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domingo, 18 de agosto de 2013

A Ressurreição Anima os Discípulos

  • Na nossa salinha de Catequese, com muita alegria, iniciamos o nosso encontro de hoje, ouvindo o canto JESUS RESSUSCITADO VIVO ESTÁ.
  • Terminada a música, fizemos silêncio para a oração. Após o sinal da cruz, pedi a cada criança que falasse o que Jesus ressuscitado traz para nós. Como ficassem um pouco tímidos, dei-lhes exemplos. Assim: Jesus ressuscitado me traz a paz. Ou: Jesus ressuscitado traz força para vencer as dificuldades. Ou ainda: Jesus ressuscitado traz alegria para nossas famílias etc. Então, eles perderam a timidez e foram dizendo com suas palavras o que Jesus ressuscitado trazia para cada um de nós.
  • Depois de ouvir os pequeninos, convidei-os a rezar comigo: Obrigado, Jesus, por sua presença que nos fortalece e nos dá vitória sobre todo mal. Nós confiamos no Senhor e colocamos nossa vida em suas mãos. Amém!"


No final,convidei as crianças para fazermos a Via-Sacra, que havia sido programada para o encontro anterior, mas que combinamos em deixar para esta semana, por ter ficado curto o tempo para refletirmos com calma sobre o sofrimento e a vitória de Jesus. Fomos para a igreja, onde temos os quadros com as estações.

Antes de iniciarmos, falei para as crianças o seguinte: Para chegar à vitória da ressurreição, Jesus passou por muitos sofrimentos. Não se chega à vitória sem dificuldades. Mas também não faz sentido a dificuldade sem a possibilidade da vitória. Essas duas realidades, para surpresa nossa, andam juntas. Via-Sacra quer dizer caminho sagrado. É uma recordação dos passos sofridos de Jesus em seu caminho de dor, que o levou à vitória da ressurreição. É costume dos cristãos refletir sobre o sofrimento e a vitória de Jesus, porque isso nos dá forças para enfrentar as dificuldades da vida e nos faz lembrar que também seremos vencedores. A Via-Sacra se compõe de 15 estações. Cada estação é um momento importante da Paixão de Jesus. É como se fosse um passo em sua caminhada rumo à vitória da ressurreição.

Passamos a refletir sobre as estações, dizendo-lhes que muitos preferem chamar de passos, por entender que estação é de metrô ou de trem. 

Fomos percorrendo todos os quadros e, depois de cada passo, dissemos a seguinte prece, como é o costume:

    - C:  Nós vos adoramos, Jesus, e vos bendizemos,
    - T:  Porque, pela vossa santa cruz, salvastes o mundo!

Ao final, após refletirmos sobre todos os passos, falei-lhes:

Jesus, com sua paixão, morte e ressurreição, nos faz pensar em nossa vida. Nós também, imitando seus passos, seguimos nosso caminho. Neste caminho, há alegrias e tristezas, sofrimento e consolo, morte e humilhação. Mas, no final, há a vitória da ressurreição. A grande mensagem de Jesus é esta: no fim do caminho, sempre nos espera a vitória final. Como a Via-Sacra termina com a ressurreição, os sofrimentos a vida terminaram com a vitória gloriosa e total.

Terminada a  Via-Sacra, retornamos à sala.

  • Recordamos o último encontro, em que falamos sobre a Ressurreição de Jesus. Relembramos a passagem em que vimos o que aconteceu na madrugada de domingo, quando as mulheres foram até o túmulo para embalsar o corpo de Jesus com os perfumes.
  • Lembrei-lhes da importância da ressurreição de Cristo, da vitória final de Jesus sobre o sofrimento e a morte, nos mostrando que existe uma vitória extraordinária para além de tudo isso. Que a ressurreição mostra também que o sofrimento é uma realidade passageira, nos mostrando ainda - e isso é muito importante - o que existe depois da morte. Enfim, a ressurreição nos mostrou ainda a incrível transformação da pessoa após a morte e o mais importante ainda: a vitória de Jesus é garantia de que nós vamos também ressuscitar. 
  • Vimos também, no encontro anterior, que os discípulos ficaram surpresos com todas essas coisas. Jesus, com sua ressurreição, revelou-lhes e a nós também, um mundo novo e, até então, desconhecido. Que, por isso, a ressurreição de Jesus é um dos fatos mais importantes de toda a nossa fé.
  • Lembramos da narração de São Mateus,  sobre a aparição de Jesus às mulheres que foram ao túmulo na manhã do domingo, quando ele disse-lhes para não ter medo e que fossem contar ao discípulos que havia ressuscitado e que eles deviam ir à Galiléia, onde o encontrariam.
  • Por fim,  perguntei qual o nome do apóstolo que, não estando presente quando Jesus apareceu, duvidou da Ressurreição de Jesus, só acreditando quando viu Jesus e as chagas em suas mãos. Todos lembraram o nome de Tomé.

