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sábado, 11 de abril de 2015

O Seguimento a Jesus Ressuscitado




Ambiente: 
  • Símbolos utilizados no batismo: água, vela, óleo, veste branca.
  • Toalha branca


1. Acolhida
  • Iniciar o encontro acolhendo os pais ou responsáveis convidando cada um a falar o seu nome.

2. Fazer em mutirão uma memória das celebrações e das orações    feitas em casa durante a Semana Santa.

3. Falar sobre a motivação desse encontro: a importância do Batismo como início do seguimento a Jesus, aquele que morreu e ressuscitou. Ligar o batismo ao Mistério Pascal.

  • O batismo inicia a pessoa no seguimento a Jesus. Batizar significa mergulhar, imergir, afundar, abismar-se nas águas. O nosso batismo significa que fomos mergulhados em Jesus, isto é, estamos unidos nele como  um  galho  está  unido  a uma árvore. O Batismo é o primeiro dos Sacramentos. É a porta de entrada da vida cristã. Junto com a Confirmação e a Eucaristia formam os chamados Sacramentos de Iniciação Cristã. Através do Batismo passamos para uma vida nova em Cristo e isto é Páscoa. É um novo nascimento.  E nascemos também para a Igreja, pois começamos a fazer parte dela.
  • No Batismo, utilizamos alguns símbolos:
       a) Sinal da cruz: Feito no peito e na testa. Pelo batismo a pessoa participa 
           da morte libertadora de Jesus Cristo.

       b) Água: É sinal de purificação e vida nova.

       c) Óleo: Assim como o óleo penetra na pele,  Cristo  penetra  na  vida   da
           pessoa e a fortalece.
    
       d) Luz (vela): A vela é acesa no círio pascal. Cristo ilumina  a  pessoa para 
           que ela seja pela força do Espírito Santo luz para o mundo.

        e) Veste branca: É sinal da vida nova em Cristo.

4. Leitura: Narrar o Evangelho de Mt 28, 16-20

5.  Pedir que os pais ou responsáveis apresentem as lembranças (fotografias, vestes, enfim, o que tiverem) do batismo das crianças  que estão na turma e que já foram batizadas. Colocar as lembranças em destaque (de preferência no centro do círculo onde estão). Em seguida, pedir para contar como foi esse dia, quem estava presente, os símbolos utilizados, o que significou para eles...

6. Perguntar aos pais dos que ainda não foram batizados qual  a importância do batismo para seus filhos.

7. Concluir falando sobre a importância do batismo.

8. Convidar a todos a tocar na água e fazer o sinal da cruz (pode-se cantar "Banhados em Cristo somos uma nova criatura" ou outro conhecido).

9. Encerrando:
  • Preparação  para  a  celebração  de  adesão  a  Jesus  Cristo: Lembrar da data e do horário do próximo encontro que será a Celebração de adesão a Jesus, onde os pais e padrinhos são convidados a estar presentes. Ver se todos tem Bíblia.

10. Concluir com um lanche ou refeição fraterna.



Fonte: Livro Caminho - Diocese de Duque de caxias


ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO DE HOJE:

























































 


























quinta-feira, 9 de abril de 2015

Profissão de Fé dos Católicos


Eu Creio


Quando você se põe a construir uma casa, o que coloca primeiro? O alicerce, é claro, o fundamento. A base que sustentará as paredes e o telhado. Assim também na construção da nossa fé. Sem o conhecimento doutrinal das bases da nossa fé, a casa não se sustenta. E que bases são essas? O conhecimento dos mistérios acontecidos na vida de Jesus contidos na oração do Creio. Já reparou que a oração do Creio em Deus Pai enumera um por um esses mistérios?


Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra.


Deus criou tudo com um ato livre de sua vontade, inclusive o homem à sua imagem e semelhança. No homem, fez surgir a inteligência para descobrir por si mesmo essas leis da natureza. E a vontade para praticar o amor e a solidariedade para com todos os seres e assim participar da sua felicidade.
No pecado de Adão e Eva está representado o nosso orgulho, rebeldia, egoísmo e a falta de amor. Nenhum de nós está sem pecado.

Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,


Jesus recebeu corpo e alma humanos, trabalhou com mãos humanas, amou-nos com coração humano. Experimentou a alegria ao abraçar as crianças e a tristeza ao chorar pela morte de Lázaro. Sentiu fome, sede, frio e cansaço. E até medo diante da morte. Mas superou esse medo ao aceitar a vontade do Pai e, ao mesmo tempo, mostrou que é um só Deus, como e com o Pai.


Foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, 


(“Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”) (Lc 1,38).
Quando a Virgem Maria respondeu ao anjo Gabriel: “Sim, eu quero o que Deus quer. Faça-se em mim a sua vontade” (cf. Lucas 1,38), aconteceu o estupendo mistério da Encarnação: o Filho se fez homem no seio de Maria Santíssima. Desde o início, os cristãos reconheceram a maternidade divina de Maria, mais tarde definida solenemente no Concílio de Éfeso, no ano 431. A mãe de Jesus é a mãe de Deus, porque Jesus é o filho de Deus.

Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado,


Os inimigos procuravam matar Jesus, porque Jesus ensinava o contrário do que eles praticavam. Também o odiavam por inveja. Sua bondade e seus ensinamentos atraíam as multidões. Cheios de medo de perder o prestígio religioso e político resolveram matá-lo. Os personagens históricos que aparecem na narração de sua paixão, Anás e Caifás, Pilatos e Herodes, atestam a veracidade de sua morte.

Ressuscitou ao terceiro dia,


Jesus está vivo, ressuscitou e apareceu várias vezes aos discípulos. “Essa é a garantia da nossa fé” (cf. 1Coríntios 15,17-20). Graças à ressurreição de Jesus, nossa vida não é um beco sem saída, a morte não é o fim de tudo, pois, se lhe formos fiéis, a ressurreição de Cristo garante a nossa futura ressurreição.


Subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir julgar os vivos e os mortos,


Desde que Jesus subiu ao céu, na pessoa dele, nossa humanidade, libertada do pecado, participa da família de Deus, a Santíssima Trindade. “Estar junto ao Pai” não significa ocupar um lugar, mas assumir a condição de Mediador entre nós e o Pai, fala e intercede em nome de todos nós. Ele julgará também o que fizemos de bom e de mal para os outros: “tudo o que fizerdes a um desses meus irmãos mais pequeninos, é a mim o que o fareis” (cf. Mateus 25,31-46).


Creio no Espírito Santo,


Igual ao Pai e ao Filho, o Espírito Santo pertence à mesma natureza do único Deus. Os principais mistérios da vida de Jesus se realizaram pela intervenção do Espírito Santo. Toda a liturgia da Igreja é celebrada na força do Espírito Santo. Hoje o Espírito Santo vivifica, une e rejuvenesce a Igreja, suscitando nela as vocações e ministérios. Por isso, é chamado “alma da Igreja”. Por ele, a Igreja se manifesta ao mundo. Ele robustece cada um de nós, ajudando-nos a viver responsáveis e adultos na fé.

na Santa Igreja Católica,


A Igreja é um mistério? Sim, porque resultou do plano de Deus de nos fazer seus filhos, membros do povo de Deus. Para que assim o humano pudesse participar do divino, o visível do invisível, o que é terreno do que é sobrenatural. A Igreja, povo de Deus, é um organismo: nela existe uma vida que, partindo de Deus, percorre os membros que a compõem. Nossa união com Cristo é como da cabeça com o corpo. Não seremos Igreja nem alcançaremos a salvação, separados de Cristo e de quem o representa.

na comunhão dos santos,


Comunhão é comum união, união de todos. Santos é a palavra usada por São Paulo para indicar os cristãos: chamados santos, porque consagrados a Deus. A Igreja é uma grande família. Seus membros estão em três situações: os que estamos em peregrinação sobre a terra; os que estão em purificação; e os que já alcançaram a glória no céu, a Igreja gloriosa.

na remissão dos pecados,


É o perdão dos pecados. Depois de sua ressurreição, aparecendo aos apóstolos reunidos, Jesus disse: “Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão por mim perdoados” (cf. João 20,23). Os apóstolos, os Bispos e os Padres receberam a missão de perdoar quem arrependesse de seus pecados. Hoje, a Igreja cumpre esta ordem por meio do sacramento da Penitência.

na ressurreição da carne e na vida eterna.


Jesus disse, falando da Eucaristia: “Quem come minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6,54). O céu é um “viver em Deus”, em comunhão completa com ele. A felicidade eterna é a realização completa de nós mesmos, na posse do Bem supremo. A felicidade futura se constrói agora. Tudo o que fazemos de bom para os outros é semente de ressurreição.

O Cristão é um ser de esperança. Caminha neste mundo com segurança, porque se baseia na palavra de Cristo, que não volta atrás. A falta de um sentido, de um ideal para esta vida é que causa o desânimo dos indiferentes e dos que não creem em Deus.


Texto de D.Walter Ivan de Azevedo

*Nilva Mazzer
Catequistas em Formação



                                        

Quando tudo parece estar perdido, Deus nos sustenta!

Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio
daquele que nos amou." (Rm 8,37)

Se creres, verás a glória de Deus!

Deus já nos deu a prova do seu amor. Não podemos ficar desanimados... Nós não estamos sós, o Senhor está conosco. Deixemos Que Ele seja o Deus da nossa vida!

