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domingo, 3 de maio de 2015

Um Sim Especial


Hoje iniciamos o nosso encontro rezando uma dezena do terço, o que faremos em todos os sábados do mês de maio, meditando um Mistério por semana, que serão os Gozosos. Hoje meditamos o primeiro Mistério (A Anunciação), tema do nosso encontro já iniciado na semana passada. Depois da oração inicial, falei às crianças que a Igreja dedica a Maria todo o mês de maio e que no dia 31, celebramos a visita de Maria a Isabel. Nesse mês são realizadas muitas orações pedindo que ela interceda por nós junto ao seu Filho e uma forma de oração é o Terço. Uma das orações que estão presentes no terço é a "Ave Maria". A Ave Maria é uma oração que contém as palavras do Anjo na "Anunciação" como já vimos: "Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco". Contém também a saudação de Isabel: "Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus". A segunda parte da oração, "Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte" é o reconhecimento da Igreja ao longo dos séculos, que Maria é mãe de Jesus e Jesus é o Filho de Deus, portanto, ela é mãe de Deus Filho. Ela que se encontra junto do Filho, pede a Ele por nós. 
A seguir, falei às crianças que faria algumas perguntas, às quais elas deveriam responder "sim" ou "não" com gestos, sem falar. O gesto do "sim", com os braços estendidos e o gesto do "não", com os braços cruzados sobre o peito. Gostaram e riram muito durante a brincadeira! rs Depois da dinâmica, conversei com os pequeninos, mostrando-lhes que todos os dias tomamos decisão e dizemos"sim" ou "não". Dei alguns exemplos.Convidei as crianças para escutar como Maria respondeu ao anjo. Fizemos uma pequena procissão da Bíblia, ao som da Ave Maria instrumental. Depois da leitura, refletimos juntos sobre esse "sim" muito especial, dado por uma mulher muito especial. Maria disse "sim" a Deus e, através do seu "sim, Jesus veio ao mundo, viveu aqui na terra e ensinou muitas coisas. O "sim" de Maria mudou a história.Vimos mais uma vez como em nosso dia-a-dia podemos dizer "sim" a Deus: em casa (obedecendo pai e mãe, não brigando com os irmãos...), na catequese (indo aos encontros com alegria, participando das missas...), na escola (respeitando os colegas, as coisas dos outros, obedecendo a professora...).No momento das atividades, cantamos juntos a música Maria de Nazaré. Encerrando, entreguei uma rosa para cada criança e motivei-os para rezar uma Ave-Maria. Em seguida, colocamo-nos de frente para o altar e cada criança estendeu a sua mão com a flor em direção à imagem da Virgem maria, cantando o refrão: "Quero dizer meu sim, como tu Maria, como tu, um dia, como tu, Maria...". Levaram a rosa para casa para lembrar de rezar durante a semana a Ave-Maria.Foi muito bom o nosso encontro! Fiquei muito feliz! 


ROTEIRO DO NOSSO ENCONTRO

Objetivos:
  • Conhecer como Jesus entrou na história dos homens por meio do “sim” de Maria;
  • Aprender dizer “sim” aos convites que Deus nos faz;
  • Imagem de Maria com o Menino Jesus.

Ambiente:
  • Imagem de Maria
  • Imagem do Anjo Gabriel
  • Bíblia, vela, flores
Recursos:
  • Flores de papel, de acordo com o número de crianças;
  • Terços para cada criança.