Tendo relembrado o encontro anterior, disse-lhes que agora iríamos ver a reação que os discípulos tiveram quando perceberam que Jesus estava vivo. Convidei-os a ouvir um texto que mostra a aparição de Jesus aos discípulos de Emaús. 



Texto: Lc 24,13-35

Dois discípulos caminhavam para um lugarejo, chamado Emaús, distante de Jerusalém cerca de 12 quilômetros. Iam falando um com o outro sobre tudo o que se tinha passado. Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o próprio Jesus aproximou-se deles e começou a caminhar com eles. Mas os olhos deles estavam como que tapados e não o reconheceram. Jesus, então, lhes perguntou: "De que vocês estão falando pelo caminho e por que estão tristes?" Um deles, chamado Cleófas, respondeu-lhe: "Será que você é o único viajante em Jerusalém que não sabe o que aconteceu nestes dias?" Jesus lhes perguntou: "Que foi?" Disseram: "É a respeito de Jesus de Nazaré. Era um profeta poderoso em atos e palavras, diante de Deus e de todo o povo. Os nossos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado á morte e o crucificaram. Nós esperávamos que ele fosse o restaurador do povo de Israel, mas hoje já é o terceiro dia que estas coisas aconteceram.  É verdade que algumas mulheres dentre nós nos alarmaram. Elas foram ao sepulcro, antes do nascer do sol. Como não acharam o corpo, voltaram dizendo que tiveram uma visão de anjos, os quais asseguravam que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e acharam as coisas como as mulheres tinham dito, mas a ele mesmo não viram."
     Jesus lhes disse: "Ô gente sem inteligência! Como vocês são lentos de coração para crer em tudo o que o profetas anunciaram. Porventura, não era necessário que Cristo sofresse estas coisas e, assim, entrasse em sua glória?" E começando por Moisés, percorrendo todos os profetas, explicava-lhes o que dele se havia dito em todas as Escrituras.
 
Quando se aproximaram da aldeia para onde iam, Jesus fez de conta  que ia para mais longe. Mas eles insistiram para que parasse, dizendo: "Fique conosco, já é tarde e o dia está no fim". Jesus, entrou com eles. Aconteceu que, estando sentados à mesa, ele tomou o pão, partiu-o e serviu a eles. Então, seus olhos se abriram e reconheceram Jesus, mas ele logo desapareceu. Diziam, então, um para o outro: "Não é que nosso coração estava ardendo, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?"
Levantaram-se na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Aí acharam reunidos os onze apóstolos juntamente com outras pessoas. Todos diziam: "O Senhor ressuscitou verdadeiramente e apareceu a Simão."  Eles contaram o que lhes havia acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. 

                           
                                                                       - Palavra da Salvação!
                                                                       - Glória a vós Senhor!


Partilha:

  • Como era o nome o lugar para onde caminhavam dois discípulos de Jesus?
  • Sobre o que eles iam conversando?
  • Quem se aproximou e passou a caminhar com eles? Eles o reconheceram?
  • O que Jesus disse a eles durante a caminhada?
  • Como foi que reconheceram Jesus?
  • E o que fizeram, então?


Aprofundamento:

  • O texto mostra um encontro de Jesus ressuscitado com dois de seus discípulos. Os discípulos já estavam desanimados. Eles ainda não haviam acreditado na ressurreição de Jesus. Jesus foi ao encontro deles, conversou com eles e se deu a conhecer para que eles tivessem a certeza de que ele estava vivo. Isso animou os discípulos. E eles foram se unir aos outros seguidores de Jesus.
  • A morte de Jesus representava o fracasso de sua pregação e de seu reino e, portanto, o fracasso de seus discípulos. Por isso, diante da morte, os discípulos se sentiram fracassados, desmotivados, desanimados. Estavam voltando para sua aldeia, como se pretendessem recomeçar a vida de outra forma. Seguir Jesus parecia ter sido uma mera ilusão que terminou no sepulcro.
  • A sensação de fracasso e desilusão era tanta que eles não conseguiram compreender o que estava acontecendo. Acharam que o sepulcro vazio era alarme falso das mulheres, não compreenderam as Escrituras, nem reconheciam Jesus caminhando com eles.
  • Mas, quando reconheceram Jesus, ficaram novamente animados. Se Jesus estava vivo, então era preciso voltar a Jerusalém e encontrar os outros discípulos para continuar os trabalhos do Reino de Jesus. Ao chegar a Jerusalém, já encontraram os discípulos reunidos. Jesus já havia aparecido para os outros. Eles já haviam recobrado o ânimo.
  • São muito importantes essas experiências de aparições de Jesus, após a ressurreição. Só o sepulcro vazio não era suficiente para despertar a fé dos discípulos. Era preciso que os discípulos de Jesus fizessem a experiência da ressurreição. Eles precisavam perceber que ele estava vivo e vitorioso. Só assim eles recobraram o ânimo e a fé. Se Jesus não tivesse ressuscitado, toda a sua obra estaria terminada com sua morte. Mas, estando vivo, Jesus reúne de novo os seus discípulos e pede a eles que saiam pelo mundo, pregando seu reino vitorioso.

