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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Quaresma ao Glorioso Arcanjo São Miguel





QUARESMA AO GLORIOSO ARCANJO SÃO MIGUEL


(De 15 de agosto a 29 de setembro)



* Acender uma vela abençoada diante de uma imagem ou estampa do Arcanjo;

* Oferecer uma penitência durante os 40 dias;


* Fazer o sinal da cruz;


* Rezar estas orações todos os dias:


Senhor tende piedade de nós.

Jesus Cristo tende piedade de nós.
Senhor tende piedade de nós. Jesus Cristo ouvi-nos.
Jesus Cristo atendei-nos.
Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, Redentor do Mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Trindade Santa, que sois um único Deus, tende piedade de nós.
Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós.
São Miguel, rogai por nós.
São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai por nós.
São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, rogai por nós.
São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós.
São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do Senhor, rogai por nós.
São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, rogai por nós.
São Miguel, guardião do Paraíso, rogai por nós.
São Miguel, guia e consolador do povo israelita, rogai por nós.
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós.
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós.
São Miguel, Luz dos Anjos, rogai por nós.
São Miguel, baluarte dos Cristãos, rogai por nós.
São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz, rogai por nós.
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós.
São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós.
São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, rogai por nós.
São Miguel, arauto da sentença eterna, rogai por nós.
São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, rogai por nós.
São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas que estão no Purgatório,
São Miguel, nosso Príncipe, rogai por nós.
São Miguel, nosso Advogado, rogai por nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, atendei-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Um Pai Nosso em honra de São Gabriel.
Um Pai Nosso em honra de São Miguel Arcanjo.
Um Pai Nosso em honra de São Rafael.

V. Rogai por nós, ó bem-aventurado São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo.


R. Para que sejamos dignos de suas promessas.
Descurtir




COMO FAZER?


ORAÇÃO INICIAL PARA TODOS OS DIAS

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.
Sacratíssimo Coração de Jesus tende piedade de nós! (3x)

LADAINHA DE SÃO MIGUEL

Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, Príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de Suas promessas.
Oração: Senhor Jesus, santificai-nos, por uma bênção sempre nova, e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, esta sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do Céu e a trocar os bens do tempo pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos.
Ao final, reza-se:
Gloriosíssimo São Miguel, chefe e príncipe dos exércitos celestes, fiel guardião das almas, vencedor dos espíritos rebeldes, amado da casa de Deus, nosso admirável guia depois de Cristo; vós, cuja excelência e virtudes são eminentíssimas, dignai-vos livrar-nos de todos os males, nós todos que recorremos a vós com confiança, e fazei pela vossa incomparável proteção, que adiantemos cada dia mais na fidelidade em servir a Deus.
Oração: Deus, todo poderoso e eterno, que por um prodígio de bondade e misericórdia para a salvação dos homens, escolhestes para príncipe de Vossa Igreja o gloriosíssimo Arcanjo São Miguel, tornai-nos dignos, nós vo-lo pedimos, de sermos preservados de todos os nossos inimigos, a fim de que na hora da nossa morte nenhum deles nos possa inquietar, mas que nos seja dado de sermos introduzidos por ele na presença da Vossa poderosa e augusta Majestade, pelos merecimentos de Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Consagração a São Miguel Arcanjo


Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção. É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça da amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima, obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu.
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Santa Clara, Patrona da Televisão



Nesta segunda-feira, 11 de agosto, comemoramos o dia de Santa Clara de Assis, patrona da televisão, uma jovem que abandonou a vida confortável e estável com seus pais e seguiu o ideal franciscano. Corajosa e cheia de fé, ajudou a renovar o modo como os fiéis viam e se relacionavam com a Igreja na Idade Média.
“Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!” Neste dia, celebramos a memória da jovem inteligente e bela que se tornou a "dama pobre".


Santa Clara nasceu em Assis (Itália), no ano de 1193, e o interessante é que seu nome vem de uma inspiração dada a sua fervorosa mãe, a qual [inspiração] lhe revelou que a filha haveria de iluminar o mundo com sua santidade.
Santa Clara foi revolucionária em suas experiências de espiritualidade e vida consagrada – juntamente com outras moças – deu início ao ramo feminino e contemplativo da Família Franciscana, a Ordem das Clarissas, da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade.

Pertencente a uma nobre família, destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis apaixonou-se por esse estilo de vida.
Em 1212, quando tinha apenas dezoito anos, a jovem abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isso foi ao encontro de Francisco de Assis na Porciúncula e teve seus lindos cabelos cortados como sinal de entrega total ao Cristo pobre, casto e obediente. Ao se dirigir para a igreja de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana (Clarissas), da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina.
Nada podendo contra sua fé na Eucaristia, pôde ainda se levantar para expulsar – com o Santíssimo Sacramento – os mouros (homens violentos que desejavam invadir o Convento em Assis) e assistir, um ano antes de sua morte em 1253, a Celebração da Eucaristia, sem precisar sair de seu leito. Devido a esse episódio, em 1958 foi declarada patrona da televisão pelo Papa Pio XII.
Santa Clara, rogai por nós!