1. Acolhida e Oração Inicial
  • Acolher a turma alegremente. Perguntar se todos estão entusiasmados para mais um encontro. Cantar música animada.
  • Criar clima de oração, para conversar com Deus.
  • Motivar: A Igreja dedica a Maria todo o mês de maio. No dia 31 de maio celebramos a visita de Maria a Isabel. Nesse mês são realizadas muitas orações pedindo que ela interceda por nós junto ao seu Filho.  Muitas comunidades fazem a coroação de Nossa Senhora, onde as crianças se vestem de anjo e levam flores, o véu e a coroa para ofertar a ela. Outra forma de oração é o Terço. Uma das orações que estão presentes no terço é a “Ave Maria”. A “Ave Maria” é uma oração que contém as palavras do anjo na anunciação: “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco”. Contém também a saudação de Isabel: “Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”. A segunda parte da oração “Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte” é o reconhecimento da igreja ao longo dos séculos que Maria é mãe de Jesus e Jesus é o Filho de Deus, portanto ela é a mãe de Deus Filho. Ela que se encontra junto do Filho pede a ele por nós. Por isso rezamos: “Ave Maria, cheia de graça... ". Neste mês, a nossa oração inicial será o Terço. Rezaremos uma dezena em cada sábado (Explicar para as crianças o que é o Terço, falar sobre os mistérios...).
  • Iniciar a oração do Terço, com a participação de toda a turma. O catequista inicia com o Pai Nosso e cada criança reza uma Ave Maria.
  • Deixar as crianças à vontade, sem exigir muito silêncio, pois com certeza farão perguntas e conversarão com os coleguinhas do lado, até para certificar-se de que estão com a mãozinha na continha certa.
  • No final, cantar a música “Maria de Nazaré”, do Padre Zezinho.

2. Desenvolvendo o tema:

Antes do nascimento de Jesus, o povo esperava que Deus enviasse um salvador. Para o povo, esse salvador iria libertá-lo do poder de outros povos que o dominava e iria construir um mundo novo. No meio desse povo havia uma jovem chamada Maria. Era noiva de um homem chamado José. Antes de se casar com ele foi escolhida por Deus para ser a mãe do Filho  de Deus, que viria ao mundo como Salvador, mas um Salvador um pouco diferente do que o povo esperava.
Um anjo anuncia a Maria a boa notícia de que seria Mãe do Salvador dizendo: “Alegra-te, o Senhor está contigo!” E o anjo conta que ela será a mãe de Jesus por obra de Deus. Mara acolhe esse anúncio com um grandioso “sim”. Após algum tempo, Maria colocou-se a serviço de sua parenta Isabel que também estava grávida e precisava de cuidados porque tinha a idade avançada. Quando Maria chegou  à casa de Isabel e a saudou, a criança estremeceu no seu ventre. Isabel disse à Maria: “Bendita é tu entre as mulheres é bendito é o fruto  de teu ventre”.
Algum tempo depois, nasceu Jesus. Maria cuidou dele, o criou, o educou e o seguiu como discípula até a morte dele. Ela sempre foi um modelo para a Igreja de discípula fiel.


3. Dinâmica: “Sim ou não”
  • As crianças poderão ficar em pé ou sentadas, formando um círculo. O catequista explica que fará algumas perguntas às quais elas devem responder apenas “sim” ou “não”, mas sem falar.
  • O gesto do “sim” são os braços estendidos para a frente e o gesto do “não” são os braços cruzados sobre o peito. Na sequência, o catequista faz as perguntas: Quer tomar um sorvete? Quer levar um beliscão? Arrumar sua cama? Foi à missa no domingo passado? E outras, de acordo com a sua realidade.
  • Após a dinâmica, conversar com as crianças, dizendo que todos os dias tomamos decisão e dizemos sim ou não.
  • Dizer-lhes que neste encontro vamos conhecer a história de uma mulher especial, que deu um sim também muito especial.
  • Convidar as crianças para escutar como Maria respondeu ao anjo. Pode-se fazer uma pequena procissão da Bíblia, com velas, flores e a imagem de Maria. Colocar música instrumental.

5. Leitura: Lc 1,38 

Podemos ler o texto da Bíblia ou contar a história conforme abaixo.


“Um Sim Especial”

Há muitos e muitos anos, na cidade de Nazaré, na Galiléia, morava uma moça chamada Maria.
Todas as pessoas daquele lugar conhecia as palavras dos profetas, que diziam que Deus escolheria uma moça para ser a mãe do Seu Filho.
Maria era humilde e confiava em Deus. Tinha um coração aberto para Deus. Rezava, fazia com amor seus afazeres e olhava a todos com bondade e ternura.
Um dia, um anjo foi enviado à Maria e lhe disse:
- Deus escolheu você, Maria, para ser a Mãe do Salvador, porque Deus olhou para a sua bondade e humildade.
Maria ficou rezando baixinho e disse:
- Meu Deus, seja feita a Sua vontade. Sim, eu aceito.
E o anjo voltou para Deus.

