As Ovelhinhas e o Bom Pastor

"Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem." (Jo 10,14)

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sábado, 4 de julho de 2020

A Conversão de Paulo


Objetivos:
  • Saber o que é conversão;
  • Entender que Deus é bom e perdoa todo tipo de pecado quando nos arrependemos;
  • Conhecer a história do apóstolo Paulo
  • Perceber as principais características que diferenciam Saulo de Paulo após sua conversão ao cristianismo.

Ambiente: Bíblia, crucifixo, flores.

Material:
  • Cartaz com os dizeres: ANTES: SAULO - DEPOIS: PAULO:
  • tirinhas com palavras digitadas (ver no anúncio e na dinâmica).


1. Acolhida e Oração
  • Receba as crianças, cumprimente-as e converse um pouco com elas sobre a sua semana.
  • Em seguida, fazer silêncio para a oração.
  • Fazer o Sinal da Cruz;
  • Rezar juntos: "Senhor, agradeço-lhe por este novo dia e pela oportunidade de estar aqui na Catequese. Obrigado por me dar de presente mais uma chance de viver e de ser feliz. Pai Amoroso, esteja comigo durante todo este dia. Estenda sua mão sobre minha cabeça e me proteja. Aponte os caminhos que devo seguir. Abençoe também todas as pessoas que eu encontrar. Que eu esteja atento para ajudar todos os que precisarem de mim. Amém!"
  • Rezar um Pai Nosso.


1. Anúncio do tema:


Distribua para os catequizandos tirinhas de papel com as características do Apóstolo Paulo: 

APÓSTOLO
TEOLÓGO
MISSIONÁRIO
ESCREVEU 13 LIVROS DO NOVO TESTAMENTO *
FUNDOU VÁRIAS IGREJAS
POLIGLOTA
FAZIA TENDAS
JUDEU
PERSEGUIDOR ANTES DA CONVERSÃO
FARISEU
PASSOU A SER PERSEGUIDO APÓS A CONVERSÃO


A gente conhece uma pessoa por suas características. Entreguei a cada um de vocês uma característica de um personagem muito importante para a história da Igreja.

(Peça que cada catequizando leia a característica. Ao final, pergunte: QUEM SOU EU? 
Pode ser que algum catequizando saiba que o personagem é o apóstolo Paulo).
* No passado existia o costume de atribuir também a Paulo a carta aos Hebreus. Mas hoje os exegetas são unânimes em afirmar que essa carta não foi escrita por ele, mas por um autor anônimo. Há alguma discussão também sobre a autoria de algumas das cartas atribuídas a Paulo. Talvez não saíram do seu próprio punho, mas de seus discípulos ou, de qualquer forma, pessoas muito próximas dele. Se discute sobre a autoria de Colossenses, Segunda aos Tessalonicenses, Efésios, Primeira e Segunda a Timóteo e Tito.



Vamos conhecer hoje a história do apóstolo Paulo:

2. Leitura: Atos 9,1-22

Saulo nasceu na cidade de Tarso. Ele era um fariseu e conhecia muito bem as leis dos judeus. Mas ele odiava os cristãos. Ele arrancava homens e mulheres cristãos de suas casas e os mandava para a prisão. Quando uma multidão furiosa matou o discípulo Estevão com pedradas, Saulo só ficou parado olhando.
Saulo tinha tanto ódio dos cristãos que pediu permissão ao sumo sacerdote para ir até Damasco prender os cristãos que moravam lá. Quando Saulo chegou perto de Damasco, uma luz bem forte começou a brilhar em volta dele, e ele caiu no chão. Saulo ouviu uma voz dizendo:
— Saulo, por que você me persegue?
Saulo perguntou: — Quem é o senhor?
— Eu sou Jesus. Eu quero que vá para Damasco. Lá você vai saber o que deve fazer.
Naquele instante, Saulo ficou cego, e os homens que viajavam com ele pegaram na mão dele e o levaram a Damasco.
Em Damasco, morava um cristão fiel chamado Ananias. Jesus apareceu para ele numa visão e disse:
— Vá até a casa de Judas, na rua chamada Direita, e procure por Saulo.
Ananias disse:
— Mas, Senhor, eu já ouvi falar muito de Saulo. Ele quer mandar todos os seus discípulos pra cadeia!
— Vá até ele. Eu escolhi Saulo para pregar as boas novas em muitos lugares.
Ananias foi e encontrou Saulo e disse:
— Jesus me enviou para curar a sua visão.
Então, Saulo voltou a enxergar. Ele aprendeu sobre Jesus e se tornou um  discípulo. Depois de se batizar, Saulo começou a pregar na sinagoga junto com outros cristãos. Imagine como os judeus devem ter achado estranho ver Saulo falando sobre Jesus!
Saulo ficou três anos pregando em Damasco. Mas os judeus ficaram com muita raiva dele e bolaram um plano para matá-lo. Quando os irmãos da congregação ficaram sabendo desse plano malvado, eles ajudaram Saulo a escapar. Eles o colocaram dentro de uma cesta grande, amarraram a cesta numa corda e desceram a cesta por um buraco na muralha da cidade.
Quando chegou em Jerusalém, Saulo tentou se juntar aos outros cristãos. Mas os cristãos tinham medo dele. Então, um discípulo chamado Barnabé foi bondoso com Saulo. Ele levou Saulo aos apóstolos e explicou para eles que Saulo tinha mudado mesmo. Depois disso, Saulo começou a pregar as boas novas com a congregação em Jerusalém. Mais tarde, ele começou a ser chamado de Paulo.


