...

...
...

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Sacramento da Unção dos Enfermos



Iniciamos o nosso encontro rezando em dois coros o Salmo 103/102,1-5.11-17.

Depois de rezar o Salmo, fizemos uma pequena pausa para silenciar e meditar o texto. Motivei as crianças a reler o Salmo em silêncio e escolher um versículo para partilhar com a turma a mensagem que ficou em seu coração.
Depois convidei cada um a fazer o seu louvor com a ajuda do salmo, dando exemplo:

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor perdoa as nossas faltas.

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor cura as nossas enfermidades.

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor tem nos mostrado sua bondade e misericórdia.

- Obrigada, meu Deus, porque o Senhor não se esquece de que somos fracos e por isso nos compreende e ajuda.

A cada prece, todos respondem: Obrigado, Senhor.

Terminada a oração, relembramos os encontros anteriores desde o início do nosso estudo sobre os Sacramentos.

Na semana passada falamos sobre um dos Sacramentos de Cura: o Sacramento da Reconciliação, também chamado de Confissão ou Penitência.
Hoje falamos sobre o segundo Sacramento de Cura: o da Unção, também conhecido como Unção dos Enfermos. Este Sacramento nos convida a refletir sobre a doença e o sofrimento em nossa vida. Quando ficamos doentes sentimos muito nossas fraquezas e nossos limites, mas temos que encontrar o que é essencial: a presença de Deus em nossa vida.

Após o anúncio do tema, disse-lhes: No Evangelho que vamos conhecer hoje, encontramos Jesus que toca e unge com amor um homem cego de nascença. A partir da atitude de Jesus e do cego, vemos os efeitos da graça de Deus na vida de uma pessoa e compreendemos que nem sempre a doença é para a morte ou é castigo, pode ser também para a glória de Deus.

Leitura: João 9, 1-41

A cura do cego é um exemplo do que acontece aos doentes quando são ungidos com fé no Sacramento da Unção dos Enfermos. Mesmo quando não são curados, renovam sua fé e na fé encontram a força para enfrentar os sofrimentos e as dificuldades.
Jesus se comove com os sofrimentos das pessoas e por eles dá a sua própria vida. Por sua paixão e morte na cruz, Ele deu um novo sentido ao sofrimento, que de agora em diante pode nos aproximar dele e nos unir à sua paixão redentora.

Se Jesus esteve tão perto das pessoas doentes e sofredoras, o que ele espera de nós é que também possamos estar perto de quem sofre. É por isso que a Igreja crê e confessa que existe entre os sacramentos um destinado a confortar aqueles que estão sendo provados pela dor.

Que a Palavra de Jesus neste evangelho e a nova atitude de fé deste homem que era cego de nascença nos ajude a ver os enfermos com os olhos de Jesus e a servi-los com amor.

A seguir, depois de resolvidas as atividades do livrinho, convidei a turma rezar por todas as pessoas doentes e fragilizadas.

A cada prece todos respondem: Senhor , escuta a nossa prece!

1. Nós te pedimos, ó Deus, que socorras todos os sofredores e angustiados.

2. Nós te pedimos, ó Deus, que fortaleças todos os doentes.
3. Nós te pedimos, ó Deus, que consoles e protejas os idosos e desamparados.

4. Nós te pedimos, ó Deus, que nos ensine a acolher e amar o irmão sofredor.

5. Nós te pedimos, ó Deus, que nos ajudes a ser uma presença amiga para nossos parentes que se encontrem enfermos.

6. Nós te pedimos, ó Deus que nos ajudes a ser firmes na hora da doença e da morte.

7. Nós te pedimos, ó Deus, que aumentes a nossa fé e esperança na vida eterna.

8. Nós te pedimos , ó Deus, que nos ajudes a confiar sempre mais na tua misericórdia.

























Sacramento da Reconciliação, Confissão ou Penitência

 


O objetivo do nosso encontro é compreender o significado e a importância do Sacramento da Reconciliação, Confissão e Penitência, e descobrir a beleza do perdão, uma das atitudes mais nobres e poderosas vivenciadas e ensinadas por Jesus.

Iniciamos o nosso encontro fazendo o Sinal da Cruz e, em clima de oração, motivei a turma a rezar com confiança, entregando sua vida nas mãos de Deus. Em silêncio cada um faz sua prece.