Convidei a turma para entender melhor a mudança que ocorreu na vida dos discípulos, depois que perceberam e acreditaram que Jesus estava mesmo vivo. Comparamos como estavam os dois discípulos antes e depois de reconhecer Jesus ressuscitado. Para isso,  procedi do seguinte modo:

  • Reparti com a turma os quadros com as atitudes dos discípulos. Em cada quadro, há um rosto e uma palavra que expressam o que se passava no coração dos discípulos. Dei dois quadros para cada criança.
  • Coloquei no quadro que temos na parede da sala duas faixas com as frases: OS DISCÍPULOS ANTES DA RESSURREIÇÃO e OS DISCÍPULOS DEPOIS DA RESSURREIÇÃO.
  • Cada criança fixava no painel os quadros que recebeu, de acordo com a atitude que o quadro representa.
  • Depois de fixar os quadros, comparamos os painéis. Vimos como eram os discípulos antes de compreender que Jesus estava vivo e o que mudou na vida deles quando experimentaram a presença do Cristo vivo.




Conclusão:


Os discípulos ficaram animados ao experimentar a presença do Cristo vivo, ressuscitado. eles haviam seguido Jesus. Ouviram suas pregações. Presenciaram seus gestos de bondade. A notícia da ressurreição era sinal de vitória. Depois do sofrimento da cruz, uma notícia boa para alegrar e devolver o ânimo àqueles que acreditaram e seguiram Jesus. Essa mesma alegria deve encher nossos corações hoje, pois a vitória de Cristo é sinal e incentivo para a nossa vitória. Na vida, enfrentamos várias lutas. O modo de vencê-las, Jesus mostra com a sua vida. Juntamente com Cristo, todos somos vencedores, pois ele caminha conosco e nos garante força e motivação em nossas lutas.


Encerrando:     
  • Ouvimos  a música O MUNDO VIVIA NAS TREVAS.
  • Terminada a música, convidei as crianças para rezar pelas pessoas que estão vivendo momentos difíceis e precisam acreditar na vitória. É preciso tomar cuidado: nesses momentos, a gente não pode deixar o desânimo tomar conta. Resposta à cada frase da oração: "Venha renovar, Senhor, o seu povo."
          - Venha,  Senhor,  renovar os  que  estão acomodados diante  das  dificuldades da 
            vida.
          - Renove, Senhor, aqueles que se sentem desanimados, sem forças para lutar.
          - Renove, Jesus, a vida daqueles que nem sempre têm conseguido praticar sua fé.
  • De mãos dadas, rezamos a oração que Jesus nos ensinou.

       Ao final: 

        C:  Vamos em paz e que o Senhor nos acompanhe!
         T: Graças a Deus!








Fontes:
  • Bíblia Sagrada
  • Jesus, Nosso Salvador  (Pe. Orione Silva e Solange Maria do Carmo)




domingo, 11 de agosto de 2013

Dinâmica: Mariazinha



Dias atrás,  estava revirando o meu material de catequese, mexendo em umas pastas e em uns cadernos com anotações, da fase da pré-catequese, e encontrei muitas coisas interessantes, mas não  achei uma dinâmica da qual me lembrei e que deu muito certo quando a apliquei num dos nossos encontros.

Queria ter encontrado, porque ia dizer de onde a copiei. Foi de um blog de um catequista ou  uma catequista,  cujo nome não me recordo. É uma dinâmica excelente!

Todos nós catequistas sabemos que uma das dificuldades que encontramos em nossa missão é a falta de colaboração de alguns pais que colocam muita vezes a Catequese em segundo lugar, dando preferência aos passeios, shoppings, etc. Pois é. E quantas vezes fico triste porque alguma criança faltou a um encontro em que falamos de coisas tão maravilhosas e que ela deixou de participar! E depois ela vem me dizer que foi a algum passeio com os os pais ou não conseguiu acordar cedo porque havia saído na sexta-feira à noite e  tinha ido dormir muito tarde.

Então, essa dinâmica nos ajuda a explicar para aos pequeninos o lugar que Jesus deve ocupar nas nossas vidas e a lembrá-los do compromisso que assumimos na Catequese.

Precisamos de uma boneca, uma faixa onde está escrito o nome MARIAZINHA, um coração de cartolina vermelho e vários papeizinhos onde estão escritos: JESUS, PASSEIOS, PREGUIÇA, INTERNET, COMIDA, NOVELAS, MODAS, FOFOCAS, VÍCIOS  etc.
              
Vou tentar lembrar todos os detalhes. Pode ser que eu mude alguma coisa, mas a dinâmica é assim:





Antes dos catequizandos chegarem, separei uma cadeira e coloquei-a numa posição que fosse vista por todas as crianças. Marquei a cadeira, colocando no encosto, o nome MARIAZINHA.


Dentro do coraçãozinho de cartolina  coloquei os papeizinhos, sendo que o que estava escrito JESUS, bem amassadinho, ficou bem no fundo do coração. Prendi o coração no peito da boneca, por dentro da roupinha.



Escondi a MARIAZINHA embaixo de uma carteira, atrás de uma mochila.

Ao  entrar, as crianças olhavam para a cadeira e logo perguntavam quem era MARIAZINHA. Aí eu disse que MARIAZINHA era uma pessoa que iria  nos visitar e que com certeza já estava a caminho. Falei que estava estranhando, porque ela já deveria ter chegado, pois havia me ligado dizendo que já estava saindo  de casa. Peguei o celular e fingi que estava falando com alguém. Disse: "Alô! Bom dia! Por favor, gostaria de falar com a MARIAZINHA. Não está? Saiu? Pode me informar pra onde ela foi? Pra Paróquia Nossa Senhora das Graças?!!  Ela ligou dizendo que já está aqui?!!! Ah, então tá!  Obrigada!"

Aí falei pras crianças: "A pessoa que me atendeu informou que a MARIAZINHA ligou pra casa e disse que já havia chegado e estava aqui na nossa sala. Vamos procurar?"

Elas começaram a procurar...  Foi uma farra! Até que um deles a encontrou. Aí eu peguei a boneca onde a escondi, coloquei-a no colo como se fosse um bebê e falei pra eles, num tom de brincadeira: "Crianças, ela está morta!"

Abri a roupinha dela e fingi que estava examinando-a. Disse, então: "Por será que morreu?"  Peguei o coraçãozinho da MARIAZINHA e ao tirar cada papelzinho, lia o que estava escrito e perguntava por que aquilo a havia matado. E eles davam a sua opinião. Saíam as coisas mais inusitadas, mas que faziam sentido. Por exemplo, um disse que a MARIAZINHA enfartou por causa das dívidas, pois ela só pensava em modas e gastou muito com roupas. rsrsr Outra disse que ela vivia em bailes, bebia muito e acabou ficando doente.

Todos queriam falar, ficou difícil colocar ordem na turma! rsrsrs A participação foi nota dez!

No final, retirei o último papelzinho, onde estava escrito JESUS. Desamassei o papel e perguntei: "O que será que está escrito aqui, nesse papelzinho todo amassado?" Tentaram adivinhar. Então falei:  "É o nome de alguém tão esquecido pela MARIAZINHA e que nós muitas vezes também esquecemos! É o nome de alguém que nos ama muito, muito! Mas que nós colocamos às vezes em último lugar em nossas vidas. Damos prioridades a tantas coisas que não são importantes e que podem até nos levar à morte."

Aí fui falando sobre o que estava escrito em cada papelzinho, explicando como muitas daquelas coisas podem nos matar. Falei das drogas, que matam. Do consumismo exagerado, do desejo de possuir coisas que nunca vão acabar com o vazio que só Deus pode preencher. Falei da internet, que tanto nos auxilia quando bem utilizada, mas que tanto mal nos causa quando não usada de forma correta, da mentira, das conversas maliciosas, da intriga e a discórdia, da preguiça que nos deixa desanimados e que nos leva a não ter gosto pelos compromissos com Deus.

Expliquei-lhes que é muito triste a vida de uma pessoa que se afasta de Deus; é uma vida vazia, sem sentido, porque a verdadeira alegria só experimentamos quando colocamos Deus no centro de nossas vidas. Deus é a vida plena, a felicidade completa. Deus é amor. As pessoas, em sua fraqueza, têm sede de Deus, ou seja, precisam da força de Deus para ser felizes e ter a vida em plenitude.

Quando me afasto de Deus, abandono o caminho da felicidade e começo a fazer tudo errado, porque somos fracos, sujeitos ao pecado. Longe de Deus, a pessoa perde a capacidade de controlar as suas fraquezas e passa a agir de modo descontrolado, praticando o mal. Daí surgem as consequências, pois o pecado estraga a vida da pessoa e faz secar sua fé, sua alegria, sua esperança, enfim, faz com que ela  se torne uma pessoa muito infeliz, coloca-a numa situação de morte.

Nós somos fracos e limitados, mas somos filhos de Deus, criados por ele para a vida plena e feliz. Sendo amor, Deus não quer que a gente se entregue às fraquezas, nem quer que nossa vida perca o sentido, tornando-se triste e sem graça. Deus quer nos ajudar a encontrar o caminho da vida plena, da felicidade, da harmonia, da paz. Deus nos ama tanto que enviou ao mundo o seu filho Jesus para nos aproximar de novo dele. A vinda de Cristo ao mundo é um sinal do amor de Deus por todos nós.

Disse-lhes que precisamos nos divertir, brincar, passear, enfim, aproveitar as coisas boas que Deus tem pra nós. Mas não podemos deixar Jesus, nosso melhor amigo, em último lugar na nossa vida, como Mariazinha deixou.  Pelo contrário, ele tem que estar em primeiro lugar. Não podemos esquecer jamais os compromissos que assumimos com Deus!

Sei que entenderam direitinho, porque durante algum tempo, quando algum deles faltava à Catequese e eu perguntava por aquele que faltou, eles falavam: "Ele tá fazendo igual a Mariazinha, né tia?" Eu ria, mas depois explicava que certamente a criança não havia comparecido por algum motivo justo. E sempre em nossas orações, rezamos por aqueles que não puderam estar presentes ao encontro. 

Espero que tenham gostado!

Paz e bem!



domingo, 4 de agosto de 2013

Jesus é Julgado, Torturado e Crucificado



No nosso encontro de hoje, após a acolhida, com muita alegria, convidei as crianças a ouvirem com atenção a música QUE DEVEMOS FAZER, para lembrarmos a santidade e a coragem de Jesus. 

Terminada a música, num clima de silêncio, fizemos a nossa oração inicial. Com a mão no ombro do irmão da direita, motivei-os a rezar para que ele fosse fiel e pedi que repetissem comigo: Jesus, abençoe este meu irmão, para que ele seja sempre corajoso e forte, para que ele não desista de seguir seus ensinamentos, mesmo quando isso for difícil. Dê a ele sua luz e sua força, e ajude-o a superar suas dores e sofrimentos. Amém!

Em seguida, ouvimos a música EU CREIO SIM, cuja letra nos inspira a renovar a nossa fé em Jesus.

Antes de iniciar o tema de hoje, lembrei-lhes que, como já falado em encontros anteriores, Jesus era sempre acompanhado por muitas pessoas que acreditavam nele e seguiam seus ensinamentos. Mas outros não queriam escutá-lo, não o aceitavam, não acreditavam que Jesus era Filho de Deus e por isto queriam matá-lo. 

Um  dia, sabendo que se aproximava o momento de sua morte, Jesus reuniu os apóstolos para uma refeição. Era quinta-feira da Semana da Páscoa dos judeus. Esta festa recordava a libertação dos hebreus da escravidão do Egito. E o Senhor aproveitou esta festa para deixar aos apóstolos um novo significado a ser celebrado: a libertação da escravidão do pecado. É a Páscoa de Jesus.

Os apóstolos ficaram muito admirados, não entendiam ainda o que Jesus fazia. Só Jesus, o Filho de Deus, sabia o que estava fazendo: Ele estava se oferecendo a Deus Pai para morrer por nós, para tirar os nossos pecados e nos fazer amigos de Deus.

No dia seguinte, na cruz, Jesus se entregaria ao Pai totalmente. Agora, na Ceia, ele já entregou todo o seu amor, sua vida. Assim, Jesus começava o seu sacrifício, oferecendo-se ao Pai.

Após a Ceia, Jesus foi rezar no Monte das Oliveiras. Lá, foi entregue aos soldados por Judas Iscariotes, o traidor. Foi humilhado, maltratado, ferido, abandonado por seus amigos e condenado a morrer na cruz. Era Sexta-Feira da Semana da Páscoa dos Judeus. A Sexta-Feira Santa.


Conversando com os catequizandos:
  • Pedi que falassem sobre a Sexta-Feira Santa. 
  • Perguntei-lhes por que esse dia é tão importante. Deixei que falassem.
  • Lembramos os sofrimentos de Cristo e sua morte.
  • Procurei saber se participam,  com a família,  das cerimônias, acompanham a procissão, beijam Jesus morto.
  • Mostrei-lhes que hoje também há muitas pessoas que sofrem,   pessoas que são presas e assassinadas ....
  • Falei-lhes sobre os favelados, as crianças abandonadas, os desempregados, os trombadinhas, os assaltantes ....

Dei um tempo para que falassem e após ouvi-los, disse-lhes que:

Depois de ser preso, Jesus foi julgado e condenado à morte na cruz. Naquele tempo, havia esse terrível costume. Alguns crimes eram punidos com a morte na cruz. Jesus foi considerado criminoso e foi condenado à morte. 

Li para eles um texto com a narrativa da morte de Jesus na cruz (Lc 23, 43-46):

Os  homens que prenderam Jesus o levaram para ser julgado pelas autoridades daquele tempo. E Jesus foi julgado e condenado. Então, maltrataram Jesus, bateram nele, riram dele ... e colocaram em suas costas uma pesada cruz, que ele devia carregar até o lugar onde seria crucificado. Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali crucificaram Jesus. Também crucificaram dois ladrões, um à direita de Jesus e outro à esquerda. E Jesus dizia: "Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem". Eles tiraram as vestes de Jesus e sortearam para ver quem ia ficar com elas. A multidão conservava-se lá e observava. Os chefes dos sacerdotes zombavam de Jesus, dizendo: "Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus". Do mesmo modo, zombavam dele os soldados. Aproximaram-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam: "Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo". Por cima de sua cabeça, estava pendurada esta inscrição: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".
Um dos ladrões ali crucificado insultava Jesus, dizendo: "Se és o Cristo, salva a ti mesmo e a mim!" Mas o outro o repreendeu, dizendo: "Nem sequer temes a Deus, tu que sofres a mesma condenação? Para nós isto é justo: recebemos e merecemos por nossos crimes. Mas este não fez mal algum". E acrescentou: "Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado em teu reino". Jesus respondeu-lhe: "Em verdade te digo: hoje mesmo estarás comigo no paraíso".
Era quase meio-dia e, em toda a terra, houve trevas até as três horas da tarde. Escureceu-se o sol e o véu do templo rasgou-se pelo meio. Jesus deu, então, um forte grito, dizendo: "Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito". E dizendo isso, morreu.

                                           - Palavra da Salvação!

                                           - Glória a vós, Senhor!



Partilha:



  • A que tipo de morte Jesus foi condenado?
  • Jesus foi crucificado sozinho? Ou havia mais alguém crucificado junto com ele? Quem eram?
  • O que fizeram com as vestes de Jesus
  • O que estava escrito na cruz acima da cabeça de Jesus?
  • O que Jesus falou ao Pai na hora de morrer?

Conversando com os catequizandos:

Esta é a narração da morte de Jesus feita pelo evangelista Lucas. Também Mateus, Marcos e João escreveram sobre isso, cada um ressaltando aspectos importantes. Para nos ajudar a entender o sentido da morte de Jesus na cruz, os evangelistas atribuíram a Jesus sete frases importantes que seriam ditas por ele, quando estava na cruz. São, então, as sete últimas palavras de Jesus, antes de morrer. E, como as últimas palavras sempre são de grande importância, vale a pena conhecê-las e compreendê-las.

Fiz o desenho de uma cruz no papel cartolina, recortei e colei no centro do quadro que temos em nossa salinha.


Preparei sete faixas com as frases ditas por Jesus e entreguei uma frase para cada criança, pedindo que a localizassem na Bíblia e lesse para a turma.


Após refletir com a turma sobre as últimas palavras de Jesus, fixamos as faixas no quadro, em volta do desenho da cruz, conforme abaixo:




 

  As sete frases ditas por Jesus, na cruz:


Primeira:  Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lc 23,34) É Jesus perdoando àqueles que o crucificaram, de acordo com sua pregação, que havia enfatizado a necessidade de perdoar até aos inimigos. Jesus mostra-se fiel a seus princípios. Ele, que pregou insistentemente o perdão, é o primeiro a perdoar. Os que crucificam Jesus não sabem o que fazem porque, na verdade, toda pessoa que age com violência e injustiça está um pouco fora de si. Mas, mesmo que soubesse,  Jesus lhes perdoaria.


Segunda:  Em verdade te digo: Hoje mesmo estarás comigo no paraíso (Lc 23,43). É o que Jesus disse ao ladrão arrependido, que estava crucificado ao seu lado: o chamado "bom ladrão". Jesus sempre foi compreensivo com os pecadores, sempre os acolheu e os convidou à conversão. E ali estava um pecador, convertido bem na hora da morte. Jesus está sofrendo, mas não pensa só em si. Ele acolhe aquele ladrão e lhe promete, já que se arrependeu, a vida eterna. Ao outro ladrão, Jesus não diz nada, porque este não está arrependido. Seu coração continua endurecido. Não quer ser acolhido.


Terceira: Mulher, eis aí o teu filho. Filho, eis aí a tua mãe (Jo 19,26). Maria, mãe de Jesus, está diante da cruz. Lá também está João, que é primo de Jesus e sobrinho de Maria. Certamente, José, esposo de Maria, já havia morrido. Havia um costume segundo o qual uma mulher não devia ficar sozinha. Se morresse o marido, o filho mais velho cuidaria dela. Na falta deste, o outro irmão mais velho. Maria já havia perdido José e agora perdia seu filho único. Então, para que sua mãe não ficasse abandonada, Jesus pede a João, seu primo, que cuide dela. Dirige-se à mãe e diz que, de agora em diante, João será seu filho, isto é, aquele que deve cuidar dela. Dirige-se a João e lhe confia Maria, para que não a deixe abandonada.