3. Dinâmica - Conversão: Saulo X Paulo

Objetivo: Perceber as principais características que diferenciam Saulo de Paulo após sua conversão ao cristianismo.

Participantes: Máximo 8 catequizandos.

  1. O Catequista deverá, previamente,dividir a cartolina em duas partes e escrever no topo do cartaz: ANTES: SAULO  / DEPOIS: PAULO.
  2. Distribuir uma frase para cada catequizando. Depois, de maneira ordenada, as crianças deverão colar as frases que correspondem às características de Paulo nos locais corretos da cartolina.

Obs: O catequista deverá orientar o catequizando caso ele não saiba o lugar onde deverá colar a frase.

ANTES : SAULO
1. PERSEGUIDOR DOS CRISTÃOS
2. ERA DOUTOR DA LEI
3. APROVAVA A MORTE DE ESTEVÃO
4. COLOCAVA HOMENS E MULHERES INOCENTES NA PRISÃO
DEPOIS: PAULO
5. ERA PERSEGUIDO PELOS JUDEUS
6. CONVERTEU-SE AO CRISTIANISMO APÓS OUVIR A VOZ DE JESUS
7. FEZ MUITAS VIAGENS PARA PREGAR O EVANGELHO
8. ESCREVEU QUATORZE CARTAS ÀS COMUNIDADES *

* Ver observação no anúncio do tema.



Comentário: 


Caminhando ele, ao aproximar-se de Damasco, subitamente resplandeceu em redor dele uma luz do céu; e caindo em terra, ouviu uma voz dizer-lhe: Saulo, Saulo, porque me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? Respondeu Ele: Eu sou Jesus a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, e dir-te-ão o que te é necessário fazer. (...) Já não era mais Saulo que vivia; não era o terrível perseguidor dos cristãos que andava no encalço dos que evangelizavam. Saulo desaparecera para dar lugar a um novo homem vestido da fé, com as armaduras da caridade e do amor, Uma nova consciência se elaborava naquele homem que há pouco havia participado da morte de Estêvão. (...) Não era mais Saulo quem vivia, mas sim Paulo o intemerato convertido, ilustre vaso escolhido por Jesus Cristo para levar a gentios e a judeus o nome, a Doutrina do seu grande Salvador.  (Vida e atos dos apóstolos. Cairbar Schutel)



4. Oração final e encerramento
  • Paulo diz: “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores. Desses, eu sou o principal.” — 1 Timóteo 1,15
  • Saulo era um perseguidor de cristãos, o seu desejo era prendê-los e até matá-los, mas um dia a bondade de Deus o alcançou e ele pode ver o grande amor de Deus através do seu filho Jesus, que o resgatou e o perdoou de todos os seus pecados, mudou seu coração e o seu nome para Paulo, para que ele fosse um grande pregador da Palavra de Deus. Assim Jesus faz hoje na nossa vida quando nos arrependemos dos nossos pecados; e nós devemos fazer como Paulo, ensinar a Palavra de Deus a todas as pessoas. Agora vamos orar:
  • Meu Pai do Céu, eu andei errando, andei brigando. Não fiz as coisas direito. Mas, no fundo, eu não gosto de fazer as coisas erradas. Por isso eu peço perdão e vou fazer força para não errar de novo, mas fazer tudo bem certo. Amém.
  • Versículo para memorizar: “Porque tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar.” (Salmos 86,5)


Postado por Gathe Catequista às 09:17 Nenhum comentário:
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Marcadores: Apóstolo Paulo

segunda-feira, 29 de junho de 2020

O naufrágio de Paulo


Objetivo: 
  • Entender que mesmo quando as situações fogem de nosso controle, devemos confiar em Deus e não perder a esperança.

Ambiente: Bíblia, flores, vela

Recursos: Um barco de madeira ou papelão, saquinhos com etiquetas indicando sentimentos/coisas boas e ruins; um bauzinho com "joias, moedas, ouro...", um outro baú com a imagem de Jesus.
  

