...

...
...
Mostrando postagens com marcador Sacramentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sacramentos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Sacramento do Matrimônio

 



Iniciamos o nosso encontro com o Sinal da Cruz. Depois fizemos orações espontâneas, entregando a nossa vida a Deus e dizendo a ele que queremos viver na sua presença.

Terminada a oração, fizemos uma breve lembrança de tudo que já aprendemos sobre os Sacramentos.
Depois pedi as crianças que observassem o cenário que montamos e me dissessem o que mais chama a atenção nas fotos que viam e por quê.

Destacaram a aliança de casamento e lembraram de um encontro em que falamos sobre a Aliança que Deus fez com o seu povo, uma aliança de amor e fidelidade.
Dei um tempo para que falassem e anunciei o tema do nosso encontro:

Continuando a reflexão sobre os Sacramentos da Comunhão, hoje vamos conversar sobre o Sacramento do Matrimônio, o sacramento que forma a família - igreja doméstica. Como vivem as famílias hoje?

Vivemos num tempo em que as famílias se formam das maneiras mais originais possíveis: às vezes depois de uma aventura entre adolescentes, outras vezes após crises com violência, outras ainda com irmãos de pais diferentes.

E a família de vocês como nasceu? Seus pais já falaram alguma coisa sobre como se conheceram? É sobre como vocês foram acolhidos nesta família? (Dei um tempo para conversa).

Hoje vamos conhecer mais sobre esse Sacramento muito especial: o Matrimônio. Pelo Matrimônio, Deus se faz presente em nossa família, trazendo paz e união ao nosso lar. Mas o Matrimônio, para garantir a presença de Deus, precisa ser vivido na fé.

A decisão de se casar é formar uma família é um momento de grande importância na vida da pessoa de fé. Ela está dando um passo decisivo para construir aquele que será o grande tesouro de sua vida, pois a família é um tesouro de valor incalculável. Por isso, a Igreja convida seus fiéis não se unir de qualquer jeito, mas a celebrar o casamento como um verdadeiro sacramento, um mistério de amor.

Vamos ouvir agora um texto em que Jesus estava num casamento, junto com Maria, sua mãe.

Leitura: João 2,1-11

Depois de partilharmos e compreendermos a passagem bíblica, concluí:

Pelo Sacramento do Matrimônio, os noivos se consagram um ao outro e se prometem fidelidade e cuidado. Eles se unem e passam a ser uma só carne, ou seja, a vida deles se funde no compromisso de um amar o outro sem limites, até o fim. Isso não é nada fácil. Nessa jornada da fidelidade e o cuidado, eles não estão sozinhos. Jesus está com eles, animando-os e ajudando-os a vencer as dificuldades. Essa unidade do casal e o amor de um pelo outro são entendidos pela Igreja como um Sscramento.
“Não é bom que o homem esteja só… Por isso, um homem deixa seu pai e sua mãe, se une à mulher e eles se tornam uma só carne”. (Gênesis 2,18-24)

A seguir, resolvemos as atividades do livrinho.

Encerrando, fizemos preces pelas famílias. Após cada prece, respondemos : “Abençoe nossas famílias, Senhor.”

Finalizando, convidei as crianças para dizermos juntos:

“JESUS, MARIA E JOSÉ, NOSSA FAMÍLIA VOSSA É!”






























C








Sacramento da Ordem


Iniciamos o nosso encontro lembrando que estamos no mês dedicado às vocações. Levei para a sala uma imagem do Padre Pio de Pietrelcina e falei um pouco para as crianças sobre a vida desse santo: uma vida de santidade e dons extraordinários.

Contei-lhes que Padre Pio tinha uma devoção muito especial, delicada e respeitosa pelo anjo da guarda. Seu pequeno companheiro de infância, o bom anjinho sempre o ajudou. Foi amigo obediente, fiel, pontual, que, como grande mestre de santidade, exerceu sobre ele um estímulo continuo a progredir no exercício de todas as virtudes.

Então, convidei as crianças para rezar a Oração do Santo Anjo.

Terminada a oração, perguntei o que elas acham do padre. Se é importante que numa Paróquia tenha padre e por quê?

E na família, é importante que o pai esteja presente? Por quê?

Depois de ouvir as crianças, anunciei o tema de hoje.

Vimos em encontros anteriores que os Sacramentos de Serviço à Comunhão são dois: os Sacramento da Ordem e Sacramento do Matrimônio. Esses dois Sacramentos ajudam a criar comunhão entre as pessoas e são um convite a refletirmos sobre a nossa vocação.

Assim como a base da vocação comum de todos os seguidores de Jesus são o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia, os Sacramentos da Ordem e do Matrimônio se orientam na vocação específica e estão a serviço da salvação de outras pessoas.
Mediante estes sacramentos o cristão recebe uma consagração específica: os que recebem o Sacramento da Ordem são consagrados por ser, em nome de Cristo, pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja . Por sua vez, os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial.

O Sacramento da Ordem é para aqueles que exercem na Igreja um ministério especial, sendo diácono, padre ou bispo. Esse Sacramento nos faz pensar no chamado que Deus dirige às pessoas para que se coloquem ao seu serviço, no trabalho humilde prestado aos irmãos.

Vamos ler um texto que fala sobre o Sacramento da Ordem:

Passagem bíblica: João 21, 15-25

Compreendendo o texto:

Esta palavra de Deus pode ser lida como uma luz para todos os padres/ministros ordenados de nossa Igreja. O que aprendemos dela?

a) Que é Jesus ressuscitado que chama ao longo da história, pessoas para seguir seus caminhos, amá-lo e apascentar seu rebanho, seu povo.

b) Que o chamado de Jesus é insistente e não depende de sermos bons ou maus. Ele escolhe e ele capacita a quem ele chama para ter condições de responder.

c) Que a vocação principal do padre é amar Jesus e cuidar do seu povo. Não há vocação sem resposta sempre renovada ao chamado de Jesus para seguir seus passos.

d) A resposta deve ser como a de Simão Pedro: “Senhor, tu sabes que eu te amo!”

Terminada a partilha, fiz uma gincana com questões para a turma dizer se são certas ou erradas e explicar o porquê. Depois resolvemos as atividades do livrinho.

Encerrando, convidei a turma para se comprometer com Jesus, pois ele chama cada um a ser seu discípulo.

Motivei: Todos podem e devem ser discípulos de Jesus. Não só os padres, os bispos, os diáconos ou as freiras e outros consagrados foram chamados por Jesus para segui-lo. Jesus chama cada um, e devemos estar abertos para acolher seu apelo. E para ser discípulo não é necessário tornar-se um padre. É necessário somente amar sua Palavra e acreditar na sua proposta. Por isso, hoje, todos nós vamos renovar o nosso compromisso de discípulos de Jesus:

“Senhor, quero viver como tantas pessoas que encontraram em ti a razão de sua existência. Quero entregar minha vida inteiramente em tuas mãos, como fizeram Paulo, Pedro e um sem fim de apóstolos teus. Quero fazer parte da imensa multidão de fiéis que se compromete com o teu Reino e o defende e o proclama. Senhor, faze com que a minha vida seja um sinal vibrante de tua presença no mundo. Transborda o meu coração de uma fé tão profunda e viva que possa levar a esperança e a salvação a tantos que se sentem desesperados e aflitos. E, assim, Senhor, eu poderei contribuir para que o mundo seja mais humano e as pessoas vivam mais felizes. Eu me comprometo, Jesus! Quero te servir! Amém!”

Finalizando, rezamos juntos pelas vocações.




































Sacramento da Unção dos Enfermos



Iniciamos o nosso encontro rezando em dois coros o Salmo 103/102,1-5.11-17.

Depois de rezar o Salmo, fizemos uma pequena pausa para silenciar e meditar o texto. Motivei as crianças a reler o Salmo em silêncio e escolher um versículo para partilhar com a turma a mensagem que ficou em seu coração.
Depois convidei cada um a fazer o seu louvor com a ajuda do salmo, dando exemplo:

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor perdoa as nossas faltas.

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor cura as nossas enfermidades.

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor tem nos mostrado sua bondade e misericórdia.

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor não se esquece de que somos fracos e por isso nos compreende e ajuda.

A cada prece, todos respondem: Obrigado, Senhor.

Terminada a oração, relembramos os encontros anteriores desde o início do nosso estudo sobre os Sacramentos.

Na semana passada falamos sobre um dos Sacramentos de Cura: o Sacramento da Reconciliação, também chamado de Confissão ou Penitência.
Hoje falamos sobre o segundo Sacramento de Cura: o da Unção, também conhecido como Unção dos Enfermos. Este Sacramento nos convida a refletir sobre a doença e o sofrimento em nossa vida. Quando ficamos doentes sentimos muito nossas fraquezas e nossos limites, mas temos que encontrar o que é essencial: a presença de Deus em nossa vida.

Após o anúncio do tema, disse-lhes: No Evangelho que vamos conhecer hoje, encontramos Jesus que toca e unge com amor um homem cego de nascença. A partir da atitude de Jesus e do cego, vemos os efeitos da graça de Deus na vida de uma pessoa e compreendemos que nem sempre a doença é para a morte ou é castigo, pode ser também para a glória de Deus.

Leitura: João 9, 1-41

A cura do cego é um exemplo do que acontece aos doentes quando são ungidos com fé no Sacramento da Unção dos Enfermos. Mesmo quando não são curados, renovam sua fé e na fé encontram a força para enfrentar os sofrimentos e as dificuldades.
Jesus se comove com os sofrimentos das pessoas e por eles dá a sua própria vida. Por sua paixão e morte na cruz, Ele deu um novo sentido ao sofrimento, que de agora em diante pode nos aproximar dele e nos unir à sua paixão redentora.

Se Jesus esteve tão perto das pessoas doentes e sofredoras, o que ele espera de nós é que também possamos estar perto de quem sofre. É por isso que a Igreja crê e confessa que existe entre os sacramentos um destinado a confortar aqueles que estão sendo provados pela dor.

Que a Palavra de Jesus neste evangelho e a nova atitude de fé deste homem que era cego de nascença nos ajude a ver os enfermos com os olhos de Jesus e a servi-los com amor.

A seguir, depois de resolvidas as atividades do livrinho, convidei a turma rezar por todas as pessoas doentes e fragilizadas.

A cada prece todos respondem: Senhor , escuta a nossa prece!

1. Nós te pedimos, ó Deus, que socorras todos os sofredores e angustiados.

2. Nós te pedimos, ó Deus, que fortaleças todos os doentes.
3. Nós te pedimos, ó Deus, que consoles e protejas os idosos e desamparados.

4. Nós te pedimos, ó Deus, que nos ensine a acolher e amar o irmão sofredor.

5. Nós te pedimos, ó Deus, que nos ajudes a ser uma presença amiga para nossos parentes que se encontrem enfermos.

6. Nós te pedimos, ó Deus que nos ajudes a ser firmes na hora da doença e da morte.

7. Nós te pedimos, ó Deus, que aumentes a nossa fé e esperança na vida eterna.

8. Nós te pedimos , ó Deus, que nos ajudes a confiar sempre mais na tua misericórdia.

























Sacramento da Reconciliação, Confissão ou Penitência

 


O objetivo do nosso encontro é compreender o significado e a importância do Sacramento da Reconciliação, Confissão e Penitência, e descobrir a beleza do perdão, uma das atitudes mais nobres e poderosas vivenciadas e ensinadas por Jesus.

Iniciamos o nosso encontro fazendo o Sinal da Cruz e, em clima de oração, motivei a turma a rezar com confiança, entregando sua vida nas mãos de Deus. Em silêncio cada um faz sua prece.

Depois, convidei as crianças para rezar comigo:

“Senhor Jesus, recebe nossa vida, que hoje te entregamos com confiança. Sabemos que tu és o Deus da vida, que nos liberta do mal. Sabemos que tu nos ama e nunca nos abandona. Sabemos que, mesmo nas nossas fraquezas e limites, tu estás conosco. Por isso, nós te entregamos nosso coração, nossa vida, tudo o que temos e somos, na certeza de que tu cuidas de nós. Amém!”

Terminada a oração, convidei a turma a observar os galhos que estão no centro da mesa. Conversamos sobre eles:

❎ Por que um galho está seco e o outro verde?

❎ O que faz um galho ficar seco?

❎ E nós, podemos também ser galhos verdes ou secos? Quando secamos?

No final pedi as crianças que falassem numa palavra o que “seca” nossa vida e o que “alimenta” nossa vida para ela ficar verdinha.

O tema do encontro hoje é o Sacramento da Reconciliação, também chamado Confissão ou Penitência. Vocês se lembram que já tratamos deste tema há alguns meses atrás? Do que se recordam?

Este Sacramento é um convite de Jesus a pedir perdão por nossos pecados e a nos reconciliar com Ele e com as pessoas. Mediante o Sacramento da Reconciliação, nós nos aproximamos do Ministro de Cristo — o padre — em atitude de humildade para confessar o amor e a bondade de Deus sobre nós e nossas pequenas ou grandes infidelidades a este amor e bondade.

O evangelho que vamos ouvir nos ajuda a refletir como este sacramento é importante para fortalecer a comunhão da comunidade.

Leitura: Mateus 18, 12-22

Jesus está ensinando os discípulos como é a vida em comunidade e recorda que muitas vezes nós erramos, nos afastamos dos irmãos. Ele explica, então, qual é o caminho para retomar a comunhão e viver o perdão.

Vejamos, passo a passo, como Jesus nos convida a viver o sacramento do perdão:

Ele começa a falar de ovelhas. Uma parábola para as pessoas compreenderem como são queridas por Deus como suas ovelhas. Para o pastor cada ovelha é tão importante que ele deixa noventa e nove nos morros para buscar aquela que se perdeu do grupo,
A alegria de Deus é que ninguém de seus filhos e filhas se perca, por isso oferece a graça de reconciliação e do perdão.

Depois Jesus continua ensinando-nos o que significa o perdão: ele ensina a viver a correção fraterna e isso nos mostra que junto com o perdão deve haver também o desejo de mudança e de conversão.

Ele diz também que “se dois ou três estiverem reunidos em seu nome ele estará presente”. Isso significa que no Sacramento da Reconciliação, entre nós e o padre a quem confessamos nosso pecado, o próprio Jesus se faz presente concedendo-nos a graça do perdão.

Finalmente, Simão Pedro pergunta quantas vezes deve perdoar. Jesus então diz que o perdão é sem limites, portanto, todas as vezes que erramos, Deus nos dá uma nova chance e nos convida também a dar uma nova chance ao irmão que errou.

A partir deste evangelho, vemos o que é necessário para uma boa confissão:
💟Recordar as vezes que nos afastamos de Deus fazendo só o que nos interessa. Fazemos isso quando agimos com desobediência, inveja, ciúme, gula, raiva…
💟Cair em si, ou seja, assumir que estamos errados e que precisamos melhorar. Desejar voltar para Deus e ter coragem de pedir perdão, confessando nossos pecados.
💟 Receber a graça da absolvição, ou seja, do perdão de Deus e da Igreja que nos vem pelo sacerdote.
💟 Assumir um gesto concreto de penitência que o padre nos sugere.
💟 Desejar não pecar mais.

Encerrando, após resolver as atividades do livro, fizemos a nossa oração final.

Motivei: Queremos responder à Palavra hoje, voltando nossos olhos para os dois galhos. Em silêncio, vamos pensar nas coisas que nos fazem secar: nossos pecados, nossa falta de amor para com Deus e com os irmãos.
Depois, em voz alta, vamos pedir perdão e pedir ao Senhor para sermos como o galho verde que produz frutos bons.

Convidei-os a rezarem juntos o Ato de Contrição: “Meu Deus , eu me arrependo de todo coração por vos ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo, com a sua graça, nunca mais pecar. Amém!”

Finalizamos, rezando a Deus, confiantes no seu perdão, o Salmo 32/31, alternando os versículo em dois coros.


Salmo 32/31
A - Feliz aquele cuja fraqueza foi perdoada, cujo pecado foi absolvido.

B - Feliz o homem a quem Deus não interroga sobre suas faltas, e em cujo coração não há mentira.

A - Enquanto me conservava calado, sofria angustiado e lamentava minha sorte.

B - Pois, dia e noite, sentia o peso do pecado, esgotavam-se as minhas forças como em dia de forte calor.

A - Então, eu vos confessei meu pecado e não mais escondi a minha culpa.

B - Disse: “Sim, vou confessar ao Senhor a minha fraqueza”. E vós perdoastes todo meu pecado.

A - Assim também todos os pecadores virão a vós no momento da necessidade, e serão socorridos por vós.

B - Vós sereis meu refúgio, das angústias me preservareis, e me devolvereis na alegria de minha salvação.

A - Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

B - Como era no princípio, agora e sempre.

Todos: Amém!”
































sábado, 31 de maio de 2025

Sacramentos de Cura


Depois da acolhida, convidei a turma para a oração inicial. Depois de fazermos o Sinal da Cruz, motivei:

Nossa vida nem sempre é um mar de rosas. Tem muitos atropelos e sofrimentos. Mas, na peleja da vida, não estamos sozinhos. Está conosco Jesus que nos ama e nos dá sua força. Ele ilumina nosso caminho com sua presença. Ele é nossa força na jornada da vida. Vamos então fazer bastante silêncio e confiar a Deus a nossa vida.

(Fizemos uma breve pausa para rezar).

