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domingo, 16 de agosto de 2015

Dilúvio - Arca de Noé



Objetivo:
  • Entender o significado de uma aliança;
  • Compreender que, embora a pessoa humana tenha dito não, Deus a resgata e faz aliança com ela. 

Ambiente:
  • Crucifixo, Bíblia, vela.

Recursos:
  • Uma aliança;
  • Uma vasilha com água;
  • Fotos de jornais ou revistas que ilustram as maldades realizadas pelos seres humanos. Colocá-los em destaque na sala.
  • Cartaz com fotos ou desenho do arco-íris (sinal da aliança de Deus com a Terra - Gn 9,13);
  • Tiras de cartolina com as palavras aliança, união, ternura, carinho, compromisso, fidelidade, ajuda, vida, amor;
  • Escrever uma faixa com a frase: "Eu estabeleço a minha aliança com vocês e seus descendentes" (Gn 9,9).


1. Acolhida e Oração Inicial
  • Receber a turma, dando atenção a todos. Fazer momento de animação, cantando a música nº 15.
  • Convidar cada um a acolher o imão, desejando-lhe a paz.
  • Estando todos em círculo, fazer o sinal da cruz. Observar se todos sabem fazê-lo corretamente. Ajudar, se necessário.
  • Repetir juntos, de mãos erguidas, a seguinte prece: Senhor Deus, nós nos reunimos em seu nome, pois somos seus amigos e queremos viver em sua presença. Nós pedimos que o Senhor encha nosso coração de paz  de alegria, que ilumine nossa inteligência e oriente nossa vida, para que nunca nos afastemos do seu amor. Amém!

2. Motivação 
  • Apresentar uma aliança que será passada de mão em mão para ser contemplada. Em seguida, pedir aos catequizandos que descrevam a aliança (forma, cor, consistência, espessura).       
  • Depois perguntar: Seus pais usam alguma aliança? O que ela significa? (Deixar que falem).
  • A aliança representa um compromisso de amor e fidelidade entre duas pessoas que se amam. Assim como duas pessoas se casam, se comprometem a unir suas vidas e caminhar juntas (o uso da aliança é sinal deste compromisso), Deus também fez um acordo com seu povo para caminhar com Ele. Um acordo é um compromisso entre duas pessoas, no qual cada uma deve fazer a sua parte. Deus fez muitos acordos com o seu povo, qua chamamos de alianças. 
       Em seguida, perguntar:     
         
        - Quais  são  os  sinais  de  aliança  de  fidelidade  que   encontramos   na 
          comunidade?

        - Quais são as atitudes de fidelidade que nós praticamos na família?
  • A seguir, organizar o grupo em equipes de três catequizandos e distribuir as palavras previamente elaboradas. Após breve reflexão, voltar ao grande círculo e partilhar o seu pensamento. 

3. Desenvolvendo o tema:

Vimos no encontro passado que tudo o que Deus criou é bom. Perguntar se as fotos nos jornais que estão na sala representam coisas boas ou más. Foi Deus ou o ser humano que criou essas coisas más? Certamente foi o ser humano. Logo após o relato da história da criação, o livro de Gênesis nos conta que os seres humanos que foram criados desobedeceram a Deus e um de seus filhos matou o próprio irmão. Este texto nos ensina que o mal entrou no mundo através das escolhas que o ser humano faz. Podemos escolher o bem e o mal. Quando escolhemos o mal, escolhemos o pecado.

Encontramos também no livro de Gênesis uma história que traz um grande ensinamento para o povo que fazia o mal. Esta história nos mostra que Deus quer que o ser humano escolha o bem. Vamos ver o texto da história do dilúvio e da Arca de Noé.


4. Leitura: Gn 6,5-9, 17; 7,1; 7, 17; 8; 9,12-17

Partilha:
  • Quem está falando no texto?
  • Sobre o que Deus está conversando com Noé?
  • O que o texto diz a respeito da aliança?
A aliança, como vimos, representa um compromisso de amor e fidelidade entre duas pessoas que se amam. Assim como duas pessoas se casam, se comprometem a unir suas vidas e caminhar juntas (o uso da aliança é sinal deste compromisso), Deus também fez um acordo com seu povo para caminhar com Ele. Um acordo é um compromisso entre duas pessoas, no qual cada uma deve fazer a sua parte. Deus fez muitos acordos com o seu povo, que chamamos de alianças.

