olhando interessado. Escondia-se atrás da moita e ficava vigiando o rebanho, de orelha em pé, esperando o momento em que o pastor se distraísse para pegar alguma ovelha para o seu jantar. Mas o pastor, que era cuidadoso, nunca se distraía. Ele dava a vida pelas ovelhas, se preciso fosse.


Um dia, porém, ao cair da tarde, quando guardava as ovelhas no curral, chamando-as pelo nome, o bom pastor percebeu que estava faltando uma ovelha. Só noventa e nove ovelhas haviam voltado do campo. O pastor, então, ficou preocupado: “Onde estaria aquela ovelha? O que teria acontecido com ela?”


Algumas pessoas, vendo a preocupação do pastor, lhe disseram: “Não fique assim tão preocupado. Afinal, noventa e nove ovelhas já estão no curral. Só uma se perdeu. Não se  incomode tanto por causa de uma ovelha só. Afinal, uma ovelha nem vale tanto assim.” Outros diziam: “Já é tarde e a noite não tarda a cair. Vá dormir e amanhã você verá o que aconteceu com essa ovelha”.


Mas o pastor não podia se conformar. Ele conhecia e amava a ovelha que havia se perdido. Então, encheu-se de coragem e tomou uma decisão. Guardou as noventa e nove no curral e saiu pelos campos procurando a ovelha perdida. Pensava consigo: “Não posso deixar para amanhã! E se a ovelha estiver machucada? E se o lobo vier à noite? E se ela tiver sido roubada?” Assim pensativo, o pastor aflito começou a percorrer os campos. Subiu as encostas, entrou nas florestas, desceu os vales, olhou para todos os lados.


Já era quase de noite quando o pastor ouviu um barulho. Foi correndo na direção e – que alegria! – era sua ovelha perdida. Estava caída em um buraco, indefesa e com medo. O pastor se encheu de felicidade: havia encontrado a ovelha perdida.


Depressa, retirou-a daquele buraco, colocou-a no ombro e voltou para casa radiante de alegria. Ao chegar à sua casa, colocou sua ovelha num lugar seguro, junto das outras. Tratou dela e fez curativo em seu machucado. E foi correndo contar a notícia aos amigos, dizendo: “Alegrem-se comigo! Encontrei a minha ovelha perdida”. Todos, então, se alegraram junto com aquele bom pastor.


E Jesus concluiu: “Eu sou o bom pastor. Vocês são minhas ovelhas. Eu cuido de vocês até mais do que aquele pastor cuidava de suas ovelhas. Perto de mim vocês estão protegidos. Sou capaz até de dar minha vida para salvar vocês. Cada pessoa, para mim, tem muito valor, pois cada um é especial”.


E as pessoas entenderam o amor que Jesus sentia por elas.


Partilha:
  • Quem é o nosso bom pastor?
  • Por que Jesus contou a parábola do bom pastor? O que ele queria que o povo entendesse?
  • Como o bom pastor cuidava de suas ovelhas?
  • Quais os perigos que cercavam as ovelhas da história?
  • Quem defendia as ovelhas dos perigos?
  • Como o pastor agiu, quando uma ovelha se perdeu?
  • Jesus disse que nós somos suas ovelhas e ele é nosso bom pastor. Que significa ser ovelha de Jesus?

Conclusão
A parábola do bom pastor nos ensina como Jesus é carinhoso com todas as pessoas. Do mesmo modo que o bom pastor cuidava de suas ovelhas, Jesus cuida de nós. Ele se preocupa com cada um de nós, pois cada um é muito importante para ele. Ele sabe dos perigos que nos cercam e nos convida a viver unidos, como ovelhas de seu rebanho. Vivendo com Jesus, estaremos sempre protegidos por seu amor infinito. Essa é a vantagem de ser ovelha de Jesus.

4. Atividade
  • Colocar no quadro um desenho de Jesus – o bom pastor.
  • Repartir com as crianças ovelhinhas recortadas em papel. Pedir que cada uma escreva o seu nome na ovelhinha. Se quiser, colorir as ovelhas.
  • Depois, colar as ovelhinhas no quadro, em volta do bom pastor. Enquanto isso, cantar a música nº 2 do CD do Livro Seguindo Jesus, do Padre Orione.


  • Depois de colar as ovelhinhas no cartaz, para incrementar, sugerimos fazer uma máscara de ovelha para cada criança. É só desenhar uma cara de ovelha, em tamanho maior, e amarrá-la com barbante em volta da cabeça de cada criança.
  • Todos de máscaras,  brincar de roda. Faz-se uma roda, enquanto se canta a música nº 2. No lugar da palavra “amigo”, chamar cada criança pelo nome. A criança chamada entra na roda e vai-se formando uma roda dentro da outra.
  • Cantar até que todos sejam chamados e a roda de fora se extinga, ficando apenas uma grande roda.

Conclusão

Fazemos parte da família de Jesus. Ele nos ama e, por isso, cuida de nós, como um pastor que cuida de suas ovelhas. E vamos deixar Jesus nos guiar. Ele sabe o que é bom para nós. Vamos fazer como as ovelhas que não ouvem a voz dos estranhos. E vamos ficar firmes e unidos em volta de nosso pastor que é Jesus, ouvindo e seguindo os seus ensinamentos.