Depois, convidei as crianças para rezar comigo:

“Senhor Jesus, recebe nossa vida, que hoje te entregamos com confiança. Sabemos que tu és o Deus da vida, que nos liberta do mal. Sabemos que tu nos ama e nunca nos abandona. Sabemos que, mesmo nas nossas fraquezas e limites, tu estás conosco. Por isso, nós te entregamos nosso coração, nossa vida, tudo o que temos e somos, na certeza de que tu cuidas de nós. Amém!”

Terminada a oração, convidei a turma a observar os galhos que estão no centro da mesa. Conversamos sobre eles:

❎ Por que um galho está seco e o outro verde?

❎ O que faz um galho ficar seco?

❎ E nós, podemos também ser galhos verdes ou secos? Quando secamos?

No final pedi as crianças que falassem numa palavra o que “seca” nossa vida e o que “alimenta” nossa vida para ela ficar verdinha.

O tema do encontro hoje é o Sacramento da Reconciliação, também chamado Confissão ou Penitência. Vocês se lembram que já tratamos deste tema há alguns meses atrás? Do que se recordam?

Este Sacramento é um convite de Jesus a pedir perdão por nossos pecados e a nos reconciliar com Ele e com as pessoas. Mediante o Sacramento da Reconciliação, nós nos aproximamos do Ministro de Cristo — o padre — em atitude de humildade para confessar o amor e a bondade de Deus sobre nós e nossas pequenas ou grandes infidelidades a este amor e bondade.

O evangelho que vamos ouvir nos ajuda a refletir como este sacramento é importante para fortalecer a comunhão da comunidade.

Leitura: Mateus 18, 12-22

Jesus está ensinando os discípulos como é a vida em comunidade e recorda que muitas vezes nós erramos, nos afastamos dos irmãos. Ele explica, então, qual é o caminho para retomar a comunhão e viver o perdão.

Vejamos, passo a passo, como Jesus nos convida a viver o sacramento do perdão:

Ele começa a falar de ovelhas. Uma parábola para as pessoas compreenderem como são queridas por Deus como suas ovelhas. Para o pastor cada ovelha é tão importante que ele deixa noventa e nove nos morros para buscar aquela que se perdeu do grupo,
A alegria de Deus é que ninguém de seus filhos e filhas se perca, por isso oferece a graça de reconciliação e do perdão.

Depois Jesus continua ensinando-nos o que significa o perdão: ele ensina a viver a correção fraterna e isso nos mostra que junto com o perdão deve haver também o desejo de mudança e de conversão.

Ele diz também que “se dois ou três estiverem reunidos em seu nome ele estará presente”. Isso significa que no Sacramento da Reconciliação, entre nós e o padre a quem confessamos nosso pecado, o próprio Jesus se faz presente concedendo-nos a graça do perdão.

Finalmente, Simão Pedro pergunta quantas vezes deve perdoar. Jesus então diz que o perdão é sem limites, portanto, todas as vezes que erramos, Deus nos dá uma nova chance e nos convida também a dar uma nova chance ao irmão que errou.

A partir deste evangelho, vemos o que é necessário para uma boa confissão:
💟Recordar as vezes que nos afastamos de Deus fazendo só o que nos interessa. Fazemos isso quando agimos com desobediência, inveja, ciúme, gula, raiva…
💟Cair em si, ou seja, assumir que estamos errados e que precisamos melhorar. Desejar voltar para Deus e ter coragem de pedir perdão, confessando nossos pecados.
💟 Receber a graça da absolvição, ou seja, do perdão de Deus e da Igreja que nos vem pelo sacerdote.
💟 Assumir um gesto concreto de penitência que o padre nos sugere.
💟 Desejar não pecar mais.

Encerrando, após resolver as atividades do livro, fizemos a nossa oração final.

Motivei: Queremos responder à Palavra hoje, voltando nossos olhos para os dois galhos. Em silêncio, vamos pensar nas coisas que nos fazem secar: nossos pecados, nossa falta de amor para com Deus e com os irmãos.
Depois, em voz alta, vamos pedir perdão e pedir ao Senhor para sermos como o galho verde que produz frutos bons.

Convidei-os a rezarem juntos o Ato de Contrição: “Meu Deus , eu me arrependo de todo coração por vos ter ofendido, porque sois tão bom e amável. Prometo, com a sua graça, nunca mais pecar. Amém!”

Finalizamos, rezando a Deus, confiantes no seu perdão, o Salmo 32/31, alternando os versículo em dois coros.