Sugestão: Usar gravuras de Maria e do Anjo para ilustrar a história.

Conversando com a história:
  • O texto fala de quê?
  • Quem aparece no texto?
  • Como era Maria?
  • Maria foi escolhida para que?
  • Qual foi a resposta de Maria?
  • O que a Palavra fala para mim, para nós?

Mensagem:
  • Refletir com as crianças: Maria disse “sim” a Deus e, através do seu “sim”, Jesus veio ao mundo, viveu aqui na terra e ensinou muitas coisas. O “sim” de Maria mudou a história.
  • Em nosso dia-a-dia podemos dizer “sim” a Deus: em casa (obedecendo pai e mãe, não brigando com os irmãos), na catequese (indo aos encontros com alegria, participando das missas...), na escola (respeitando os colegas, as coisas dos outros, obedecendo a professora...).

6. Oração Final e Encerramento
  • O catequista entrega uma flor para cada criança. Motivar para rezarem uma Ave-Maria.
  • Em seguida, colocam-se de frente para o altar, e cada criança estende a sua mão com a flor em direção à imagem de Maria, cantando a música:

Quero dizer meu sim

Quero dizer meu sim, como tu Maria,
Como tu, um dia, como Tu, Maria

Quero negar-me a mim, como Tu, Maria,
Como tu um dia, como tu, Maria

Quero seguir Jesus, como Tu, Maria,
Como Tu, um dia, como Tu, Maria

                     


  

Maria de Nazaré

Padre Zezinho

Maria de Nazaré, Maria me cativou
Fez mais forte a minha fé 
E por filho me adotou
Às vezes eu paro e fico a pensar
E sem perceber, me vejo a rezar
E meu coração se põe a cantar
Pra Virgem de Nazaré
Menina que Deus amou e escolheu
Pra mãe de Jesus, o Filho de Deus
Maria que o povo inteiro elegeu
Senhora e Mãe do Céu
Ave-Maria (3X), Mãe de Jesus!

Maria que eu quero bem, Maria do puro amor
Igual a você, ninguém
Mãe pura do meu Senhor
Em cada mulher que a terra criou
Um traço de Deus Maria deixou
Um sonho de Mãe Maria plantou
Pro mundo encontrar a paz
Maria que fez o Cristo falar
Maria que fez Jesus caminhar
Maria que só viveu pra seu Deus

Maria do povo meu

ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO:


















quarta-feira, 29 de abril de 2015

Dizimista Mirim - Diferença entre Dízimo e Oferta


O QUE É O DÍZIMO?

É uma contribuição mensal, realizada com amor, fruto do compromisso pessoal com Deus, como reconhecimento por tudo que foi recebido tanto em bens materiais como espirituais. O dízimo tem o dom de formar comunidade, é portanto, tudo o que entregamos na comunidade e que contribui no seu crescimento de forma madura.

DIFERENÇA ENTRE DÍZIMO E OFERTA

DÍZIMO é um compromisso mensal regular com a Igreja. É aquela parcela que todo o mês devolvemos a Deus através da Comunidade, calculada sobre toda a renda mensal. E sendo entregue regularmente, possibilita à Paróquia atender todas as despesas mensais da Evangelização. OFERTA é algo que  se dá  além do dízimo. Por  exemplo: As ofertas que  se  colocam nas Missas e Celebrações da Palavra, ou  mesmo ofertas dadas na Comunidade. Pois bem, essas ofertas não são  dízimo, são ofertas ocasionais.
OFERTAS são contribuições espontâneas ocasionais e DÍZIMO é uma contribuição mensal e periódica.

O QUE  GANHO  DANDO O DÍZIMO?
Não  se deve dar o Dízimo por  causa  do  retorno. Deus também nos dá tanta coisa boa e qual retorno que Ele recebe? Como o dízimo eu aprendo a ser generoso. Um coração agradecido sempre agrada a Deus. Eu retribuo um pouco a Deus, do muito que Ele me dá? Dízimo é gesto de fé, de gratidão, de fraternidade.

