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sábado, 8 de dezembro de 2018

Segundo Sacramento da Cura: Unção dos Enfermos

Iniciamos o nosso encontro rezando o Salmo 32/31, alternando os versículos em dois coros. Terminada a oração, recordamos o tema da semana passada, em que falamos sobre o Sacramento da Reconciliação. Convidei as crianças a observarem os galhos que estão sobre a mesa, e novamente conversamos sobre eles. No final, refletimos sobre o que "seca" nossa vida e o que "alimenta" nossa vida para ela ficar verdinha.
Vimos no nosso encontro passado o Sacramento da Reconciliação, também chamado Confissão ou Penitência. Este sacramento é um convite de Jesus a pedir perdão por nossos pecados e a nos reconciliar com Ele e com as pessoas. Os Sacramentos da Confissão e da Unção são chamados Sacramentos de Cura, porque renovam a presença de Deus nos momentos em que passamos pelas fraquezas, seja do pecado, seja da doença ou da velhice. Esses momentos são também de grande importância em nossa vida. Não porque sejam bons momentos, mas porque fazem parte da vida e a gente precisa aprender a lidar com eles, contando com a força de Deus.
O tema de hoje é sobre o segundo Sacramento da Cura: o da Unção, também conhecido como Unção dos Enfermos. Este sacramento nos convida a refletir sobre a doença e o sofrimento em nossa vida. Quando ficamos doentes sentimos muito nossa fraqueza e nossos limites, mas temos que encontrar o que é essencial: a presença de Deus em nossa vida.
No Evangelho que conhecemos hoje (João 9,1-41), encontramos Jesus que toca e unge com amor um homem cego de nascença. A partir da atitude de Jesus e do cego, vemos os efeitos da graça de Deus na vida de uma pessoa e compreendemos que nem sempre a doença é para a morte, ou é castigo, pode ser também para a glória de Deus.
A cura do cego é um exemplo do que acontece aos doentes quando são ungidos com fé no Sacramento da Unção dos Enfermos. Mesmo quando não são curados, renovam sua fé e na fé encontram a força para enfrentar os sofrimentos e as dificuldades.
Os Sacramentos são de grande importância. Mas é bom lembrar que visitar os doentes e idosos e apoiá-los é tarefa de toda pessoa de fé. A Bíblia diz que onde houver um enfermo, a comunidade de fé precisa estar presente, o apoiando.
Convidei as crianças para ler o texto: Tg 5,13-15
Em seguida, partilhamos:
- O que Tiago recomenda para quem está sofrendo?
- E para quem está alegre?
- E se alguém estiver doente, o que fazer segundo Tiago?
Esse texto nos mostra que, desde o começo da Igreja, havia o costume de visitar os doentes e rezar por eles. Quem atravessa uma enfermidade precisa de um carinho todo especial. A Igreja expressa esse carinho aos doentes por meio do Sacramento da Unção dos Enfermos.
Finalizando, convidei a turma para rezar por todas as pessoas doentes e fragilizadas. Fiz as preces e a turma repetia o refrão.
Encerrei, lembrando o valor da vida que é sempre dom de Deus, em todos os momentos.

Roteiro completo deste encontro na página
https://mgathe.blogspot.com/2016/09/sacramento-da-uncao-dos-enfermos.html


ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO





















terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Sacramento da Reconciliação, também chamado de Confissão ou Penitência