  • Resolver as atividades das folhas (no final da página).



5. Oração Final e Encerramento


  • Acalmar as crianças para a oração. Repetir: “Ó Jesus, o Senhor é o nosso bom pastor. O Senhor nos ama e cuida de nós. Nós somos suas ovelhas e precisamos de sua proteção. Venha ficar conosco, Jesus. Queremos viver sempre juntos do Senhor. Amém!”
  • Motivar as crianças para o próximo encontro.



Aprofundamento para o(a) catequista:

  • O termo "Cristo" é a tradução do termo "messias" que significa "ungido". Eram ungidos com óleo os homens a quem Deus confiava uma missão ou tarefa especial em relação ao seu povo. O rei era considerado um "messias" porque se acreditava que através dele Deus iria salvar o seu povo. Um dos reis mais importantes foi o rei Davi, por isso o povo pensava que sua salvação iria vir através de um descendente de Davi que o libertaria de toda a opressão, derrubando os inimigos. Jesus é o messias esperado, mas não como o povo imaginava, pois eles queriam um "messias" que os salvasse do poder do império romano que dominava na época. Pedro reconhece  Jesus como "Cristo", mas Jesus o proíbe de anunciar isto para os outros. Jesus agiu desse modo para que o povo entendesse primeiro de que maneira ele era o Messias, pois todos esperavam que Jesus fosse um Messias com poder e autoridade. Ele era, ao invés, um Messias que não vinha sentar-se no trono e nem era um comandante de exército.
  • João Batista é um homem de Deus. Ele anuncia ao povo que a vinda do Messias está próxima, por isso é preciso que o povo converta o coração e mude de vida. E como sinal da conversão João dizia que era necessário o batismo para que Deus perdoasse os pecados. O povo confunde João Batista com Jesus, porém os dois são bem diferentes. João anuncia a vinda da salvação e seu batismo é sinal da conversão, da mudança de vida, mas não realiza a salvação. Jesus traz a salvação porque ele é o salvador.
  • Elias viveu muitos anos antes de Jesus. Elias foi o maior profeta para o povo judeu porque ele era um homem extremamente obediente a Deus e tinha uma grande fé. Ele realizou alguns feitos grandiosos: profetizou ao rei Acab uma seca de três anos; foi alimentado por corvos, durante toda a sua permanência naquele local isolado; multiplicação a farinha e o azeite da viúva de Sarepta; ressuscitou o filho da viúva; caiu fogo dos céus e Elias orou para que chovesse etc ... Jesus também realizou muitos milagres, era obediente a Deus, mas era mais do que um profeta.
  • Os profetas apareceram nos momentos mais difíceis da história do povo da Bíblia: quando foram surgindo a monarquia, os reis e a falsa religião a serviço do poder dominante. A partir da experiência vivida pelo profeta ele anuncia o amor de Deus apelando à conversão e denuncia o mal e a infidelidade do povo.


CATEQUIZANDO(A) : _____________________ DATA: ____/____/2015

                                                                     
                          
A T I V I D A D E S

       


1. O que estou vendo no desenho acima?

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2. Para refletir:


a) Como o bom pastor cuidava de suas ovelhas?

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b) As ovelhas corriam algum perigo?

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c) O que poderia acontecer com a ovelha que se perdeu?


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d) Por que o bom pastor vai atrás da ovelha que se perdeu?

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e) Jesus é o nosso bom pastor e nós somos suas ovelhas. O que isto significa para nós?

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3. Desenhar os perigos que corremos hoje que nos afastam de Jesus.





























4. Salmo 23

Pelos prados e campinas verdejantes eu vou
É o Senhor que me leva a descansar
Junto às fontes de águas puras repousantes eu vou
Minhas forças o Senhor vai animar

Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará
Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará (nada faltará).

Nos caminhos mais seguros junto d’Ele eu vou
E pra sempre o Seu nome eu honrarei
Se eu encontro mil abismos nos caminhos eu vou
Segurança  sempre  tenho em suas mãos.

Ao banquete em sua casa muito alegre eu vou
Um lugar em Sua mesa me preparou
Ele unge minha fronte e me faz ser feliz
E transborda a minha taça em Seu amor

Com alegria e esperança caminhando eu vou
Minha vida está sempre em suas mãos
E na casa do Senhor eu irei habitar
E este canto para sempre irei cantar.


5. Ilustre ao lado do Salmo a frase que você mais gostou.

6. Pergunte aos pais ou responsáveis o que eles entendem pela frase “Tu és, Senhor, o meu pastor, por isso nada em minha vida faltará” e partilhe no próximo encontro.

7. Compromisso: ir ao encontro de uma pessoa idosa que precisa de atenção e carinho. Prepare com antecedência um cartãozinho para ela. Dê um abraço nela com o mesmo carinho que Jesus tem com suas ovelhas.

8. Trazer no próximo encontro gravetos encontrados no chão e barbante.





ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO DE HOJE: