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segunda-feira, 26 de junho de 2023

A presença real de Jesus na Eucaristia


Ambiente: Bíblia, vela, flores

Recursos: 
  • Várias figuras de cenas onde podemos identificar: um mendigo, um padre, um enfermo, uma pessoa muito rica, uma pessoa muito má, um prisioneiro, um santo, um político, pão e vinho, o próprio Jesus Cristo, etc. 
  • Uma caixa de presente; um espelho para colocar dentro da caixa. (Deixe esta caixa em lugar de destaque desde o início do encontro).


Acolhida e Oração Inicial: 
  • Com bastante alegria, acolha a todos com cânticos que falem sobre o tema. Sugestões: 1. Olhei pra você e vi você refletindo Jesus (2x) Você é a cara do Pai, você é um chuchuzinho. Você é a cara do Pai, você é um amorzinho; 2. A alegria está no coração de quem já conhece a Jesus,...; 3. Em nome do Pai que nos criou, o Filho que nos salvou e do Espírito Santo que nos une no amor.
  • Rezar o Pai-Nosso. (Enfatizando que vamos rezar a oração que o próprio Jesus nos ensinou).

2. Motivação: 
  • Prepare várias figuras de cenas onde podemos identificar: um mendigo, um padre, um enfermo, uma pessoa muito rica, uma pessoa muito má, um prisioneiro, um santo, um político, pão e vinho, o próprio Jesus Cristo, etc.
 
3. Leitura: Mt 25,31-46
  • Faça um breve comentário com os catequizandos ou, dependendo do tempo disponível, leia e reflita com eles.
  • Comece um diálogo com os catequizandos, perguntando: Onde Jesus está, nos dias de hoje? Após alguns comentários, diga que vamos ver algumas figuras e eles deverão olhar para a imagem e dizer se Jesus está presente naquela cena. 
  • Conforme os catequizandos forem falando, vá separando as figuras, colocando de um lado as imagens onde Jesus está presente e, do outro, as imagens onde, segundo eles, Jesus não está presente. Ao terminar de exibir as imagens, explique que Jesus está presente em todas elas, pois todos são filhos de Deus, criados à sua imagem e semelhança, e o próprio Jesus nos pediu para cuidarmos uns dos outros.

4. Dinâmica do Espelho:
  • Prepare uma caixa de presente bem bonita e deixe em lugar de destaque durante todo o encontro. Dentro da caixa coloque apenas um espelho. Diga aos catequizandos que dentro da caixa tem um presente muito especial para cada um deles. Dentro da caixa está mais uma das faces de Jesus, uma das mais belas que existem. 
  • Depois de deixá-los bem curiosos, pedir para cada um ir até a caixa e olhar o que tem dentro dela e, em seguida, voltar para o seu lugar sem falar nada, até que todos tenham visto o que tem na caixa.
  • Depois que todos participarem, perguntar o que sentiram. Explicar que, todos nós temos Jesus em nosso coração e também somos Jesus para nossos irmãos, por isso, devemos sempre agir como Ele.
  • No final, apresente a figura da Eucaristia. Neste momento, explique sobre a presença de Jesus na Eucaristia, fale sobre Corpus Christi e conte algumas histórias de milagres eucarísticos, como por exemplo, a história de Santo Antônio e a  Mula do Herege. 
  • Refletir com os catequizandos sobre a importância de receber Jesus Eucarístico, ressaltando que todos eles podem fazer uma comunhão espiritual.

5. Agir Transformador (ação): 
Neste encontro aprendemos um pouco mais sobre a importância de Jesus na nossa vida. Compreendemos que somente Deus é digno de adoração, por isso, durante a semana, todos os dias, vamos fazer um momento especial de adoração a Jesus, que é uma das pessoas da Santíssima Trindade. Toda noite, antes de dormir, de preferência no silêncio do nosso quarto, vamos nos ajoelhar e adorar a Jesus por todas as coisas boas que recebemos d’Ele. Também compreendemos que Jesus está presente em todos os irmãos, por isso, vamos tratar os irmãos como se fossem o próprio Jesus. E não esquecer de participar da Santa Missa, momento especial onde Jesus se doa novamente como alimento por amor a cada um de nós.

6. Oração Final:
Pai Nosso, Ave Maria e Santo Anjo

domingo, 14 de junho de 2015

Origem da Festa de Corpus Christi


Mas, certa vez, no século VIII, na freguesia de Lanciano (Itália), um dos monges de São Basílio foi tomado de grande descrença e duvidou da presença de Cristo na Eucaristia. Para seu espanto, e para benefício de toda a humanidade, na mesma hora a Hóstia consagrada transformou-se em Carne e o Vinho consagrado transformou-se em Sangue. Esse milagre tornou-se objeto de muitas pesquisas e estudos nos séculos seguintes, mas o estudo mais sério foi feito em nossa era, entre 1970/71, e revelou ao mundo resultados impressionantes:


A Carne e o Sangue continuam frescos e incorruptos, como se tivessem sido recolhidos no presente dia, apesar dos doze séculos transcorridos. O Sangue encontra-se coagulado externamente em cinco partes; internamente ele continua líquido. Cada porção coagulada de sangue possui tamanhos diferentes, mas todas possuem exatamente o mesmo peso, não importando se pesadas juntas, combinadas ou separadas. São Carne e Sangue humanos, ambos do grupo sanguíneo AB, raro na população do mundo, mas característico de 95% dos judeus. Todas as células e glóbulos continuam vivos. A Carne pertence ao miocárdio, que se encontra no coração (e este órgão sempre foi símbolo de amor!).

Mesmo com esse milagre, entre os séculos IX e XIII surgiram grandes controvérsias sobre a presença real de Cristo na Eucaristia. Alguns afirmavam que a ceia se tratava apenas de um memorial que simbolizava a presença de Cristo. Foi somente em junho de 1246 que a festa de Corpus Christi foi instituída, após vários apelos de Santa Juliana, cujas visões solicitavam a instituição de uma festa em honra ao Santíssimo Sacramento. Em outubro de 1264 o Papa Urbano IV estendeu a solenidade para toda a Igreja. Nessa celebração religiosa, o maior dos sacramentos deixados à Igreja mostra a sua realidade: a Redenção.

A Eucaristia é o memorial sempre novo e sempre vivo dos sofrimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo por nós. Mesmo separando Seu Corpo e Seu Sangue, Jesus se conserva por inteiro em cada uma das espécies. É pela Eucaristia, especialmente pelo Pão, sinal do alimento que fortifica a alma, que tomamos parte na vida divina, nos unindo a Cristo e, por Ele, ao Pai, no amor do Espírito Santo. Essa antecipação da vida divina aqui, na Terra, mostra-nos claramente a vida que receberemos no Céu, quando nos for apresentado, sem véus, o banquete da eternidade.

O centro da Celebração Eucarística será sempre a Eucaristia e, por ela, o melhor e o mais eficaz meio de participação no divino ofício. Aumentando a nossa devoção ao Corpo e Sangue de Jesus, como Ele próprio estabeleceu, alcançaremos mais facilmente os frutos da Redenção!

Professor Felipe Aquino
Fonte: Portal Canção Nova