Salmo 32/31
A - Feliz aquele cuja fraqueza foi perdoada, cujo pecado foi absolvido.

B - Feliz o homem a quem Deus não interroga sobre suas faltas, e em cujo coração não há mentira.

A - Enquanto me conservava calado, sofria angustiado e lamentava minha sorte.

B - Pois, dia e noite, sentia o peso do pecado, esgotavam-se as minhas forças como em dia de forte calor.

A - Então, eu vos confessei meu pecado e não mais escondi a minha culpa.

B - Disse: “Sim, vou confessar ao Senhor a minha fraqueza”. E vós perdoastes todo meu pecado.

A - Assim também todos os pecadores virão a vós no momento da necessidade, e serão socorridos por vós.

B - Vós sereis meu refúgio, das angústias me preservareis, e me devolvereis na alegria de minha salvação.

A - Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

B - Como era no princípio, agora e sempre.

Todos: Amém!”
































sábado, 31 de maio de 2025

Missa Dia das Crianças


Oração a Nossa Senhora, pelas crianças

Ó Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe Santíssima, abençoai as nossas crianças, que vos são confiadas. Guardai-as com cuidado maternal, para que nenhuma delas se perca. Defendei-as contra as ciladas do inimigo e contra os escândalos do mundo, para que sejam sempre humildes, mansas e puras.
Ó Mãe nossa, Mãe de misericórdia, rogai por nós e, depois desta vida, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre.
Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Amém!
























Sacramentos de Cura


Depois da acolhida, convidei a turma para a oração inicial. Depois de fazermos o Sinal da Cruz, motivei:

Nossa vida nem sempre é um mar de rosas. Tem muitos atropelos e sofrimentos. Mas, na peleja da vida, não estamos sozinhos. Está conosco Jesus que nos ama e nos dá sua força. Ele ilumina nosso caminho com sua presença. Ele é nossa força na jornada da vida. Vamos então fazer bastante silêncio e confiar a Deus a nossa vida.

(Fizemos uma breve pausa para rezar).

Depois convidei as crianças para erguer os braços e repetir a seguinte prece:

“Jesus, nós confiamos no Senhor e sabemos que nunca estamos sozinhos. Na hora da dor, o Senhor está conosco. Na hora do sofrimento, o Senhor está conosco. Na hora do medo, o Senhor está conosco. Obrigado, Jesus, por sua presença e força na nossa vida. Amém!”

Depois da oração, demos início ao nosso tema de hoje, lembrando que estamos estudando os Sacramentos. Já vimos que os Sacramentos são sete e que são agrupados conforme a sua finalidade. Nos encontros anteriores conhecemos os Sacramentos de Iniciação Cristã: Batismo, Eucaristia e Crisma. Hoje vamos falar sobre os Sacramentos de Cura, que são Reconciliação (Confissão ou Penitência) e Unção dos Enfermos.

Perguntei às crianças como elas se sentem quando estão doentes. O que a doença faz com o nosso corpo? Gostamos de brincar, de correr, de conversar quando estamos doentes?

Deixei que falassem, e continuei: Os Sacramentos da Penitência, também chamados de Confissão e Reconciliação e o Sacramento da Unção dos Enfermos, são chamados de Sacramentos de Cura porque o pecado que nos afasta de Deus nos torna doentes na mente, no espírito e no coração. E a doença verdadeira é aquela onde Deus já não está presente.

Pelos Sacramentos de Cura, Deus vem ao encontro de quem está sofrendo, na pessoa de seu filho Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos , dando-nos a vida que não passa.

Na Igreja, mediante a ação sacramental do sacerdote, é o próprio Jesus que nos oferece o perdão de Deus e a cura de nossas doenças e feridas.
Leitura: Marcos 2, 1-12

No evangelho de hoje, vemos Jesus rodeado de grande multidão numa casa pequena. Certamente ele já era conhecido do povo e muitos o procuravam para serem curados de seus pecados. Um homem paralítico é levado por quatro homens ao encontro de Jesus, mas chegando nessa casa, viram que as portas estavam lotadas e não havia passagem para eles entrarem com o paralítico na maca. Eles então abrem um buraco no telhado da casa e descem com a maca e o paralítico pelo teto na frente de Jesus. Ao ver a fé destes homens Jesus diz a ele: “Filho, teus pecados estão perdoados.”