Quarta: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? (Mt 27,46; Mc 15,34). Jesus se sente só, como se estivesse abandonado na hora do sofrimento, O sofrimento faz a pessoa se sentir assim. e Jesus também experimentou essa solidão. Na certa, Deus não abandonou Jesus, porque Deus não abandona ninguém. Mas era Jesus mesmo que estava pregado na cruz e, por mais que Deus e as pessoas pudessem consolá-lo, não poderiam fazer aquilo que era parte da vida de Jesus. É como um doente que, mesmo estando cercado de amigos, reclama do abandono e da solidão. A frase citada por Jesus faz parte de um salmo que expressa a confiança em Deus. No fundo, significa que, mesmo sofrendo, Jesus continua confiando. Não se desespera.


Quinta: Tenho sede! (Jo 19,28). Jesus sentiu sede. Mas não lhe deram água. Estenderam-lha uma esponja embebida em vinagre. Assim, Jesus se associa a tantos que passam fome e sede, sem encontrar solução para os seus clamores. Jesus experimenta, agora sim, um tipo de abandono a que muitos estão submetidos. O abandono de não ter quem nos sacie e socorra em nossas necessidades mais dramáticas.


Sexta: Tudo está consumado! (Jo 19,30). Significa tudo está realizado, a missão está cumprida. Jesus morre com a certeza de que realizou bem sua missão. Ele sofre, mas foi verdadeiramente fiel até o fim.


Sétima: Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito (Lc 23,46). É a entrega total, final e definitiva da vida a Deus. Jesus, que sempre viveu na mais estreita união com Deus, ao morrer, entrega a Deus seu espírito, sua vida. Jesus está mostrando, com isso que a morte consiste numa entrega total a Deus. Não é o fim da vida. É uma continuação junto a Deus.


Encerrando, convidei a turma para fazer breve adoração a Jesus na cruz, recordando com que firmeza e com que amor ele enfrentou a morte.


Estando todos de pé, uma criança entra devagarzinho com um crucifixo e outras duas com velas. O crucifixo é colocado sobre o altar e as velas foram colocadas uma de cada lado do crucifixo.


Durante a entrada do crucifixo, coloquei no altar a frase JESUS, NÓS TE ADORAMOS.


Estando o crucifixo exposto, disse-lhes: A cruz tornou-se para nós um símbolo muito especial, depois que Jesus nela morreu. Ficou sendo o sinal da coragem e da firmeza que devemos ter para seguir Jesus. Tornou-se o símbolo da fidelidade extrema de Jesus. Ele foi capaz de ser fiel até à morte. Esta é a máxima fidelidade possível. Ele mostrou amor até a hora de maior sofrimento. O máximo sofrimento prova o máximo amor. O cristão, ao olhar a cruz, deve se lembrar disso: amor, fidelidade, coragem. Esta é a mensagem da cruz.





                         Convidei a turma a se ajoelhar, em sinal de adoração.





Fizemos preces de adoração. Essas preces foram distribuídas em tirinhas de papel, para serem feitas pela turma.


     Foram essas as preces:
  • Jesus, nós te adoramos por sua coragem .  O Senhor foi corajoso e firme até o fim. O Senhor não teve medo de enfrentar a perseguição, o sofrimento e a morte, por causa de nós. Por isso nós te adoramos.
  • Queremos te adorar, Jesus, por sua decisão de dar a vida por nós. Como é difícil dar a vida por alguém! Só mesmo o Senhor podia ser capaz de um gesto tão grande. Ninguém mais deu a vida por nós. Só o Senhor. Por isso, nós te adoramos!
  • Nós te adoramos, Jesus, porque o Senhor foi capaz de perdoar a todos aqueles que o ofendiam e zombavam do seu sofrimento. Quando estamos sofrendo, costumamos ficar irritados e zangados, impaciente e vingativos. Mas o Senhor ainda teve um gesto de amor por aqueles que o faziam sofrer. E lhes perdoou. Por isso, nós te adoramos.
  • Nós te adoramos, Jesus, porque o Senhor foi fiel à sua missão. Na hora do aperto, o Senhor permaneceu firme. Continuou seu caminho, fazendo o bem, porque deve ser feito sempre e em qualquer circunstância. sua fidelidade muito nos ajuda. Por isso, nós te adoramos.
  
 Obs: Podemos acrescentar outras preces espontâneas de adoração.

  • Sugeri às crianças que, num instante de silêncio, cada um conversasse com Jesus, pedindo a ele força para ser tão forte como ele foi.

No final, agradecemos ao Senhor a sua presença e a oportunidade de estarmos reunidos.

 Assim foi o nosso encontro deste sábado. Como sempre, maravilhoso!

 Por hoje é só!  Beijos para todos! 


                                                            Paz e bem!