Depois convidei as crianças para erguer os braços e repetir a seguinte prece:

“Jesus, nós confiamos no Senhor e sabemos que nunca estamos sozinhos. Na hora da dor, o Senhor está conosco. Na hora do sofrimento, o Senhor está conosco. Na hora do medo, o Senhor está conosco. Obrigado, Jesus, por sua presença e força na nossa vida. Amém!”

Depois da oração, demos início ao nosso tema de hoje, lembrando que estamos estudando os Sacramentos. Já vimos que os Sacramentos são sete e que são agrupados conforme a sua finalidade. Nos encontros anteriores conhecemos os Sacramentos de Iniciação Cristã: Batismo, Eucaristia e Crisma. Hoje vamos falar sobre os Sacramentos de Cura, que são Reconciliação (Confissão ou Penitência) e Unção dos Enfermos.

Perguntei às crianças como elas se sentem quando estão doentes. O que a doença faz com o nosso corpo? Gostamos de brincar, de correr, de conversar quando estamos doentes?

Deixei que falassem, e continuei: Os Sacramentos da Penitência, também chamados de Confissão e Reconciliação e o Sacramento da Unção dos Enfermos, são chamados de Sacramentos de Cura porque o pecado que nos afasta de Deus nos torna doentes na mente, no espírito e no coração. E a doença verdadeira é aquela onde Deus já não está presente.

Pelos Sacramentos de Cura, Deus vem ao encontro de quem está sofrendo, na pessoa de seu filho Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos , dando-nos a vida que não passa.

Na Igreja, mediante a ação sacramental do sacerdote, é o próprio Jesus que nos oferece o perdão de Deus e a cura de nossas doenças e feridas.
Leitura: Marcos 2, 1-12

No evangelho de hoje, vemos Jesus rodeado de grande multidão numa casa pequena. Certamente ele já era conhecido do povo e muitos o procuravam para serem curados de seus pecados. Um homem paralítico é levado por quatro homens ao encontro de Jesus, mas chegando nessa casa, viram que as portas estavam lotadas e não havia passagem para eles entrarem com o paralítico na maca. Eles então abrem um buraco no telhado da casa e descem com a maca e o paralítico pelo teto na frente de Jesus. Ao ver a fé destes homens Jesus diz a ele: “Filho, teus pecados estão perdoados.”

Compreendendo o texto:

Esta passagem do Evangelho une em si os dois sacramentos de cura. Jesus sente em seu coração que o homem estava paralisado por causa de seus pecados e de suas fraquezas. Ao chamar este homem de “meu filho”, Jesus assume a ação de Deus que quer a vida para seus filhos e ao oferecer-lhe o perdão, acorda nele a força da vida que estava dormindo, cura seu espírito, seu coração, sua alma.

A partir deste momento, o paralítico já tinha em si a força de Deus , mas foi a Palavra de Jesus com autoridade que lhe ordenou levantar-se, pegar seu leito e ir para casa. O Sacramento da Unção dos Enfermos é esta graça de curar fisicamente o corpo que sofreu por causa das fraquezas e dos pecados que são cometidos.

Muitas pessoas hoje ainda estão paralíticas. Crianças e jovens que acabam ficando viciados em drogas, que não conseguem sair de dentro do quarto porque ficam o tempo todo no videogame, quem bebe, quem fuma, e é vítima da tristeza e da raiva… tudo isso é pecado e doença que paralisa e nos impede de ir a Jesus.

Hoje quem nos leva a Jesus, como naquele tempo , são as pessoas de fé que se reúnem nas comunidades. São nossas catequistas, são pessoas mais adultas que já se encontravam com a graça do perdão na comunidade e agora desejam que também nós a encontremos.

Encerrando nosso tema, após resolver as atividades do livro, convidei a turma para a oração final.

Em resposta à Palavra, rezemos por todas as pessoas que estão sem força para caminhar, pelos doentes, por todos os sofredores e angustiados.

Quando estamos adoecidos seja física, espiritual ou mentalmente, beiramos o desespero. Essa agonia nos abate também quando há uma pessoa querida com problemas de saúde. Nesses momentos saber que temos a quem recorrer nos traz alívio. Deus nunca abandona seus filhos. Assim , a importância da oração de cura é pelo fato de nos trazer serenidade e esperança nesses momentos difíceis.

Pedi que lembrassem de pessoas conhecidas que estavam precisando de uma oração de cura.
Em seguida, convidei-os a que ficarem inclinadas e, fazendo a imposição de mãos sobre todos, fiz uma oração pela saúde dos nossos catequizandos, citando o nome de cada um.

Finalizamos agradecendo a Deus pelo nosso encontro.