"Eu creio, eu creio sim! Que nada se compara ao Teu poder.  Eu sei que tudo podes, meu Deus!  Eu sei que tudo podes, meu Deus! Nada pra Ti, é impossível.   Eu creio!  ♪  

"A fé precisa ser sempre renovada porque precisamos acreditar que temos a Deus que tudo pode! Quando pensamos que está tudo perdido é hora de confiar e de ter fé, porque crescemos com as provações.

Você tem problemas? Então tenha fé. Por mais que às vezes você abaixe a cabeça e diga que não aguenta mais, em Jesus você é mais que vitorioso.
Qual o “gigante” que o perturba no dia de hoje? Pare e pense. Faça como Davi e o enfrente com Deus. Esse “gigante” pode ser a falta de paciência, algum vício, seus problemas, desemprego… Enfrente-os e pela fé em nome do Senhor! Dessa forma, você será vencedor por acreditar. Aguente firme em Cristo! Humanamente somos fracos e limitados, mas em Cristo somos mais que vencedores.
Deus nos deu as armas para enfrentar esse “gigante”. Vamos derrotá-lo e por maiores que sejam as dificuldades, Deus é maior. É hora de levantar a cabeça e enfrentá-lo [“gigante”]. Nós só temos o dia de hoje: o ontem já foi, o amanhã virá, por isso o que temos é o dia de hoje. Temos que nos superar. Essa capacidade de renascer das cinzas e de enfrentar os sofrimentos vem do Senhor.
Não desista! Tenha fé. Muitas pessoas, por não aguentarem mais, acabam desistindo facilmente da luta; às vezes, por pouca coisa. Não temos mais aquela firmeza do cristão. Jesus se entregou por nós e, pela fé, temos de superar todos os problemas. Deus sempre estará conosco.
Para Jesus nada é impossível! Acredite e confie. Essa é uma decisão pessoal. É preciso recomeçar e aproveitar-se dos sofrimentos e das dificuldades, as quais são matérias-primas que temos como um exercício para o nosso crescimento. Quem tem vida interior não desiste nunca. Somos sustentados por uma força muito maior que nós. Essa força, que move montanhas, vem de Deus."

Padre Bruno Costa
Missionário Canção Nova




sexta-feira, 3 de abril de 2015

Que Amor é Esse?

Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas
 nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, 
e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53,5)

Para a Igreja Católica, a Sexta-feira Santa é um dia muito especial, marcado pelo silêncio. Este dia pertence ao Tríduo Pascal, em que a Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, sendo este o único dia em que não se celebra a Missa e nenhum dos outros Sacramentos.
Durante a Sexta-feira Santa, contempla-se de modo especial Jesus Cristo crucificado. As regras litúrgicas orientam que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.
Jesus, após sua prisão, foi interrogado, humilhado e torturado durante toda a noite. Até as três horas, os católicos acompanham este sofrimento como se estivesse acontecendo “agora”. Por isso, a Sexta-feira Santa é dia de jejum, abstinência e uma oportunidade de rever ações e objetivos de vida.

Em todas as Igrejas, fieis se reúnem junto aos sacerdotes para realizar a solene Ação Litúrgica da Paixão de Cristo, que deve ser celebrada depois do meio-dia e antes das 21h00.

Toda a liturgia católica da Sexta-feira Santa está em função de Cristo crucificado. Assim, as celebrações de hoje pretendem introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus. A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.

A comunhão eucarística é, para toda Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo. O fato de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

Vale destacar que em algumas cidades, por tradição, a Celebração da Paixão e Morte do Senhor é precedida da Procissão do Enterro, também conhecida como Procissão do Senhor Morto, que é o caminho que Nossa Senhora e os discípulos fizeram com o corpo do Senhor do Calvário até o Santo Sepulcro.

Na Sexta-feira Santa, a Igreja concede a “Indulgência Plenária” aos que participam piedosamente da veneração da cruz e beijam devotamente o Santo Lenho.

Fonte: Aline Brasil





quinta-feira, 2 de abril de 2015

Lembrancinhas de Páscoa para as Crianças da Catequese


Preparei essas lembrancinhas para as crianças da catequese. Serão entregues no próximo sábado. Dentro de cada caixinha, junto com os chocolates,  a frase: "Mais doce que o chocolate é o enorme amor de Jesus, que morreu na cruz por nós!" 







Eu tinha em casa uma caixinha de uma jarrinha de chá que havia comprado e a usei como modelo.









Depois eu decorei as caixinhas com as ovelhinhas:



Na tampa da caixa, na parte de cima.




Ao redor da caixa.



Na tampa da caixa, do lado de dentro.



Por hoje é só...

Feliz Páscoa para todos!