QUANTO DEVO DAR DE DÍZIMO?
 “Cada um dê conforme o impulso de seu coração, não dê de má vontade os constrangido, pois Deus ama a quem dá com alegria” ( II Cor 9,7). São Paulo não fala de dízimo de dez por  cento, nem de um por  cento. Ele prefere dizer que o cristão faça a sua entrega: “Segundo o impulso do  seu  coração”. Portanto, para ser dizimista é importante ter um coração generoso e agradecido.
Deus não olha a  quantia que  lhe  oferecemos. Deus olha a nossa  sinceridade e a quantia de amor e da gratidão que  temos para  com Ele. A Igreja Católica, no Brasil, sempre sensível às  necessidades do povo, pede que  cada um dê o dízimo de acordo com seu  coração e de acordo com sua  consciência.

QUEM DEVE DAR O DÍZIMO?
Todos devem dar o dízimo. Independente da classe social, ninguém está dispensado, nem o Bispo, nem o Padre e nem o Diácono. Todos sem exceção, formam a Comunidade e, portanto, são responsáveis por ela.

Fonte: Blog da Paróquia São Roque (Salto - SP)
ORAÇÃO DO DIZIMISTA MIRIM
Ó querido Papai do Céu, obrigado pela vida que me deste.
Obrigado pelo papai e pela mamãe.
Obrigado pela minha família.
Ajuda-me Senhor, para que
eu seja sincero, humilde e paciente.
Dá-me um coração generoso,
amigo e solidário, para que eu aprenda a partilhar 
o pouco que tenho na Comunidade.
Abençoa, Senhor, nossas famílias,
nossos amigos e todas as pessoas
que estão ao nosso lado.
Amém.

terça-feira, 28 de abril de 2015

O Que é o Dízimo?


1. DÍZIMO  -  SENTIDO  DE COMUNIDADE  E DE PARTILHA 
  
O dízimo hoje:

Para entender o dízimo hoje é preciso ter em mente duas coisas fundamentais:
  • PRIMEIRO,  tudo o que somos e o que temos vem de Deus, nada é nosso, tudo nos é dado gratuitamente por Deus;
  •  SEGUNDO, é que nós pertencemos a uma comunidade, não vivemos sozinhos, participamos de uma comunidade e somos responsáveis por ela.
Assim, o dízimo, para nós dizimistas, assume os seguintes significados:
  • Culto de louvor a Deus.
  • O dízimo expressa nosso amor e fidelidade ao Pai. 
  • Reconhecimento de que tudo o que temos vem de Deus. Nada é nosso. Tudo o que “conquistamos” foi-nos dado por graça de Deus.
  • Comunhão com os irmãos. O que temos foi-nos dado para ser colocado  em comum para que cada um receba segundo as suas necessidades.
  • Dízimo é partilha. E partilhar não é dar o que nos sobra, mas dar o que o    outro precisa.
Por outro lado, para quem administra o dízimo, ele tem o significado de manutenção. É o que torna possível a vivências das três dimensões da ação evangelizadora da Igreja: DIMENSÃO RELIGIOSA, DIMENSÃO MISSIONÁRIA e DIMENSÃO SOCIAL.

A DIMENSÃO RELIGIOSA se refere à manutenção do templo, da liturgia e dos sacerdotes. É com o dízimo que são pagas todas as despesas relacionadas à igreja-templo: energia elétrica, água, telefone, impostos, reformas, etc. É com o dízimo também que são comprados todos os materiais de uso nas liturgias.

Você já parou para pensar o quanto se gasta para que aconteçam as missas em sua comunidade? São as hóstias, as velas, os folhetos, os livros de canto, as vestes litúrgicas, os objetos sagrados e alguns outros materiais.

Além disso, é com o dízimo também que são sustentados os padres da comunidade. Eles são servidores da Igreja e colocam toda a sua vida a serviço da comunidade. A comunidade tem o dever, então, de dar aos seus sacerdotes condições dignas de vida.

“Não sabeis que aqueles que desempenham funções sagradas vivem dos rendimentos do templo, e aqueles que servem ao altar têm parte no que é oferecido sobre o altar? Da mesma forma o Senhor ordenou àqueles que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (1Cor 9,13-14).

A DIMENSÃO MISSIONÁRIA : a Igreja é chamada à missão, a anunciar o Evangelho aos quatro cantos do mundo. E essa ação missionária também requer investimentos. Nada é de graça. O dízimo tem o papel de financiar as atividades missionárias e de formação dentro da comunidade.

A DIMENSÃO SOCIAL: a  Igreja Católica fez uma opção preferencial pelos pobres. Tem o dever de promover e ajudar os que sofrem. É missão de todos nós. É com o dízimo que a comunidade pode realizar as obras de caridade e promoção humana, tão necessárias nos dias de hoje.

Você já tinha se dado conta do quanto o dízimo é necessário para o sustento de sua sua comunidade?

O que o dízimo não é:

Vimos, então, o que significa o dízimo, o que ele é e o que representa para para a comunidade. Mas, é preciso tomarmos cuidado com algumas ideias erradas que alguns ainda têm sobre o dízimo. Precisamos saber o que ele não é.
  • O DÍZIMO NÃO É IMPOSTO. A Igreja não cobra impostos de seus fiéis. Como vimos, devolver o dízimo não significa tirar 10% de tudo o que ganhamos. Dízimo é partilha, é ir ao encontro das necessidades da sua comunidade.
  • DÍZIMO NÃO É MENSALIDADE. Não podemos pensar no dízimo como uma mensalidade obrigatória para a participação na Igreja. Em um clube, é obrigatório o pagamento da mensalidade para que você possa entrar e se divertir nele. O não pagamento da mensalidade implica na perda do direito de utilizar o clube. Na Igreja, não existe mensalidade. A Igreja está aberta e sempre estará aberta à participação de todos. O Dízimo é uma oferta livre e espontânea. Sinal do nosso compromisso com Deus e com a comunidade.
  • DÍZIMO NÃO É INVESTIMENTO. Precisamos ter muito cuidado com uma ideia de dízimo como um investimento. “Vou dar o meu dízimo para que Deus me abençoe e me dê tudo o que quero”. Em muitos lugares as pessoas são enganadas com esse tipo de proposta: “Pague o seu dízimo e você verá o que Deus irá fazer em sua vida!”. E, assim, as pessoas dão tudo o que tem com o interesse de que Deus lhes dê um bom emprego, uma casa nova, um carro de luxo, etc.
Dízimo é ação de graças, é reconhecimento de que tudo o que temos vem de Deus. Nada é nosso.




2. O DÍZIMO E A SEMENTE

A SEMENTE: No mundo, somos um semeador. Não fujas da responsabilidade de semear. Não digas que trabalhar não é fácil, que o solo é duro, áspero, que chove pouco, que o sol queima, ou ainda que a semente não serve. Não é nossa função julgar o trabalho, a terra, o tempo, nossa missão é semear.

A SEMENTE ABUNDANTE: Um pensamento, um olhar, um sorriso, uma força de amor vinda do coração, um abraço, um copo d’água, um aperto de mão, um conselho, doação aos irmãos, o trabalho da comunidade, a caridade, a partilha; são sementes que germinam e se multiplicam rapidamente.

CUIDADO AO SEMEAR: Não semeeis descuidosamente, apenas para cumprir uma missão. Semeie com fé, amor, fidelidade, interesse, com atenção, com quem encontra nisso o motivo central do compromisso e felicidade!

A RECOMPENSA: E quando semeares, não pense: Quanto me dará? Quanto tempo demorará a colheita? Penses que não semeias para enriquecer, aguardando a multiplicação; semeias porque não pode ficar inativo, porque não podes viver sem se doar, porque não podes servir ao Reino de Deus, sem amar e partilhar com os irmãos!

A REFLEXÃO: Tua semente, pois, não cairá no vazio. Sem esperar qualquer recompensa, receberás recompensa; sem sonhar em riquezas, enriquecerás; sem almejar colheitas, teus bens se multiplicarão. E tudo porque semeias num Reino onde perder a vida é encontra-lá, doando e servindo aumentará ricamente a fé, fidelidade e o amor.

TU ÉS UM SEMEADOR: Semeies sempre, em todo terreno, a todo instante, a boa semente com amor; com interesse. Lance sua semente e mesmo que seja pequena ou pouco, ela faz diferença e é muito importante nas obras do Reino.

O DÍZIMO: Quando lançamos sua semente encontramos resistências e obstáculos na busca do partilhar nosso coração e os bens. Entretanto, à medida que se semeia, também se descobre seu sentido verdadeiro: O dizimo é uma promessa, um desafio, fonte de bênçãos e prosperidade (Mal 3,10-12). Associado a isso enraíza no coração do cristão a semente do desapego às coisas materiais e do apego as riquezas celestiais.

Concluindo

Diante de tudo isso, nos resta fazermos uma análise de nossa vida e pensarmos se estamos realmente comprometidos com a obra de Deus, comprometidos com a Igreja, comprometidos com nossa comunidade.

DÍZIMO É SINAL DE COMPROMISSO. É SINAL DE FIDELIDADE AO PROJETO DE DEUS. É sinal de responsabilidade pela comunidade em que eu participo.

Peçamos a Deus que nos ajude a entender melhor o significado do dízimo em nossa vida e nos dê a graça de fazermos essa maravilhosa experiência de ser um dizimista comprometido.

Recebei, Senhor, minha oferta!
Não é uma esmola, porque não sois mendigo.
Não é uma contribuição, porque não precisais.
Não é o resto que me sobra que vos ofereço.
Esta importância representa, Senhor,
Meu reconhecimento, meu amor.
Pois, se tenho, é porque me destes.
Amém!


Fonte: Blog Catequese Jesus é Meu Amigo

O Dízimo é Uma Oferta ao Senhor


“Em nosso relacionamento com Deus e com os outros precisamos dar aquilo que de melhor existe em nós”, afirma Márcio.

Márcio Mendes, missionário da Comunidade Canção Nova, no Programa "Sorrindo Pra Vida", leva-nos à reflexão de nossa oferta a Deus. Temos dado a Ele tudo o que temos de melhor ou somente as sobras? 
A Palavra meditada está em Gênesis 4,1-7:1. O homem se uniu a Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz Caim, dizendo: “Ganhei um homem com a ajuda do Senhor”. Tornou a dar à luz e teve Abel, irmão de Caim. Abel tornou-se pastor de ovelhas e Caim pôs-se a cultivar o solo. Aconteceu, tempos depois, que Caim apresentou ao Senhor frutos do solo como oferta. Abel, por sua vez, ofereceu os primeiros cordeirinhos e a gordura das ovelhas. E o Senhor olhou para Abel e sua oferta, mas não deu atenção a Caim com sua oferta. Caim ficou irritado e com o rosto abatido. Então o Senhor perguntou a Caim: “Por que andas irritado e com o rosto abatido? Não é verdade que, se fizeres o bem, andarás de cabeça erguida? E se fizeres o mal, não estará o pecado espreitando-te à porta? A ti vai seu desejo, mas tu deves dominá-lo”. 
Caim, quando ofertou a Deus, deu-Lhe aquilo que tinha de sobra; mas Abel ofertou ao Senhor o que tinha de melhor. Em nosso relacionamento com Deus e com os outros precisamos dar aquilo que de melhor existe em nós.
Diante dos olhos de Deus, qual foi a diferença entre a oferta de Caim e Abel? A generosidade e a oferta de coração de Abel encheram os olhos do Senhor.
Determinadas portas em nossa vida só se abrem quando aprendemos a ser generosos. Deus não precisa da nossa generosidade, porém o irmão que está ao nosso lado precisa dela.
O dízimo é uma oferta ao Senhor. Não simplesmente uma oferta material, mas é dar a Deus o nosso melhor. A décima parte do nosso dia para estarmos juntos ao Senhor é um dízimo, uma oferta de amor.
Quem tem o coração aberto faz tudo com amor, e aquele que abre o coração para o Senhor abre as portas da Providência em sua vida. Ninguém pode servir a Deus por obrigação ou para obter vantagens.
Abel não guardava para si os bens que possuía, ele dava seu melhor ao Senhor. Caim, ao se comparar com seu irmão, permitiu que a inveja entrasse em seu coração. Desde aquele instante, passou a desejar a morte de Abel. A insatisfação com a vida, a ingratidão, a comparação e a inveja sempre trazem a tristeza ao coração. Não nos aprisionemos na ira ou na raiva, pois nos transformaremos em pessoas amargas.
Apesar de saber o motivo da tristeza de Caim, o Senhor queria ouvir o motivo de ele estar abatido. Deus quer nos ouvir, quer escutar aquilo que nos aflige. O que nos têm feito andar tristes? Como a raiva adentrou nosso coração? Falemos ao Senhor, pois Ele precisa nos ouvir para assim nos curar.
Muitos males se curam quando tomamos a decisão de praticar o bem. Quem deseja refazer sua vida precisa entender que para reconstruí-la tem de praticar o bem. Deus é Pai e, por nos amar, adverte que aquele que faz o mal, o pecado, ficará espreitando sua porta e será dominado por ele [pecado]. Aquele que procede mal, ganha a companhia do pecado e do demônio. O maligno habita o coração que se entrega ao mal. Façamos o bem, para que em nosso coração habite Deus.
Quando nos entregamos ao mal, inclinamo-nos a fazer tudo aquilo que não presta, pois o coração fica afeiçoado ao pecado e ao erro. Tudo o que pode nos transformar em pessoas melhores e felizes nos foi dado por Deus. Tomemos a decisão de fazer somente o bem, para que gozemos de felicidade plena que vem do Senhor.
Márcio Mendes 

domingo, 26 de abril de 2015

Maria, Exemplo de Mãe para Todas as Mães



MARIA, A ESCOLHIDA POR DEUS PARA SER A MÃE DO SALVADOR
O principal objetivo do encontro foi despertar nos catequizandos o amor filial à Nossa Senhora, e depois, levá-los a perceber que suas mães têm um pouco de Maria, destacando algumas de suas ações com Jesus, como ensinar as coisas de todo o dia, andar, alimentar, ir à sinagoga (igreja), respeitar as pessoas, ser responsável, rezar... Vimos que Maria era uma dona-de-casa obediente aos costumes de sua época: ela tecia e fiava (fazia panos), ia à fonte pegar água, cuidava de casa, fazia comida, conversava com as vizinhas, ia à casa de orações, visitava os parentes. No final, rezamos por todas as mães do mundo, para que todas sejam amadas pelos seus filhos, para que todas possuam muita saúde, para que todas procurem em Nossa Senhora o exemplo de mãe; pedimos por todas as mães que trabalham para sustentar sua família; pelas mães idosas, para que jamais sejam abandonadas por seus filhos e, por fim, por nós, os filhos, para que saibamos amar e respeitar nossas mães!

ROTEIRO DO ENCONTRO

Objetivos:
  • Despertar nos catequizandos o amor filial à Nossa Senhora, a escolhida por Deus para ser mãe do Salvador;
  • Levar os catequizandos a perceber que suas mães têm um pouco de Maria.

Ambiente:
  • Imagem de Maria com o Menino Jesus
  • Bíblia, vela, flores


1. Acolhida e Oração Inicial

  • Acolher a turma alegremente. Perguntar se todos estão entusiasmados para mais um encontro. Cantar música animada.
  • Criar clima de oração, para conversar com Deus.
  • Repetir com o catequista: Ó bom Jesus, nós gostamos muito de estar na tua presença. Por isso, viemos aqui, para mais este encontro. Sua presença alegra nossa vida e nos ajuda a ser felizes. Nós queremos sempre estar juntos do Senhor, porque só o Senhor pode nos dar a paz e a alegria. Amém!


2. Motivação
  • Apresentar a imagem de Nossa Senhora e questionar os catequizandos se sabem de quem ela é mãe.
  •  Contar o anúncio do anjo à Maria.
  • Convidá-los a escutar a Palavra de Deus para sabermos como isso aconteceu.

3. Dinâmica
  • Motivá-los a desenvolver o jogo de imitação: cada catequizando dirá o nome de sua mãe e por meio da mímica irá demonstrar em que sua mãe trabalha. Os demais colegas tentarão adivinhar. Terminar a brincadeira depois que todos tiverem participado.