Estamos aprendendo sobre os Sacramentos, mas não podia deixar de lembrar às crianças sobre o calendário litúrgico e, principamente destacar o Tempo do Advento que se inicia amanhã, dia 2 de dezembro.
Depois da oração, iniciando o encontro, falei mais uma vez sobre a Coroa do Advento e o significado das quatro velas.
Como já vimos, o Ano Litúrgico se encerra com a Solenidade de Cristo Rei do Universo, celebrada no 34º domingo do Tempo Comum (domingo passado). No domingo seguinte (amanhã), com o Tempo do Advento, iniciamos um novo ano na Igreja.
O Tempo do Advento é um tempo de espera. É um tempo de alegria porque o "Senhor virá". Deus prometeu um Salvador (Gn 3,15). Eis que está chegando!
As leituras das missas do Advento fazem um alerta: "Cuidado. Vigiai" (Mt 24,42); "Ele está perto" (Mt 3,2). "Preparai o caminho do Senhor" (Mt 3,3).
O Tempo do Advento é um tempo que nos é dado para que nos preparemos, cientes de que o anjo anuncia a Maria que o Salvador deverá nascer. Maria caminha conosco durante o Tempo do Advento. Com Maria esperamos o nascimento de Jesus.
Bom, durante os próximos encontros continuaremos falando sobre esse Tempo que estamos vivendo na Igreja: Tempo do Advento, tempo de esperança, em que aguardamos a chegada do Natal - JESUS VAI NASCER!!!
Em seguida, recordamos o que já aprendemos sobre os Sacramentos, e passamos para o tema de hoje...
Como já vimos, Reconciliação e Unção dos Enfermos são chamados de Sacramentos da Cura, pois são a graça de Deus agindo em nossos momentos de fraqueza humana e nos momentos de doença.
A seguir, convidei as crianças para observar os galhos que estavam colocados no centro da sala. Perguntei-lhes: Por que um galho estava seco e o outro verde? O que faz um galho ficar seco? E nós, podemos também ser galhos verdes ou secos? Quando estamos verdes? Quando secamos? No final, conversamos sobre o que "seca" nossa vida e o que "alimenta" nossa vida para ela ficar verdinha.
Anunciei então o nosso tema de hoje: O Sacramento da Reconciliação, também chamado Confissão ou Penitência. Perguntei-lhes se lembravam que já tratamos deste tema há alguns meses e do que se recordam.
Este sacramento é um convite de Jesus a pedir perdão por nossos pecados e a nos reconciliar com Ele e com as pessoas. Mediante o Sacramento da Reconciliação nós nos aproximamos do ministro de Cristo - o padre - em atitude de humildade para confessar o amor e bondade de Deus sobre nós e nossas pequenas ou grandes infidelidades a este amor e bondade.
Lemos Mateus 18,12-22.
O evangelho que ouvimos nos ajudou a refletir como este sacramento é importante para fortalecer a comunhão da comunidade. Jesus está ensinando aos discípulos como é a vida em comunidade e recorda que muitas vezes nós erramos, nos afastamos dos irmãos. Ele explica, então, qual é o caminho para retomar a comunhão e viver o perdão.
A seguir, vimos passo a passo, como Jesus nos convida a viver o sacramento do perdão.
No próximo encontro falaremos mais sobre o tema de hoje.
De mãos dadas, rezamos: Ó bom Jesus, nós te acolhemos com alegria, em nossa vida, com o mesmo carinho com que Maria te acolheu. Queremos que o Senhor fique sempre em nosso coração. Amém!
Rezamos também uma Ave-Maria.
Encerrando, motivei a todos para os nossos encontros de preparação para o Natal, que serão realizados nas casas das famílias dos catequizandos.
Despedi das crianças desejando a paz, dando um abraço em cada uma.

ROTEIRO COMPLETO DESTE ENCONTRO NA PÁGINA:
https://mgathe.blogspot.com/2016/08/sacramento-da-reconciliacao-confissao.html
ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO













quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Nossa Senhora, a Rainha das Graças!


Na próxima terça-feira, dia 27, estaremos comemorando o dia de Nossa Senhora das Graças, por isso decidi conversar com as crianças sobre Maria, nossa Padroeira, a escolhida por Deus para ser Mãe do Salvador e sua aparição à Santa Catarina de Labouré.

Depois da oração, lembrei mais uma vez que Maria é uma só pessoa e que nós, seus filhos, a chamamos de várias formas carinhosas, como Maria de Nazaré, Virgem Santíssima, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Lourdes, Imaculada Conceição...

Ela recebeu outros nomes, dependendo do lugar onde ela aparecia para os fiéis. (Deixei que falassem o que sabiam).

Ela também recebeu o nome de Nossa Senhora das Graças... e ela é a padroeira de nossa Paróquia.

Nossa Senhora foi a única pessoa que nunca ofendeu a Deus. Por isso o Anjo a chamou "cheia de graça". Ela é a Rainha das Graças. Vejamos como isso aconteceu:

Deus preparou especialmente a Mãe do Salvador: escolheu uma moça que vivia em Nazaré, na Galileia. Seu nome era Maria. Seus pais chamavam-se Joaquim e Ana, e Deus fez Maria nascer sem pecado, pura de coração, por isto, Maria é Imaculada Conceição, salva pelo poder de Deus através de seu futuro filho, Jesus.