Quando pensamos em aliança, temos em mente que Deus nos criou à sua imagem e semelhança, mas o pecado nos distanciou dos planos de Deus. A nossa relação com Deus sempre foi marcada pela infidelidade humana e pela fidelidade divina. Mas Deus nunca desistiu de seu povo. Ele sempre quis fazer aliança com a pessoa humana. O amor de Deus pela pessoa humana é a sua aliança fiel. A aliança é sempre sinal de comprometimento, de compromisso e de vida. Toda vez que Deus restabelece a aliança, Ele recria a vida. Em Jesus, Deus estabeleceu uma aliança eterna com o seu povo que não pode mais ser rompida. O relato da história de Noé indica um recomeço da criação; é o símbolo da vida nova que vai se realizar para sempre em Jesus.

A história do dilúvio nos mostra como a maldade dos seres humanos desagrada a Deus, por isso veio a decisão de acabar com tudo o que criou. Mas no mundo há pessoas que escolhem fazer o mal e outras que escolhem fazer o bem. No texto que vimos, Noé era um homem bom, por isso Deus o preserva, juntamente com sua família. O dilúvio não matou a Noé e sua família, pelo contrário, a partir das águas do dilúvio eles começaram uma vida nova. Deus selou então uma aliança com eles e o arco-íiris tornou-se o símbolo desta aliança.

Perguntar aos catequizandos:
  • Se há alguma atitude no mundo que eles gostariam que fosse destruída, pois acham que ela não está agradando a Deus;
  • Se há alguma atitude deles mesmos que gostariam que fosse destruída ou modificada;
  • Se nós somo capazes de achar graça diante de Deus (a importância de se praticar  o bem em casa, na escola, na comunide...);
  • Somos capazes de sermos obediente como Noé foi?
  • Somos capazes de fazer a diferença no mundo? E queremos ser essa diferença?

Oito ensinamentos que podemos colher da passagem de Noé e o dilúvio
A mensagem do relato do dilúvio (Gen 6-9) quer mostrar o seguinte:
1- Deus é santo e puro;
2- Deus é justo; não pode deixar o mal imperar;
3- Deus é clemente; convida à conversão antes de corrigir;
4- O dilúvio marca o fim de um período da história religiosa da humanidade e marca o início de uma nova era; é como se fosse o início de um novo mundo, onde Deus faz aliança com Noé, o “pai” da nova humanidade;
5- Noé é uma imagem de Cristo. Noé salvou a humanidade pelo lenho da arca, Cristo vai salvá-la pelo lenho da cruz, do dilúvio do pecado.
6- A arca de Noé é uma figura da Igreja; assim como ninguém sobreviveu fora da arca, ninguém se salva fora da Igreja. Todos os que se salvam, mesmo que não pertençam à Igreja, se salvam por meio de Cristo e da Igreja, ainda que não saibam disso;
7- As águas do dilúvio são figura do Batismo, que pela água dá vida aos fiéis e apaga os pecados;
8- o dilúvio, como nova criação, prefigura “os novos céus e a nova terra” (2Pe 3,5-7.10) que haverão no fim da história.

(Prof. Felipe Aquino)

5. Atividades
  • No final da folha.

6. Encerramento e Oração Final
  • Iniciar a oração cantando a música nº 14 do livro Deus é Amor, do Pe. Orione Silva.
  • Estando todos em círculo, convidar os catequizandos a uma atitude de silêncio, respirando pausada e profundamente. Motivá-los a se colocarem nas mãos de Deus sempre fiel  e que deseja estabelecer sua aliança conosco por meio de Jesus.
  • Agora, de mãos dadas, repetir juntos: Meu bom Deus, obrigada por sua fidelidade e seu amor. Quero sentir seu carinho e sua proteção em toda a minha vida. Quero me alegrar com a sua presença e festejar sua bondade. Quero permanecer firme junto do Senhor, pois acredito que o Senhor me ama e me dá o seu amor. Por isso, meu Deus, não quero me separar do Senhor, para que seu amor ilumine sempre a minha vida. Amém. 
  • Desejar uma boa semana e motivar para o próximo encontro.

Fontes:
  • Bíblia Sagrada
  • Livro Nossa Vida com Jesus - Diocese de Joinville
  • Livro Deus é Amor, do Padre Orione Silva
  • Livro O Caminho - Diocese de Duque de Caxias



ATIVIDADES


(Frente)


(Verso)





ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO


Sem perceber, preparei duas  vezes a palavra "ternura". Mas, como nada é por acaso, deixei que ficasse, e depois fiquei meditando, de maneira especial,  sobre o seu significado: Ternura é qualidade do que é terno; meiguice; disposição para os sentimentos suaves; afeto brando e carinho. 

"Ternura é um gesto de carinho, um afago, seja em um 
suave toque, num cândido olhar, na sutileza de um entender... 
É um sorriso infantil, a doçura do bem querer, de saber amar. 
É um beijo singelo, mas cheio de calor. 
Um suspiro de prazer ao ouvir: Eu te amo!" 
Tudo de bom! 





"A tua ternura, Senhor, vem me abraçar

E a tua bondade infinita me perdoar

Vou ser o teu seguidor e te dar o meu coração

Eu quero sentir o calor de tuas mãos."   ♪ ♫ 





































































Paz e bem!


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Papa institui na Igreja Católica "Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação".


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco enviou uma carta ao Cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz e ao Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, na qual afirma que, compartilhando com o amado irmão o Patriarca Ecumênico Bartolomeu as preocupações pelo futuro da criação e, acolhendo a sugestão de seu representante, o Metropolita Ioannisde Pérgamo, que se pronunciou na apresentação da Encíclica Laudato Si sobre o cuidado da casa comum, decidiu instituir também na Igreja Católica o "Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação" que, a partir do ano corrente será celebrado em 1° de setembro – assim como já ocorre há tempos na Igreja Ortodoxa.
Motivação

Como cristãos, - escreve o Papa - queremos oferecer a nossa contribuição à superação da crise ecológica que a humanidade está vivendo. Por isto devemos, antes de tudo, buscar no nosso rico patrimônio espiritual as motivações que alimentam a paixão pelo cuidado da criação, recordando sempre que para os que creem em Jesus Cristo, Verbo de Deus que se fez homem por nós, «a espiritualidade não está desligada do próprio corpo nem da natureza ou das realidades deste mundo, mas vive com elas e nelas, em comunhão com tudo o que nos rodeia» (ibid., 216).

A crise ecológica – reafirma Francisco - nos chama, portanto, a uma profunda conversão espiritual: os cristãos são chamados a uma «conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus» (ibid., 217). De fato «Viver a vocação de guardiões da obra de Deus não é algo de opcional nem um aspecto secundário da experiência cristã, mas parte essencial duma existência virtuosa» (ibid).
Protetores

O Santo Padre destaca em seguida que o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, que será celebrado todos os anos, oferecerá aos fieis individualmente e às comunidades a preciosa oportunidade de renovar a pessoal adesão à própria vocação de custódios da criação, elevando a Deus o agradecimento pela obra maravilhosa que Ele confiou ao nosso cuidado, invocando a sua ajuda para a proteção da criação e a sua misericórdia pelos pecados cometidos contra o mundo em que vivemos. A celebração do Dia, na mesma data, com a Igreja Ortodoxa, será uma ocasião profícua para testemunhar a nossa crescente comunhão com os irmãos ortodoxos.

O Papa Francisco recorda que vivemos em um tempo em que todos os cristãos enfrentam idênticos e importantes desafios, aos quais, para resultar mais críveis e eficazes, devemos dar respostas comuns. Por isto, é seu desejo que tal Dia possa envolver, em qualquer modo, também outras Igrejas e Comunidades eclesiais e ser celebrado em sintonia com as iniciativas que o Conselho Mundial de Igrejas promove sobre este tema.
Tarefas

Ao Cardeal Turkson, Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, o Santo Padre pede para levar ao conhecimento das Comissões Justiça e Paz das Conferências Episcopais, bem como dos Organismos nacionais e internacionais comprometidos no âmbito ecológico, a instituição do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, para que, em harmonia com as exigências e as situações locais, a celebração seja devidamente organizada com a participação de todo o Povo de Deus: sacerdotes, religiosos, religiosas e fieis leigos. Para este objetivo, será de responsabilidade deste Dicastério, em colaboração com as Conferências Episcopais, implementar oportunas iniciativas de promoção e de animação, para que esta celebração anual seja um momento forte de oração, reflexão, conversão e uma oportunidade para assumir estilos de vida coerentes.