Compreendendo o texto:

Esta passagem do Evangelho une em si os dois sacramentos de cura. Jesus sente em seu coração que o homem estava paralisado por causa de seus pecados e de suas fraquezas. Ao chamar este homem de “meu filho”, Jesus assume a ação de Deus que quer a vida para seus filhos e ao oferecer-lhe o perdão, acorda nele a força da vida que estava dormindo, cura seu espírito, seu coração, sua alma.

A partir deste momento, o paralítico já tinha em si a força de Deus , mas foi a Palavra de Jesus com autoridade que lhe ordenou levantar-se, pegar seu leito e ir para casa. O Sacramento da Unção dos Enfermos é esta graça de curar fisicamente o corpo que sofreu por causa das fraquezas e dos pecados que são cometidos.

Muitas pessoas hoje ainda estão paralíticas. Crianças e jovens que acabam ficando viciados em drogas, que não conseguem sair de dentro do quarto porque ficam o tempo todo no videogame, quem bebe, quem fuma, e é vítima da tristeza e da raiva… tudo isso é pecado e doença que paralisa e nos impede de ir a Jesus.

Hoje quem nos leva a Jesus, como naquele tempo , são as pessoas de fé que se reúnem nas comunidades. São nossas catequistas, são pessoas mais adultas que já se encontravam com a graça do perdão na comunidade e agora desejam que também nós a encontremos.

Encerrando nosso tema, após resolver as atividades do livro, convidei a turma para a oração final.

Em resposta à Palavra, rezemos por todas as pessoas que estão sem força para caminhar, pelos doentes, por todos os sofredores e angustiados.

Quando estamos adoecidos seja física, espiritual ou mentalmente, beiramos o desespero. Essa agonia nos abate também quando há uma pessoa querida com problemas de saúde. Nesses momentos saber que temos a quem recorrer nos traz alívio. Deus nunca abandona seus filhos. Assim , a importância da oração de cura é pelo fato de nos trazer serenidade e esperança nesses momentos difíceis.

Pedi que lembrassem de pessoas conhecidas que estavam precisando de uma oração de cura.
Em seguida, convidei-os a que ficarem inclinadas e, fazendo a imposição de mãos sobre todos, fiz uma oração pela saúde dos nossos catequizandos, citando o nome de cada um.

Finalizamos agradecendo a Deus pelo nosso encontro.























Sacramento da Crisma



Depois da acolhida, recordamos momentos da Celebração do Chamado e da Decisão, realizada ontem com a turma.

Dei um tempo para que comentassem.

Em seguida, convidei as crianças para oração.

Motivei: Jesus nos chama a segui-lo e servi-lo assumindo a nossa missão na Igreja, desempenhando a tarefa para a qual estamos habilitados. Todos nós temos dons e capacidades incríveis e podemos colaborar com a construção do reino de Deus nas tarefas de nossa comunidade. Vamos responder nosso sim a Jesus rezando juntos:

“Jesus, nós somos teus discípulos e nos alegramos com isso. Tu nos chamaste para te seguir e viver sempre na tua presença. Obrigado, Senhor. Ajuda-nos a colocar a nossa vida sempre a serviço dos irmãos para que a gente forme uma Igreja cada vez mais unida e mais forte . Amém!”

A seguir, lembramos o que já estudamos sobre os Sacramentos (o que são, quais são e como são agrupados).

Vimos que os Sacramentos de Iniciação Cristã são: Batismo, Eucaristia e Crisma. Por eles, são lançados os fundamentos de toda a vida cristã.

O Batismo, Eucaristia e Crisma, são chamados Sacramentos de Iniciação Cristã, pois nos colocam no caminho de Jesus.

Nos dois últimos encontros, falamos sobre os Sacramentos do Batismo e da Eucaristia. Hoje refletimos sobre o Sacramento da Crisma, também chamado de Confirmação.

O Sacramento da Crisma confirma o batismo com a força do Espírito Santo, dom de Deus, simbolizada no óleo do Crisma. Por meio deste Sacramento, a Igreja confirma a pessoa crismada como testemunha de Cristo, comprometida a fazer o que Jesus fez, difundindo e defendendo a fé. Na Crisma somos ungidos pelo Espírito de Deus para vivermos com alegria e força os dons de Deus que são sua marca: Sabedoria, inteligência, conselho, ciência, fortaleza, piedade e temor de Deus.