4. Leitura: Lc 1,26-3
  • Comentar
  •  Destacar algumas ações de Maria com Jesus: ensinar as coisas de todo o dia, andar, alimentar, ir à sinagoga (igreja), respeitar as pessoas, ser responsável, rezar...
  •  Lembrar que Maria era uma dona-de-casa obediente aos costumes de sua época: tecia e fiava (fazia panos), ia à fonte pegar água, cuidava da casa, fazia comida, conversava com as vizinhas, ia à casa de orações, visitava os parentes.
  • Levar as crianças a perceber que suas mães têm um pouco de Maria. Deixá-los identificar.

5. Nosso compromisso
  • Mostrar às crianças que suas mães precisam de colaboração e como poderão ajudá-las para conseguir fazer tudo o que querem e gostam;
  • Pedir ainda que comentem como devem tratar suas mães. Fazer uma lista, em um cartaz, dizendo o que cada um pode fazer para ajudar a sua mãe.


6. Atividades

  •  Resolver as atividades da folha 7.


7. Oração Final e Encerramento
  • Expor a imagem de Nossa Senhora em lugar de destaque.
  • Explicar que o catequista, ou um catequizando irá ler uma prece e todos deverão responder: “Ajude-nos, Mãe de Jesus!”
       Catequista:  Por  todas   as   mães  do  mundo para  que  sejam
                          amadas pelos seus filhos!

       Todos:         Ajude-nos, Mãe de Jesus!

       Catequista:  Para que todas as mães possuam muita saúde! 

       Todos:         Ajude-nos, Mãe de Jesus!

       Catequista:  Por   todas  as  mães  que trabalham para sustentar
                          sua família! 

       Todos:         Ajude-nos, Mãe de Jesus!

       Catequista:  Para  que  todas  as  mães   procurem  em    Nossa
                          Senhora o exemplo de mãe.

       Todos:         Ajude-nos, Mãe de Jesus!  

       Catequista:  Por  todas   as   mães   idosas,  para que   jamais 
                          sejam abandonadas pelos seus filhos!

       Todos:         Ajude-nos, Mãe de Jesus!

       Catequista:  Por  nós,  os  filhos,  para  que   saibamos  amar  e 
                          respeitar nossas mães.

       Todos:         Ajude-nos, Mãe de Jesus!

  • Deixar livre para que os catequizandos acrescentem espontaneamente alguma prece pessoal.
  • Convidá-los a rezarem juntos a oração da Ave Maria.
  • Escolher  um  canto  que  faça menção à Nossa Senhora,  mãe  de Jesus.   
         
              
SEU ANJO

Contam que uma criança pronta para nascer, travou o seguinte diálogo com DEUS:

- Disseram-me que estarei sendo enviado para a Terra daqui a pouco... como irei para lá, sendo que sou pequeno e indefeso?

E DEUS respondeu:

- Entre muitos anjos, escolhi um especial para você. Estará te esperando e tomará conta de ti.

- Mas, me diga, aqui no Céu eu não faço nada além de sorrir e cantar, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?

- Seu anjo cantará e sorrirá para você... a cada dia, a todo instante e você sentirá o amor do seu anjo e será muito feliz.

E falou a criança:

 - Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?

E DEUS respondeu:

- Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.

- E o que farei quando sentir saudades e quiser falar com Você?

- Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a orar.

- Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?

- Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.

- Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais!

- Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir até Mim e Eu estarei sempre dentro de você!

E nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu novamente:

- Oh, meu DEUS, meu SENHOR! Se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, qual o nome do meu anjo?

E DEUS lhe respondeu com a mais suave das vozes:

- Você chamará seu anjo de MÃE.



(Desconheço autoria)





ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO 









sábado, 25 de abril de 2015

Eu sou o teu Deus, e nunca vou te abandonar!



Não tenhas medo, pois Eu estou contigo; não te apavores, pois eu sou o teu Deus. Eu te dou força, sim, eu te ajudo; eu te protejo com a minha forte mão. Eu sou o Senhor, o teu Deus; eu te seguro pela tua mão direita e te digo: Não fique com medo, pois eu te ajudo”. (Is 41,10-13)


Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado.   Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará. (Sl 37,3-5)