Maria cresceu e se tornou uma jovem de muita fé: gostava de rezar e de meditar a Palavra do Senhor. Maria conhecia a história do povo de Deus e aguardava, cheia de esperança, o dia em que nasceria o Messias Salvador.

Maria foi uma pessoa que sabia amar a Deus mais que todos. Ela O amou do fundo do seu coração.

Maria era noiva de um homem muito bom, chamado José, um carpinteiro. Um dia, Maria recebeu a visita do enviado de Deus, o Anjo Gabriel, que lhe deu uma grande notícia.

Relembramos a Anunciação do Anjo Gabriel à Virgem Maria e em seguida, conhecemos o "Magnificat" (Canto de Maria). Leitura Lc 1,26-38; Lc 1,39-56.

Hoje vamos parar por aqui... Estamos chegando ao Tempo do Advento, então, nas próximas semanas estaremos lembrando o nascimento de Jesus.

Agora, vamos ouvir a história de uma menina que desejava muito ver Nossa Senhora:

Catarina Labouré nasceu na França. Seu pai, Pedro Labouré, e sua mãe, Luísa Madalena Gontard, eram fervorosos cristãos, moravam no campo, tinham amor ao trabalho e a simplicidade de vida. Deus concedeu-lhes uma numerosa família, sete rapazes e três moças.

Sua mãe tinha apenas 46 anos quando morreu. A menina, então com nove anos, subiu em uma cadeira e, chorando, abraçou a imagem da Santíssima Virgem dizendo: "Agora, tu serás a minha mamãe!" - e alimentava um desejo ardente de ver Nossa Senhora. Era esse o pedido constante em suas orações, e ela confiava que se realizaria.

Aos 12 anos, era ela quem cuidava da casa. Mesmo suas ocupações diárias, por mais numerosas que fossem não a impediam de achar tempo para fazer seus exercícios de piedade, oração, meditação e leituras piedosas. Fazia frequentes visitas à igreja para entreter-se com o Deus de seu coração e para pedir a Maria que lhe conservasse pura a vida e virginal a alma.

Catarina não se contenta só em rezar. Visita os doentes, socorre os pobres. Sente o chamado de Deus, mas não sabe como nem onde.

Aos 18 anos, não sabe ainda ler nem escrever. Um dia, ao visitar a Casa das Filhas da Caridade, Catarina compreende o seu chamado. Seu pai a princípio, não consentiu. Catarina passou por muitos sofrimentos, mas finalmente ele se submete ao chamado da filha, que, a 21 de abril de 1830, entra no noviciado das Filhas da Caridade.

Foi Santa Catarina de Labouré, humilde freira da Congregação das Filhas da Caridade, que no dia 27 de novembro de 1830, na rua De Lubac, no centro de Paris, na Capela da Medalha Milagrosa, teve uma visão da Virgem Santíssima.

Nossa Senhora apareceu-lhe mostrando nos dedos anéis incrustados de pedras preciosas, "lançando raios para todos os lados, cada qual mais belo que o outro." Eram copiosas graças que ela trazia a seus filhos na Terra, simbolizadas dessa forma.

A devoção a Nossa Senhora das Graças e à Medalha Milagrosa teve início com as aparições da Virgem Maria à piedosa irmã Catarina Labouré.

Foram, ao todo, três aparições, que aconteceram, em 1830, no convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, na rue du Bac, em Paris, na França.

Na segunda aparição, a Santíssima Virgem mandou que fossem cunhadas medalhas, conforme as visões concedidas a Catarina. Com a aprovação eclesiástica, as medalhas foram confeccionadas e distribuídas, inicialmente na França, e depois pelo mundo todo.

A devoção a Nossa Senhora das Graças e à Medalha Milagrosa, como ficou popularmente conhecida entre o Povo de Deus, espalhou-se rapidamente, bem como os milagres e prodígios, conforme prometeu a Virgem Maria àquelas pessoas que usarem devotamente a sua medalha: “Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças”.

Em seguida, ouvimos a música Maria, que fala do "Canto de Maria".

Finalizando, diante da imagem de Maria, celebramos.

Roteiro completo deste encontro na página
https://mgathe.blogspot.com/2017/11/nossa-senhora-das-gracas-nossa-padroeira_19.html
AMBIENTAÇÃO E ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO