"Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem." (Jo 10,14)
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sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Celebração de Arrependimento com as Crianças da Catequese - 2022
Celebração do Chamado e da Decisão com as Crianças da Catequese - 2022
quarta-feira, 3 de agosto de 2022
Coroação de Nossa Senhora - Maio 2022

No último dia do mês de maio, quando a Igreja celebra a Visitação de Nossa Senhora à sua prima Isabel, as crianças da Catequese da Comunidade Nossa Senhora das Graças, após a Santa Missa, coroaram a imagem da nossa Mãezinha do Céu.
A paródia da música Mãezinha do Céu foi cantada pelo nosso cantor mirim Rafael.
Tema: Mãezinha do Céu
Iniciada a música, as crianças, uma a uma, se dirigiram ao altar, sendo na seguinte ordem: Primeiro o Rafael, o nosso cantor mirim, seguido do adolescente que se posicionou próximo à imagem para receber o terço, o coração e a flores, em seguida a menina que levava o manto. Depois de ofertados o terço, o manto, o coração e as flores, entra a menina levando a coroa, seguida de dois anjos.
segunda-feira, 25 de julho de 2022
Coroação de Nossa Senhora - Festa da Padroeira 2021
No dia 27 de novembro, dia de Nossa Senhora das Graças, Padroeira de nossa Paróquia, a nossa Comunidade representada pelas crianças da Catequese, prestou uma singela homenagem à nossa Mãezinha do Céu.
Por conta da pandemia, o número de pessoas que puderam participar da Celebração foi limitado, e todas as precauções para proteção dos paroquianos presentes foram observadas. Escolhemos o tema Colo de Mãe, porque nunca precisamos tanto desse colo como nesse tempo em que estamos vivendo... Momento de medo, solidão e perda de entes queridos.
Fizemos poucos ensaios, mas conseguimos passar a mensagem, demonstrando todo o nosso amor e carinho por Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe.
Foi emocionante, podíamos ver em cada rosto a alegria de poder estar festejando e principalmente, a grande esperança de em breve, toda a Igreja estar reunida novamente. Essa festa marcou o nosso retorno, que foi feito gradualmente. Hoje, graças a Deus, tudo está se normalizando e já estamos todos podendo participar das missas.
Diferente dos outros anos, não pensamos em filmar e poucas fotos foram tiradas pelas mães das crianças, que depois me passaram algumas.
Foi tudo muito simples, mas muito bonito! 💙
Entrada - Canto: Colo de Mãe
1. Iniciando a música, uma menina, vestida de Maria, entra e se posiciona na escada próxima ao altar e fica de frente para a assembleia, de braços abertos, como se tivesse derramando bênçãos sobre todos.
Eu preciso tanto do seu colo de Mãe, eu preciso tanto do seu colo de Mãe...
2. Quatro meninos, cada um levando um tercinho, entram fazendo uma coreografia seguindo a letra da música. Param antes de chegar ao altar.
Que me ama, que me acolhe...
3. Os quatro meninos andam até próximo à menina vestida de Maria. Param de frente pra ela, sempre fazendo os gestos da coreografia.
Eu preciso tanto do seu colo de Mãe, eu preciso tanto do seu colo de Mãe...
4. Antes do termino da música, entra a coroante acompanhada de anjos, enquanto a menina vestida de Maria e os quatro meninos se posicionam próximo à imagem de Maria. A menina vestida de Maria coloca o manto na imagem de Nossa Senhora.
5. No finalzinho da música, a Coroante e os anjos se juntam às demais crianças para iniciar a Coroação.
Coroação - Canto: Perfeito foi quem te criou
NO COLO DE NOSSA SENHORA
“Mulher, eis aí o teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Eis aí a tua Mãe” (Jo 19, 26-27).
Ao ver o mundo diante de tantas tribulações como guerras, fome, doenças, morte e violência. E até mesmo quando nos deparamos ante os nossos problemas, lutas, perdas, o que fica no nosso coração? Certamente muitos dirão que o nos resta é o sentimento de solidão ou até mesmo abandono. No entanto, lembremos das palavras consoladoras de Jesus ao discípulo amado. O que as palavras de Jesus acima citada nos fala? A resposta é bem simples, não estamos sozinhos neste mundo. Deus nos deu, por meio do seu Filho, uma mãe.
Em Maria, Deus nos faz sentir o seu amor que se configura no amor materno de Nossa Senhora, aquela que nos acolhe, quando não temos mais para onde ir e que podemos contar, nos momentos mais difíceis, nos momentos em que não temos mais palavras, nem lágrimas, quando sentimos que até a nossa alma e o nosso coração, abandonou o nosso corpo, ai está Nossa Senhora, que nos envolve com o seu olhar de mãe, nos faz ir ao seu colo e nos entende, nos consola, nos ama e diz a Jesus “eles não tem mais vinho” (Jo 2,3). Eles não têm mais o vinho do amor, da paz, da fé, da esperança, Jesus não demora a nos conceder o que necessitamos realmente. Feliz daquele que a aceita como mãe e recorre ao seu colo, os que assim fazem não são decepcionados, como nos ensina São Bernardo “Lembrai- vos, ó puríssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tenham recorrido à vossa proteção, implorado o vosso socorro, fosse por vós desamparado”.
É dessa presença maternal de Deus por meio da bem-aventurada Virgem Maria, que o mundo está precisando. Muitos homens e mulheres vivem uma intensa necessidade de voltar ao colo de Maria, pois é ela que nos supre com o amor, com a coragem e com o ânimo necessário para sermos inteiramente de Deus e entendermos a complexidade da nossa missão no mundo.
Que procuremos em Maria o colo acolhedor de Deus.
Francisco Ribeiro Alves
Missionário – Comunidade Mãe Imaculada
quinta-feira, 23 de junho de 2022
Santo Antônio, São João e São Pedro: os Santos Juninos
Hoje trouxe para os meus catequizandos lembrancinhas com pequenas amostras de comidas tipicas juninas.
Neste encontro, cujo tema principal foi a parte do Creio, em que professamos: "Creio na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos...", quis saber das crianças quem são os santos, quais os santos que eles conheciam, e se lembravam algum nome dos santos padroeiros das comunidades do nosso bairro ou cidade.
Lembramos que no mês de junho, a Igreja celebra a festa de três grandes santos: Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29).
Essas festividades, trazidas para o Brasil pelos colonizadores portugueses, ficaram popularmente conhecidas como Festas Juninas.
Antes de assumir sua forma cristã, as festas juninas tiveram origem pagã no hemisfério norte, onde se festejava, em junho, o solstício de verão, para comemorar o início das colheitas. Com a expansão do cristianismo, elas foram ganhando novo significado e nova roupagem, tornando-se celebração da festa de São João, chamada de festa joanina (de João) e, posteriormente, junina (de Junho). Nela, Santo Antônio e São Pedro passaram a ser também celebrados.

























