1. Acolhida e oração inicial:
  • Acolher a turma com alegria;
  • Senhor, obrigado por pela oportunidade de estar aqui na Catequese, nesta manhã, junto com os meus colegas aprendendo sobre as coisas de Deus.  Entrego esse dia em Suas mãos para que o Senhor guie meus passos, me dando dando direção e me fortalecendo. Guarda minha vida de todo mal e perigo, e principalmente, desejo ser sempre orientado  pela Tua Palavra, que é fonte de vida e salvação. Obrigada por estar aqui nos fazendo companhia! Amém!
  • Rezar um Pai Nosso.


2. Motivação

Quem aqui já viajou de barco ou de navio? Você teria medo de o navio afundar? Já pensou se você estivesse em um barco e, no meio da viagem, começasse a chover muito e dar muitos relâmpagos. Você ficaria com medo? E se fosse pior ainda, o barco afundasse, como você tentaria se salvar? Na lição bíblica de hoje vamos ver como o apóstolo Paulo conseguiu se salvar de um navio que naufragou.


3. Leitura: Atos 27,27 a 28,15


4. Desenvolvendo o tema:

No começo do cristianismo, Paulo era um apóstolo que não tinha medo de falar de Jesus para os outros. Ele ia para todo lugar ensinando que Jesus era o filho de Deus e que Jesus tinha morrido pelos nossos pecados. Mas, em muitos lugares que ele ia, as pessoas achavam que ele estava mentindo, querendo enganar as pessoas só para criar uma nova religião.


Em uma das viagens de Paulo como missionário, ele foi preso e o mandaram de navio para a Itália, mas  Paulo entendia que isso era a vontade de Deus. Quando ele entrou no barco disse para o chefe dos guardas que a viagem era perigosa e que além de poder perder  a carga que estavam levando, poderiam perder suas vidas, mas o chefe não acreditou em Paulo, e seguiram a viagem.

De repente  um vento forte veio e começou a empurrar o barco para onde ele queria. Os marinheiros ficaram com muito medo e achando que iam morrer.

O barco estava prestes a afundar, por isso, eles começaram a jogar fora toda a carga do navio (roupa e peças do próprio navio). As nuvens escureciam o céu e eles mal podiam saber quando era dia ou noite. Eles ficaram três dias de desespero, sem saber direito o que fazer. Paulo dava algumas orientações para ajudar, mas o caos continuava deixando todos preocupados. Naquela noite, Paulo teve um sonho no qual um anjo lhe falava “não tenha medo, Paulo. Você vai ter que ir para Roma e Deus não vai deixar ninguém deste navio morrer”. Paulo disse isso a todos, e todos começaram a ficar mais confiantes.

De madrugada Paulo pediu a todos que comessem alguma coisa e disse: — Já faz catorze dias que vocês estão esperando e durante este tempo não comeram nada. Agora comam alguma coisa, por favor. Vocês precisam se alimentar para poder continuar vivendo. Pois ninguém vai perder nem mesmo um fio de cabelo.

Em seguida Paulo pegou pão e deu graças a Deus diante de todos. Depois partiu o pão e começou a comer. Então eles ficaram com mais coragem e também comeram. No navio éramos ao todo duzentas e setenta e seis pessoas. Depois que todos comeram, jogaram o trigo no mar para que o navio ficasse mais leve.


No dia seguinte, não teve jeito, o navio ficou preso em algumas rochas, mas o mar estava muito violento e começou a quebrar o barco todo. Não tinha jeito, todos teriam que se jogar no mar.

Naquela época, quando os presos fugiam, os soldados e vigias que estavam tomando conta morriam, por isso, quando os soldados romanos viram que não tinha mais jeito, todos teriam que se jogar no mar, eles pensaram em matar todos os presos, inclusive Paulo, mas o chefe dos soldados, Júlio, não queria que Paulo morresse porque Paulo tinha ajudado muito eles.

Então Júlio disse: quem sabe nadar pode se jogar no mar. Quem não sabe nadar pode se segurar nas tábuas do navio que estão boiando. E então todos começaram a se salvar, jogando-se no mar. Alguns começavam a nadar, outros se seguravam nas tábuas. Eles viram já estavam perto de uma ilha, e todos foram na direção da ilha.

Chegando na ilha, descobriram que era um lugar chamado ilha de Malta. Naquela ilha, tinha uma civilização desconhecida e a população da ilha de Malta recebeu todos muito bem, dando até comida para eles.


5. Dinâmica: 

O que está pesando em nosso barco?

1. Levar para o encontro um barquinho (pode ser feito de papelão). Preparar o ambiente, colocando esse barquinho sobre uma superfície forrada com um pano ou papel azul, imitando o mar.

2. Providenciar vários saquinhos ou bauzinhos e escrever em cada saquinho ou bauzinho uma palavra (coisas boas e coisas ruins);

4. Colocar esses saquinhos e/ou bauzinhos dentro do barco (alguns do lado direito e outros do lado esquerdo).





Vimos na história da viagem de Paulo para Roma, que quando o barco estava para afundar, eles jogaram a carga que transportavam no mar. Vamos fazer uma brincadeira, usando o barco, para entender como é a nossa viagem em direção à nossa meta, que é o Céu.


Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar (mostrar o barco).

Há momentos na nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos outros nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva a naufragar. E muitas vezes carregamos em nosso barco um monte de coisas que não fazem nada a não ser pesar: Sentimentos ruins, ilusões, coisas supérfluas e por aí vai... 

Nessa nossa viagem, para não corrermos o risco de afundar, precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.

O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, TV... Essas más influências pesam o nosso barco, fazendo-o naufragar. Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo que está pesando, para que ele se equilibre novamente. 

Pedir a cada criança que retire do lado esquerdo uma "carga" e jogue "no mar", explicando antes por que essa "carga" faz o nosso barco afundar. (A cada explicação, o catequista faz uma reflexão com a turma).

Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro lado agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. 


Pedir que cada um agora retire do lado direito do barco uma "carga", e explique por que essa "carga" deve ser jogada "no mar".  (O catequista ajuda, refletindo com a turma).


Continuar até que toda "carga" que pesa no nosso barco seja jogada no mar. Se o número de crianças for menor do que a quantidade de "fardo", o catequista pode retirar os que sobraram, comentando sobre cada um, ou  pedir que os catequizandos retirem mais de um, explicando por que joga esse fardo no mar, refletindo juntos porque essa carga pesa em nosso barco.


Concluindo: 

É preciso tirar o excesso de peso que carregamos dentro de nós antes de sermos sufocados por eles, ou pior, antes de afundarmos toda uma embarcação; ou seja, por causa de pesos desnecessários que carregamos e vamos acumulando durante a caminhada, podemos sufocar nossa família, amigos, etc. Tirar o peso significa abrir mão não apenas daquilo que nos nos incomoda ou não gostamos, mas principalmente daquilo que gostamos, que de certa forma guardamos como fuga ou refúgio acreditando que facilitará nossa missão até chegar em terra firme. 




Percebemos que restaram algum saquinhos no nosso barco: as coisas boas. Essas não pesam! Pelo contrário, nos dão mais força quando passamos por alguma luta ou dificuldade.  São elas: FÉ, ORAÇÃO, PALAVRA DE DEUS, AMOR, ESPERANÇA, AFETO, AMIZADE, EMPATIA, ALEGRIA, CONFIANÇA (eu acrescentei depois CARIDADE e GRATIDÃO.  Conversar sobre cada uma, destacando que a nossa FÉ em Jesus nós queremos ter sempre dentro do nosso barco. Esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada.


Paulo passou por muitos perigos em sua viagem de navio de Israel para Roma, mas não deixou de CONFIAR em Deus, mesmo quando parecia que tudo ia dar errado, Paulo não perdeu a ESPERANÇA.  Quando passamos por dificuldades na vida, às vezes parece que nada vai dar certo, mas devemos confiar que Deus tem o melhor para nós.

Ao enfrentar o naufrágio, Paulo demonstra grande FÉ e AMOR pelas pessoas. Paulo disse: "Nenhum de vocês perderá a vida; só o navio ficará perdido. Na noite passada, veio um anjo de Deus e me disse: “Não tenha medo Paulo! Você tem de comparecer perante César. E Deus vai salvar todos os que viajam com você.""

Ele se preocupou com todos os que estavam no navio e disse-lhes palavras de FÉ e ESPERANÇA. Ele os tranquilizou porque sentiu que todos estavam atemorizados e já haviam perdido a esperança de ser salvos;  Paulo se colocou no lugar do outro, e isso se chama EMPATIA.

O texto narra também que, de madrugada, Paulo pediu a todos que comessem alguma coisa, pois já fazia quatorze dias que eles não comiam nada, dizendo-lhes que precisavam se alimentar para continuar vivendo.  Em seguida Paulo pegou pão e deu graças a Deus diante de todos. Depois partiu o pão e começou a comer. Então, depois da ORAÇÃO, eles ficaram com mais coragem e também comeram. Isso te lembra alguma coisa?

Todos que comeram do alimento ficaram mais fortes, mais confiantes. E nós, o que podemos fazer para nos mantermos firmes na nossa caminhada de cristão, não deixando que nosso barco afunde? Temos que nos alimentar! E o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes, é a EUCARISTIA. Esta é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade. 


Quando Jesus está no nosso barco, ou seja, na nossa vida, não devemos ter medo, pois na hora certa, Ele manda embora toda tempestade! 

6. Encerramento e oração final:

Vimos que Paulo passou por muitos perigos em sua viagem de navio de Israel para Roma, mas não deixou de confiar em Deus mesmo quando parecia que tudo ia dar errado. Quando passamos por dificuldades na vida, às vezes parece que nada vai dar certo, mas devemos confiar que Deus tem o melhor para nós.

Hoje aprendemos também que é preciso distinguir aquilo que é importante na nossa vida daquilo que muitas vezes carregamos em nosso barco, que só faz pesar e que pode nos fazer perecer. 

Vamos orar e pedir a Deus sabedoria para reconhecermos aquilo que é verdadeiramente importante em nossa vida e que nos ajude quando sentirmos medo.  


Pai do Céu, Pai amado, 
nos colocamos diante de Tua presença para pedir, 

em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
que nos dê sabedoria, discernimento para saber acolher
no nosso barco somente aquilo que não nos afasta de Ti.
Concede-me, Senhor, forças e coragem a fim de vencer 
as minhas dificuldades, e ajuda-me a que jamais 
seja dominadopelo medo do que possa acontecer. 
Afasta de mim qualquer pensamento de insegurança,
porque confio no Teu Eterno Amor, sabedor de que Deus 
a tudo preside e tudo deixa acontecer para o nosso bem!
Aumenta, Senhor, a nossa fé, 
para enfrentarmos e vencermos contigo
todas as tempestades. 
Seja bendito o teu Santo Nome, hoje e sempre. 
Amém!

Postado por Gathe Catequista às 07:53 Nenhum comentário:
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Marcadores: Apóstolo Paulo

terça-feira, 9 de junho de 2020

Jesus, vivo pensando em Ti!


“Um homem viveu, há séculos, no Oriente. E eu não posso olhar para uma ovelha, uma andorinha, um lírio, um campo de trigo, uma vinha, uma montanha, sem pensar nEle…”
– G. K. Chesterton
Ele nasceu numa vila obscura, filho de um camponês. Cresceu em outra vila, onde trabalhou como carpinteiro até os 30 anos. Então, por três anos, foi pregador itinerante. Ele nunca escreveu um livro. Nunca teve um escritório. Nunca constituiu família nem teve casa. Ele não foi para a faculdade. Nunca viveu numa cidade grande. Nunca viajou a mais de 300 quilômetros do lugar onde nasceu. Nunca realizou as coisas que normalmente acompanham a grandeza. Ele não tinha credenciais, a não ser ele mesmo. Tinha apenas 33 anos quando a onda da opinião pública voltou-se contra ele. Seus amigos fugiram. Um deles o negou. Foi entregue aos seus inimigos e sofreu zombarias durante seu julgamento. Foi pregado numa cruz entre dois ladrões. Enquanto estava morrendo, por meio de sortes seus executores disputavam suas roupas, a única coisa material que tivera. Quando morreu, foi colocado numa sepultura emprestada, por compaixão de um amigo. Vinte séculos se passaram, e hoje ele é a figura central da raça humana. Sinto-me plenamente confiante quando digo que todos os exércitos que já marcharam, todos os navios que já navegaram, todos os parlamentos que já discutiram, todos os reis que já reinaram, colocados juntos, não influenciaram a vida do homem nesta terra quanto aquela vida solitária."
___ James Allan Francis


Postado por Gathe Catequista às 15:56 Nenhum comentário:
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Marcadores: Jesus

quinta-feira, 28 de maio de 2020

O pecado nos impede de sentir o amor de Deus

Porque todos pecaram, todos estão impedidos da glória de Deus. (Romanos 3,23)
Objetivo:
  • Entender as consequências do pecado em nossa vida.
Recursos:
  • Um guarda-chuva preto (colar tirinhas com palavras ruins como: mentira, fofoca, desobediência, inveja, etc.);
  • Um punhado de papel picado (metalizado) ou pequenos corações de papel cartolina vermelho); 
  • Um rádio;
  • Óculos;
  • Algemas ou corrente;
  • Uma arma de brinquedo;
  • Uma jibóia de pano ou papel.
Depois da acolhida e da oração inicial, fazer o anúncio do tema.
Diga às crianças que Deus está pronto para derramar suas bênçãos sobre nós, mas há algumas coisas que impedem. Comece a conversar com eles acerca do pecado.
Mostrando os objetos enquanto fala, desenvolva o tema...
Vamos comparar a chuva com o amor de Deus.  Quando estamos no pecado, é como estar debaixo de um guarda-chuva: O  amor de Deus cai... cai... e o pecado não nos deixa sentir nada.  Escutamos uma rádio (rádio pecado) que fica falando muito nos nossos ouvidos para sermos desobedientes, mentirosos, invejosos, maldosos... Ouvindo essa rádio, começamos a enxergar as coisas diferentes (óculos)... Não aprecio nada que Deus criou, não vejo nada de bom em ninguém... (lentes que deformam a imagem e semelhança de Deus). Sei fazer o bem e não faço porque estou preso (algemas). O inimigo quer roubar o tesouro mais precioso de Deus (arma), que somos nós. A serpente do mal (jibóia) tenta nos enganar... Socorro, quem poderá me salvar??? 
Como vimos, o pecado nos afasta do amor de Deus, nos impedindo assim de receber as bençãos a nós destinadas!
(Chame um catequizando para vir à frente).
Continue:
Bom... Quando Deus quer nos abençoar e nós praticamos coisas erradas, é como se um guarda-chuva fosse aberto sobre nós e impedisse que as coisas boas vindas do Senhor nos atingissem.
  • (Neste momento, abra um guarda-chuva com algumas palavras coladas nele e entregue para a criança segurar).
  • Pegue um punhado de papel picado (metalizado dá um efeito mais bonito), ou pequenos corações,  e jogue em cima da criança simulando uma "chuva de bênçãos". Claro que a criança não será a atingida pelo agir de Deus, pois o guarda-chuva, cheio de coisas ruins impede com que isso aconteça.
  • Converse com as crianças sobre as coisas coladas no guarda-chuva e vá se desfazendo de cada uma delas. As palavras podem ser: mentira, fofoca, desobediência, etc.
Encerrando:
  • A partir do texto acima pode-se encenar um teatro com os itens mencionados (guarda chuva preto, rádio, óculos, algemas, arma - com a mão mesmo -  e jibóia - de pano ou papel).
  • No final da encenação, após explicar sobre a Misericórdia Divina, fazer uma oração pedindo perdão dos pecados.
  • Terminada a oração, convidar os catequizandos para fazer uma roda, na qual a jibóia ficará no meio, e motivar as crianças a ir,  uma a uma,  ao meio da roda, falar um pecado, e pisar, pular, chutar a jibóia,  significando a renúncia daquele pecado.
JESUS, NÃO QUERO MAIS PECAR!!!
Postado por Gathe Catequista às 19:35 Nenhum comentário:
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Marcadores: Pecado

Dinâmica da Amarelinha (Os Dez Mandamentos)

Objetivo:
  • Assimilar os Dez Mandamentos.

Recursos:
  • Um tapete com o desenho da amarelinha (ou giz para riscar o desenho no chão);
  • Uma pedrinha ou uma tampinha de garrafa.

Dinâmica:
  1. Convidar a turma para brincar. 
  2. Estender o tapete no local escolhido para a brincadeira ou riscar com giz o desenho no chão.
  3. Tirar a sorte para ver quem começa. 
  4. De fora da amarelinha, jogue a pedrinha ou tampinha, que deverá cair na casa de número 1.
  5.  Antes de pular, diga o Primeiro Mandamento e depois, com um pé, comece a pular, seguindo a ordem  dos números. Não pise na casa onde está a tampinha. Só coloque os dois pés no chão quando houver uma casa ao lado da outra. Vá pulando até chegar ao número 2; abaixe-se, mantendo-se num pé só, pegue a tampínha e pule por cima da casa de número 1. 
  6. Faça o mesmo com as outras casas.
  7. Se o catequizando errar, passa para outro coleguinha, que dará seguimento à brincadeira.
  8. Dar oportunidade para todos.

Obs: A brincadeira da amarelinha poderá ser usada para memorizar os Sacramentos, nesse caso, riscar o desenho com apenas sete casas. 


Postado por Gathe Catequista às 15:41 Nenhum comentário:
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Marcadores: Os Mandamentos

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Campanha da Fraternidade de 2020


Muito linda a imagem de Santa Dulce dos Pobres que eu acabei de adquirir! 

Nesta semana, os católicos celebraram a Quarta-Feira de Cinzas, início da Quaresma. Todos os anos, nessa data, a Igreja Católica lança a Campanha da Fraternidade.

O tema da campanha deste ano é “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso” e o lema bíblico é “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”, baseado na parábola do bom samaritano.

A Campanha da Fraternidade de 2020, além de fazer referência à parábola bíblica do bom samaritano, homenageia Irmã Dulce, canonizada no dia 13 de outubro de 2019, e que agora é chamada de Santa Dulce dos Pobres.


Santa Dulce dos Pobres, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado aos mais pobres e necessitados, principalmente na Bahia.



As ações deste ano estão centradas no compromisso de servir e ajudar aos mais necessitados com atitudes concretas, servindo-se do exemplo de vida de Santa Dulce, primeira brasileira a ser canonizada pela igreja Católica.

Santa Dulce dos Pobres, rogai por nós!


Oração de Santa Dulce dos Pobres 

Senhor nosso Deus,
lembrados de vossa filha,
a santa Dulce dos Pobres,
cujo coração ardia de amor por vós e pelos irmãos,
particularmente os pobres e excluídos,
nós vos pedimos:
dai-nos idêntico amor pelos necessitados;
renovai nossa fé e nossa esperança
e concedei-nos, a exemplo desta vossa filha,
viver como irmãos,
buscando diariamente a santidade,
para sermos autênticos discípulos missionários
de vosso filho Jesus.
Amém.

Postado por Gathe Catequista às 15:08 Nenhum comentário:
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Marcadores: Santa Dulce dos Pobres

sábado, 21 de setembro de 2019

A Hóstia que brilha!


Quando está se aproximando o dia da Primeira Eucaristia, eu sempre conto uma historinha que uma catequista partilhou conosco na página Catequistas em Formação. Fiz algumas alterações, para adaptar a história à nossa realidade.

A Hóstia que brilha...

A família do seu Marcos era muito participativa na comunidade onde viviam. Ele e sua esposa Carol participavam de muitas atividades na igreja. Marcos, logicamente sempre que podia, por causa dos horários de trabalho, mas não deixavam de ir sempre à missa. Quando não dava pra ir na parte da manhã, eles iam à tarde ou à noite, mas não faltavam nunca a missa aos domingos.

Com o passar dos anos, Carol engravidou e nem por isso deixou de participar: ia sempre rezar o  terço com os irmãos de comunidade, ajudava nas celebrações, comparecia às festas na igreja... Até que não deu mais e ela foi para o hospital, pois o seu filhinho ia nascer. E nasceu um garoto forte e quase carequinha. Ele tinha um montinho de cabelo bem no meio da cabeça, mas era uma graça! O garoto recebeu o nome de Felipe, bom, pelo menos é o que está escrito na certidão de nascimento dele, mas todos o chamam de Lipe, Lipinho.

E a vida continuou. Vocês acham que depois que o Lipe nasceu os pais deles pararam de fazer o que faziam, que era ir às novenas, a missa, participar das atividades? Que nada! Agora aonde iam, tinham que levar um carrinho de bebê e uma mala com fraldas, toalhinhas, lenços umedecidos...

Como toda criança, Lipe cresceu e começou a falar as palavrinhas que todos os pais esperam ouvir: MAMA e PAPA, só que vou contar uma coisa: Eu acho que essas palavras não significam mamãe e papai e sim mamadeira e papá de comida. Mas deixa os pais pensarem que os bebês estão chamando eles. Vamos voltar para a história.

Marcos e Carol iam em todos os lugares com o Lipe e um dos lugares que Lipe mais gostava era da Igreja. Quanto ele começou a engatinhar, se arrastava pelo chão da igreja e não queria mais saber de ficar no colo. Quando aprendeu a andar, vixe!!!! Aí foi um Deus nos acuda mesmo! Ele não parava quieto. Se seus pais dessem bobeira por um segundo, ele corria até o altar para ficar perto do padre. E lá ia Carol ou Marcos buscá-lo e tentar fazê-lo entender que tinha que ficar sentadinho e prestar atenção no que o padre estava fazendo. Porém o garoto era pequeno e logicamente tudo o que os pais falavam entrava por uma orelha e saía pela outra. E era assim em toda missa.

O tempo foi passando e os pais de Lipe continuavam ensinando o filho como se comportar durante a Missa, agora ele até ficava sentado, batia palmas e prestava atenção no altar, no padre, nos coroinhas, nos músicos, e só ia até o altar, quando acompanhava os pais na fila para receber a Eucaristia. Lipe olhava admirado os pais recebendo aquele “negócio branco” que a mãe falava que era o Corpo de Cristo.

E isso encantava Lipe, agora ele queria sempre se sentar nos bancos da frente para ninguém atrapalhar a visão dele do altar, tanto é que ninguém sentava no banco do Lipe. Ali ele via o padre perfeitamente, adorava as músicas do ofertório. Quando o padre fazia a consagração ele ajoelhava e ficava admirado.

Mas Lipe ficou doente. Os pais o levaram ao médico. Fez inúmeros exames, Raio X e nada de encontrar o que esse garoto tinha. Um dia, a mãe sem saber mais o que fazer, nem que remédio dar, perguntou para Lipe se ele queria alguma coisa. Para sua surpresa, ele disse que sim, ele queria “comer aquela coisa branca” que todos comiam na missa. E agora? Bom, Carol foi falar com o padre e este disse para levá-lo na Missa e no final, ir à sacristia que lá lhe daria uma hóstia não consagrada.

E foi o que fizeram. Levaram Lipe na missa e ele meio sonolento, febril, ficou aguardando o momento de “comer aquele negócio branco”.

No fim da missa, após todos saírem, a família de Lipe se dirigiu à sacristia e o padre estava esperando para dar a hóstia para Lipe. Quando Lipe chegou, fez até a inclinação do tronco que os pais faziam, o padre pegou a hóstia e levou até a boca do garoto. Só que ele não abriu a boca, ou melhor, abriu para falar: “- Não é essa que eu quero!” O padre disse que era igual aos que os pais recebiam, mas o garoto bateu o pé e disse que não. O padre foi lá e pegou outra, mas o garoto insistia que não era igual. Pronto! Agora o negócio complicou.

O padre resolveu perguntar para Lipe por que ele acreditava que não era igual e Lipe respondeu sem pensar um segundo: “- Aquela que meus pais comem, BRILHA!”

Bom, aqui tenho certeza que eles vão querer saber se o menino comungou a hóstia que brilha. Vou ter que explicar que primeiro o Lipe terá que ir para a Catequese para fazer a Primeira Comunhão. Rsrs

Encerrando, passei a falar um pouco sobre a minha história:


Fui batizada quando era bebê e lembro que desde pequena, minha mãe sempre me trazia à igreja, junto com os meus irmãos (ela nos beliscava quando conversávamos na hora da missa! rsrs). Meu pai não era frequentador assíduo, ele dizia que  não era de igreja, mas não nos proibia de vir e sei que era um homem de fé, pois muitas vezes o peguei rezando.

Quando eu era criança, eu já morava onde moro. É um pouco distante da igreja  e naquela época só tinha ônibus que fazia ponto final numa praça que ficava bem antes da minha casa, e muitas vezes nem tínhamos dinheiro pra pagar a passagem. Então, nós vínhamos a pé pra missa. A Catequese foi na casa da minha madrinha, ela foi a minha catequista. Recebíamos um livro fininho com perguntas e respostas, e como eu tinha muita facilidade para decorar, com um mês de catequese me consideraram "preparada" para receber o Sacramento da Eucaristia. Eu tinha nove anos de idade. Logo a seguir fui crismada, também aqui na Matriz, depois passei a participar, além das missas aos domingos, de um encontro com a Irmã Sacramento, uma freira que coordenava a catequese aqui na Paróquia.

Eu gostava de vir à igreja, mas pra falar a verdade, eu não entendia muito bem o que acontecia na missa, e quando era criança, às vezes  preferia ficar lá fora brincando.  Confesso que só fui aprender mesmo sobre a missa depois que me tornei catequista. Bom, ainda tem muita coisa que não entendo. Por exemplo, na hora de pedir perdão, sinto meu coração pequeno, pesado, e muitas vezes sinto uma tristeza, um mal-estar... Tem dia, “na hora do Glória”, que me dá vontade de sair pelo corredor cantando e dançando.  E muitas vezes, no momento da comunhão,  sinto as lágrimas caírem quando recebo Jesus das mãos do padre... São tantas coisas que ainda não entendo, mas uma coisa eu tenho certeza: “aquela coisa branca” que sempre está brilhando, é essa que eu quero!
JHS é uma sigla cristã, que representa as iniciais de Jesus Salvador dos Homens, é um dos símbolos da Igreja Católica. Aparece em relevo nas hóstias que o padre consagra e oferece aos fiéis nas missas.




Postado por Gathe Catequista às 06:25 Nenhum comentário:
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“É preciso ter uma meta, e a nossa meta é muito grande.

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Quem se acostuma com coisa pequena não pode ir para o céu. O céu é para quem sonha grande, pensa grande, ama grande e tem a coragem de viver pequeno. Isso é o céu.” Padre Léo

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'"Os que educaram a muitos para a justiça brilharão para sempre como estrelas."

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🎶 Se aos pés da Tua cruz, já me encontro, mas mesmo assim não compreendo tanto amor por mim... 🎶

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É assim que eu quero sempre estar! 💓

...

...
"No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso, não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem. Eu sou aquela pessoa que acredita no bem, que vive no bem e que anseia o bem. É assim que eu enxergo a vida e é assim que eu acredito que vale a pena viver." (Desconheço a autoria)

"Teu projeto eu já tracei, vai ao povo que eu te ensinarei o jeito certo de me anunciar.

"Teu projeto eu já tracei, vai ao povo que eu te ensinarei o jeito certo de me anunciar.
Basta que me peças que eu te ajudo a não errar."

Um pouco sobre mim

Sou catequista de crianças aqui na nossa paróquia. Ser catequista me traz muitas alegrias! Com os pequeninos, viro criança de novo! Costumo dizer que com eles, brinco de céu aqui na terra.
Ouvi diversas vezes que ser catequista é ser anjo na vida de alguém... Pode ser que sejamos anjos, mas essa certeza eu tenho: a de que, ao aceitar o chamado de Jesus para a Catequese, ganhei muitos anjinhos em minha vida.
Eu amo ser catequista! Agradeço todos os dias ao Senhor por esse presente que Ele me deu, que é a Catequese.

Jesus, Maria e eu

Jesus, Maria e eu
"Hoje, com certeza, não sou mais quem eu era antes, e amanhã não serei igual sou hoje, pelo simples fato de que quando deixamos Deus nos moldar pelas mãos de Maria, tudo se refaz, tudo evolui..."

EU E OS ANJOS

EU E OS ANJOS
Servindo ao Senhor Jesus neste ministério, me sinto pertencente a este batalhão dos arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel! Com eles proclamo que sou de Jesus e a Ele eu sirvo, e que nada vai conseguir me afastar do amor de Deus!

O Céu é o meu lugar!

O Céu é o meu lugar!
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de que!" _ Florbela Espanca

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