Fontes:


  • Bíblia Sagrada
  • Livro Anuncio Uma Grande Alegria (Arquidiocese do Rio de Janeiro)
  • Livros Seguindo Jesus e Jesus, Nosso Salvador (Pe. Orione Silva e Solange Maria do Carmo)
  • Obs: Os CDs são partes integrantes dos Livros Seguindo Jesus e Jesus, Nosso Salvador.






quarta-feira, 17 de julho de 2013

Homenagem às Mães - 2013

Foi simples, mas muito bonita, a homenagem das crianças da Catequese às suas mãezinhas, no domingo em que comemoramos o Dia das Mães.

Nessa ocasião, os pequeninos estão tendo aulas, já às vésperas de provas, e aí fica muito difícil reuni-los para ensaios.  Então, precisamos pensar em alguma coisa não muito complicada, para que dê tempo de preparar. Ensaiamos a música "Fico assim sem você", do Claudinho e Bochecha, que é fácil e quase todos já sabiam cantar.

No final da missa, após os avisos, ao som de uma canção de ninar, quatro crianças se posicionaram de frente para a assembléia,  cada uma com um cartaz. Uma a uma, ia recitando um trechinho de um verso que copiei de um cartãozinho que copiei de uma página da Internet. Ah, os desenhos também foram copiados dessa mensagem! Ampliei, recortei as figuras e fiz montagens no papel cartão.

Terminada a leitura, os cartazes são virados e forma a frase: FELIZ DIA DAS MÃES! Nesse instante,outras crianças entram pela porta localizada ao lado do altar, trazendo nas mãos balões em formato de coração, e juntas cantam a musica "Fico assim sem você".

Olhei em volta e vi que tinha mãe chorando! Só não chorei porque estava ajudando as crianças a cantarem (não sei como consegui, pois sou extremamente tímida!). No final da música, as crianças foram onde estavam as suas mães para abraçá-las.

Foram entregues rosas vermelhas para todas as mães presentes e também lembrancinhas confeccionadas por mim e por minha filhota Josiane, que também é minha catequizanda.
   

Frente (fig. 1)





                     Mamãe,
           meu coraçãozinho
        é pequenininho assim!




Frente (fig. 2)



Frente (fig. 3)


Frente (fig. 4)




Verso (fig. 1)

(Verso (fig . 2)



Verso (fig. 3)

Verso (fig. 4)






                                                   Os balões em formato de coração:

Como é que você sendo
                   tão grande
        cabe aqui dentro de mim?











          Mas sei que um dia 
              eu vou crescer
          e alegre vou ficar ...













                  Porque em
           meu coraçãozinho
      você terá cada vez mais
          espaço para morar!














   




Lembrancinhas que foram distribuídas na saída:
























   Num saquinho plástico, colocamos duas balinhas em formato de coração e um cartãozinho com uma mensagem para as mães.

                                                          




     No final da missa, foram distribuídas rosas e as lembrancinhas. Ficou tudo muito bonito nas cestinhas abaixo, decoradas por mim.







sexta-feira, 12 de julho de 2013

Oração pela JMJ

       Nos dias 04 e 05 de maio, a Catequese da Diocese de Duque de Caxias e São João de Meriti estava em oração, em comunhão com o encontro para o qual a nossa Igreja está se preparando com muita alegria e fé: a Jornada Mundial da Juventude
      Nós, catequistas da Comunidade Nossa Senhora das Graças, no dia 04 de maio, pela manhã, junto com as crianças da Catequese, nos colocamos em oração pela JMJ..  
    Na nossa Comunidade, iniciamos o encontro com o Ofício Divino das Comunidades e, a seguir, apresentando o logo da JMJ, nossa Coordenadora Graça  falou sobre o que é a Jornada e como ela é realizada. Recordou que toda a nossa Diocese estava em oração e convidou a todos a rezar pelos jovens que participarão desse grande evento. Rezamos também pela paz,  por todas as pessoas que abriram suas casas para acolher os peregrinos e por todas aquelas que se inscreveram como voluntárias.
      A seguir, as crianças confeccionaram cartõezinhos com mensagens para serem entregues aos jovens missionários.
        Concluímos com a Oração e o Hino Oficial da JMJ.
                                        


                                          Coordenadora Graça e as crianças da Catequese.


,
                                                     
                                                                      Minha turminha!
                                                                 



As crianças participaram do encontro com muita alegria!




                                               Usando glitter, cola e canetinhas coloridas ...  



    
                                            ... com muita criatividade, desenharam, pintaram e ...
                                                                                                                     


                           
                                                   ...  escreveram lindas mensagens!





                               Cristo nos convida: "Venham, meus amigos!"
                               Cristo nos envia:
                               "Sejam missionários!"



                                               "Ide e fazei discípulos entre todas as nações "
                                                                          Mt 28,19