O Batismo, geralmente é a criança que recebe. Assim sendo, são os pais e padrinhos que prometem introduzir a criança na Igreja. Já a Crisma é o sacramento da responsabilidade, pois quem o recebe (geralmente jovens) já tem consciência daquilo que quer e do seu importante papel de soldado de Cristo, comprometido com a Igreja na luta pela evangelização. “Pedro e João impuseram as mãos sobre as pessoas, para que recebessem o Espírito Santo”. At 8,17)

É claro que as crianças quiseram saber mais! Perguntaram sobre o óleo, o que é unção…


Havia um antigo costume de se ungirem as pessoas em algumas ocasiões. Quando uma pessoa recebia uma missão especial, como é o caso do profeta ou do rei, essas pessoas eram ungidas. Uma boa porção de óleo perfumado era derramada sobre a cabeça da pessoa e, desde então, ela era escolhida para uma missão especial.

A unção significava a força de Deus. Na missão que aquela pessoa estava assumindo, ela não estava sozinha. Deus estava com ela, fortalecendo-a, amparando-a para que ela pudesse desempenhar sua missão com competência. Ungir uma pessoa significava que Deus confiava nela para cumprir uma tarefa, e a comunidade de fé esperava que essa pessoa correspondesse à confiança nela depositada.
No Novo Testamento, Jesus aparece como o Ungido do Pai. Lucas até retoma Isaías para dizer que, em Jesus, esse texto ganha pleno cumprimento. Daí vem a palavra Cristo, que significa aquele que foi ungido para uma missão.
Leitura: Isaías 61,1-3
Partilha:
💠 O que significa ser ungido pelo Espírito Santo?
💠 Qual a missão do profeta?
💠No Novo Testamento reaparece esse texto. Quem se lembra onde? Que tal conferir? Lucas 4,14-22

O Evangelho narra a ação do Espírito Santo na vida de Jesus, conforme já estava prometido pelos profetas. Na passagem vemos Jesus que vai visitar seu próprio povo e ali apresenta uma missão.

Com a Crisma, o jovem é chamado a despertar e assumir sua missão na comunidade e na sociedade. É para isso que ele recebe a força e graça do Espírito Santo. A missão de Jesus e de todo batizado ungido pelo Espírito Santo é de anunciar uma nos notícia aos pobres, iluminar os caminhos dos que estão cegos e libertar quem está oprimido. Só assim ele anuncia que o “ano da graça de Deus” chegou e seu Reino está entre nós.

O “hoje” que Jesus proclama também nós somos chamados a proclamar e assumir. Hoje somos nós que devemos assumir, com a graça e o dom do Espírito Santo, a missão de tornar presente e atuante o Reino de Deus entre nós.

Então, temos o seguinte: Quando criança, a pessoa é batizada. Quando jovem, é crismada. Ao ser batizada, a criança é assumida pela família e pela comunidade de fé, como pessoa e eleita por Deus, chamada por ele para participar da vida de seu Filho. É o rito de entrada da criança na Igreja. Toda a Igreja acolhe aquela vida que chega e se compromete a amá-la. O maior sinal de amor da Igreja é, além de defender sempre a vida, transmitir a quem chega a fé em Jesus ressuscitado da qual ela é portadora. Ao ser crismada , a pessoa é ungida para assumir como Igreja seu compromisso com Cristo — o ungido do Pai. Somos ungidos (crismados) para seguir e servir o Ungido de Deus, Jesus.

Bom, hoje terminamos de ver os Sacramentos da Iniciação Cristã. Nos próximos encontros estudaremos os Sacramentos de Cura e os Sacramentos de Serviço e comunhão.

Em seguida, resolvemos as atividades do livrinho.

Encerrando o encontro, convidei-os à oração final.

Motivei: Inspirados pelo Espírito Santo, rezemos a oração que proclama sua presença e ação entre nós, pedindo a Ele que nos inspire e sejamos como Jesus.

“Ó Espírito Santo,
Amor do Pai e do Filho.
Inspirai-me sempre aquilo que devo pensar, aquilo que devo dizer, como eu devo dizê-lo, aquilo que devo calar, aquilo que devo escrever, como eu devo agir, aquilo que devo fazer, para procurar Vossa glória, o bem das almas e minha própria santificação.
Ó Jesus, toda a minha confiança está em Vós.
Ó Maria, Templo do Espírito Santo, ensina-nos a sermos fiéis àquele que habita em nosso coração. Amém!"