Já ao Cardeal Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, pede para realizar os contatos necessários com o Patriarcado Ecumênico e com as outras realidades ecumênicas, para que tal Dia Mundial possa tornar-se sinal de um caminho percorrido conjuntamente por todos os que creem em Cristo. Será responsabilidade, além disto, deste Dicastério, cuidar da coordenação com iniciativas similares tomadas pelo Conselho Mundial de Igrejas.Enquanto faz votos da mais ampla colaboração para o bom início e desenvolvimento do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, o Papa Francisco invoca a intercessão da Mãe de Deus, Maria Santíssima, e de São Francisco de Assis, cujo Cântico das Criaturas inspira tantos homens e mulheres de boa vontade a viver no louvor do Criador e no respeito pela criação. (SP)
http://br.radiovaticana.va/news/2015/08/10/papa

E Deus viu que tudo era muito bom!




No encontro anterior, fizemos um piquenique no pátio da igreja e conversamos sobre todas as maravilhas que Deus criou para nós. No passeio, pedi às crianças que observassem em tudo o que estava ao seu redor, o que foi feito por Deus e o que foi feito pelos seres humanos, para comentarmos no próximo sábado, que foi o da semana passada. 

Nesse encontro, dando continuidade ao tema já iniciado, logo que chegamos, convidei os catequizandos para formar um cenário no centro da sala com vários objetos que representam as coisas de Deus. 

A seguir, pedi que formassem um círculo em volta dos objetos, para o nosso momento de oração. Convidei-os a fazer o sinal da cruz e perguntei-lhes se sabiam por que a gente faz o sinal da cruz. Deixei que falassem e depois acrescentei ao que disseram que fazemos o sinal da cruz para lembrar a presença de Deus junto de nós. Nós nos reunimos em nome de Deus porque sabemos que Ele está presente em nosso meio. Esse é o sentido do sinal da cruz. 

Depois do sinal da cruz, com a mão direita no coração, rezamos: "Senhor, nós estamos aqui reunidos em seu nome. Com muita confiança, pedimos sua bênção e proteção. Venha cuidar de nós e nos ajudar a viver felizes, no seu amor e na sua presença. Amém!"

Terminada a oração, motivei: "Hoje vamos falar sobre a criação do mundo. Quando Deus criou o mundo, a terra estava vazia. Deus foi criando e colocando cada coisa no seu devido lugar. E Ele viu que tudo era muito bom...

Encontramos a história da criação no início da Bíblia, no livro de Gênesis. Esse texto foi escrito muitos anos antes de Jesus nascer. É uma história que foi contada para mostrar como deve ser a relação do ser humano com Deus e com tudo o que Ele criou. Nesse momento, pedi aos catequizandos que olhassem para os objetos que se encontravam no centro da sala. Dei alguns segundos para que refletissem sobre o que viam. 

Continuando, lembrei-lhes do nosso passeio, das coisas que viram. Entreguei para cada criança uma folha para que fizesse uma lista de coisas feitas pelo homem. Após a listagem, falei: Observando a natureza em nosso bairro, descobrimos que existem coisas que não foram feitas pelo homem. Que coisas são essas? (Deixei que falassem). Ao final, perguntei novamente: Quem fez as coisas que homem nenhum consegue fazer? Pedi que fizessem outra lista na folha que lhes dei.

Quando terminaram, disse-lhes: Só Deus é capaz de criar, produzir algo a partir do nada. Os Anjos, o céu, a terra, o sol, as estrelas, as plantas, os animais, os rios, os mares, as montanhas... Tudo foi feito por Deus e o seu trabalho é maravilhoso.

Na Bíblia, lemos a história de como Deus criou o mundo. Perguntei: Quem sabe em que livro está escrita a história da Criação? (Todos responderam certo). Continuei: Isso mesmo! O relato da história da Criação encontra-se no primeiro livro da Bíblia, o "Gênesis", que quer dizer "origens" do mundo e do homem. O texto de hoje, que narra a história de como Deus criou o mundo, vai mostrar por que somos pessoas tão especiais aos olhos de Deus. No meio de todas as criaturas, o ser humano ocupa um lugar especial.

Convidei-os a abrir a Bíblia em Gênesis 1, 1-31 e escolhi algumas crianças para que cada uma lesse um texto que falasse sobre cada etapa da Criação. Depois partilhamos o que lemos.

A seguir, disse aos pequeninos: Neste momento, vamos esquecer as modificações, transformações e poluições que o homem realizou. Há muita coisa destrutiva, mas há também muita coisa boa. Temos o sol que produz luz e calor e que ajuda as plantas a crescer; e quantas frutas gostosas: manga, acerola, laranja, banana, mamão e tantas outras! (Perguntei se conheciam outras e deixei que falassem). E a variedade de flores que possuímos, suas cores maravilhosas! E a água limpa que mata a nossa sede!

Devemos cuidar muito dos animais, das plantas e dos pássaros. Como é interessante observar a vida dos animais, sua pele, seus hábitos: a preguiça com seu movimento dócil; a raposa com sua pele muito bonita; o preá corre cheio de vida. Você conhece outros animais? (Deixar que falem). Muitas espécies de aves, de animais e de peixes já desapareceram. Vamos respeitar a natureza.

E quem fez tudo isso para nós? Quem criou, enfim, tudo e todas as coisas que existem? Foi Deus que criou e nós sempre devemos dizer-lhe: "Muito obrigado, Senhor!"

Agradecemos a Deus por todas as coisas vivas, pela terra e pela água. Vamos agradecer a Deus, também, pela criação do homem e da mullher. Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança, como a obra mais perfeita e grandiosa. Deus criou o ser humano à sua semelhança e lhe confiou o mundo. Ao criar o ser humano, Deus o abençoou de um modo todo especial e confiou a ele toda a criação para que cuidasse dela com amor. É maravilhoso saber que tudo que Deus criou foi pensando em nós, em nossa felicidade!

Finalizando, acalmei a turma para a oração. Estando a turma em silêncio, meditamos: Deus criou tudo com muita sabedoria, para o nosso bem. E viu que tudo era bom e útil para nós. A terra, a água, o ar, as plantas, os animais, a inteligência e a liberdade humanas - tudo é importante para a nossa felicidade.

Falei um pouco sobre a vida de São Francisco de Assis e contei duas historinhas sobre esse Santo que eu admiro muito. Francisco amava a natureza e conversava com ela. Francisco louvava a Deus unindo-se aos animais, conversava com eles, respeitava-os. Amava também o fogo, a água, o vento, o ar e a todos chama de "irmãos".

Convidei a turma para rezar o Cântico das Criaturas, de São Francisco de Assis, criando dois grupos. Cada grupo rezou uma estrofe.

Terminada a oração, fomos para o pátio da igreja, onde brincamos de pular corda e jogar peteca. Antes, o Cauã, irmão de um catequizando, distribuiu sacolinhas com doces para todos que estavam presentes. É que o Cauã fez aniversário dias antes e pediu à sua mãe para ir à Catequese nesse sábado.

Mais uma vez, foi tudo muito bom! Obrigada, meu Deus, por mais esse encontro!


Louvado sejas, meu Senhor, por todas as maravilhas que criastes! 



Cântico das Criaturas, 
de São Francisco de Assis 


Altíssimo, onipotente e bom Senhor. 
A ti louvor, glória e toda bênção!
Só a ti ele convém, ó Altíssimo, 
e nenhum homem é digno de te nomear.

Louvado sejas, meu Senhor, em todas as criaturas, 
especialmente em nosso irmão Sol,
por quem nos dás o dia, a luz; 
ele é belo, radioso, de grande esplendor.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã Lua e pelas Estrelas! 
No céu as formastes, claras, preciosas e belas.

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmãos Vento.  
E pelo Ar e pelas Nuvens, pelo azul do céu,
e por todos os tempos através dos quais sustentas toda criatura.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã Água,
tão útil e tão humilde, preciosa e pura! 

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão Fogo,
através do qual iluminas a noite! 
Ele é belo e jubiloso, indomável e forte!

Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa mãe, a Terra. 
Que nos apoia e nutre, que produz a infinidade de frutos, 
com as flores e as folhas.

Louvai e bendizei ao meu Senhor, 
dai-lhe graças e servi-o com toda a humildade.





    ATIVIDADES



    (Frente)

    (verso)



    ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO




















































































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