Oração a Santa Clara de Assis

Minha querida Santa Clara, que seguistes de perto São Francisco, na vida de pobreza e no amor a Deus e ao próximo, olhai de forma carinhosa para o mundo de hoje, tão necessitado de vossa proteção. Ouvi meu pedido e concedei-me a graça que vos peço, com confiança. Como verdadeiro necessitado, rogo-vos que me alcanceis de Cristo a saúde espiritual e corporal para mim e meus familiares. Sobretudo peço vossa ajuda para o problema que me aflige (apresente a necessidade). Atendei-me, Santa Clara, pela força que tendes junto a Deus e pela fé que me faz buscar vossa proteção. Amém.





terça-feira, 5 de agosto de 2014

Agosto, Mês das Vocações



Um mês dedicado às vocações



A cada domingo a celebração litúrgica é dedicada a uma vocação específica.

Normalmente a própria liturgia da Palavra de cada dia, em especial a dos domingos, dá o tema principal da reflexão e meditação trazida para alimento do povo de Deus. É costume, neste mês, comemorarmos as diversas vocações a cada semana:
Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais. Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.
Segundo domingo: por imitação do segundo domingo de maio – no qual é comemorado o Dia das Mães - temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.
Terceiro domingo: recorda-se a vocação à vida consagrada: religiosos, religiosas, consagradas e consagrados nos vários institutos e comunidades de vida apostólica e também nas novas comunidades. Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.
Quarto domingo: é nesta data que se comemora o Dia do Catequista, daí a comemoração do dia da vocação do cristão leigo na Igreja, tanto na sua presença na Igreja como também em seu testemunho nos vários ambientes de trabalho e vida. O dia do cristão leigo voltará a ser comemorado no último domingo do ano litúrgico, domingo de Cristo Rei.
Ao participarmos dessas celebrações não podemos nos esquecer da vocação primeira e mais importante de todas: a vocação à vida cristã e, consequentemente, à santidade! Todos somos vocacionados à santidade e fora desse caminho não temos como viver bem qualquer que seja a nossa vocação pessoal.
Fonte: wiki.cancaonova.com

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Comunhão de Vida e Oração


Deus nos quer unidos, em comunhão de vida e oração, para que Ele também esteja em nosso meio.

Jesus Cristo nos diz, na Palavra de Deus, que Ele está no meio daqueles que vivem a comunhão de vida e de oração: “Pois onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles” (Mt, 18, 20). Esta afirmação de Jesus, trazida pelo Evangelho de Mateus, nos chama a atenção para a importância da oração comunitária. Desde os primórdios do catolicismo, os cristãos se reuniam para orar a Deus, partilhar o pão, para louvar e agradecer por graças recebidas. Esse costume se difundiu na Igreja como um todo. Mesmo diante das perseguições, os primeiros cristãos se reuniam, ainda que às escondidas.
Jesus nos fala da sua presença entre nós quando duas ou mais pessoas se unem para orar (cf. Mt, 18, 20). Porém, no versículo anterior, Ele tinha dito que: “se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem, isto vos será concedido por meu Pai que está nos Céus” (cf. Mt 18, 19). Isso significa que não basta estarmos unidos em oração. Precisamos estar unidos em oração com intenções em comum, que oremos uns pelos outros.
O Senhor quer que estejamos unidos num só coração, numa só alma (cf. At 4, 32). Mas, os tempos em que vivemos não nos permite isso, pois nossa geração vive o egoísmo, o individualismo, próprios do mundo materialista em que vivemos. Porém, não devemos nos conformar com essa mentalidade, pois o homem não é o centro do mundo. Deus que é o centro do mundo, o Criador de todas as coisas, e foi Ele que dispôs a natureza humana voltada para a comunhão. Quando nos fechamos para o próximo, nos fechamos também a Deus.
Hoje, em oposição ao individualismo, ao fechamento em si mesmo, pregado pelo mundo materialista em que vivemos, somos chamados a buscar a comunhão uns com os outros, especialmente na oração. Mas, esta comunhão não deve ficar somente na oração, pois o ser humano foi feito para a comunhão de coração, de vida, de almas que se encontram. Devemos vencer as desconfianças, os medos que nos são colocados e confiar que Deus coloca pessoas à nossa volta para que, através delas, tenhamos comunhão também com Ele.
Há certos momentos da nossa vida que vivemos a solidão, o abandono, e às vezes até o sofrimento por causa de alguma situação difícil, sem ter uma pessoa de confiança em quem podemos contar. O que fazer nessas situações? No momentos de solidão, de dor, de desespero, façamos como João aos pés da cruz. Depois de ter ouvido de Jesus: “Eis aí tua mãe”, João levou Maria para sua casa (cf. Jo 19, 27). Como o Discípulo amado, acolhamos a Virgem Maria em nossa vida. Ela nos visitará, como visitou Isabel e ficaremos como ela, cheios do Espírito Santo (cf. Lc 1, 41b).

Nossa Senhora nos ajudará a entrar em comunhão com Deus, mas também com as pessoas, para que realizemos o Seu desígnio de salvação. Isto aconteceu depois que os discípulos, a pedido de Cristo, estavam reunidos em comum oração (cf At 1, 14). Eles receberam o Espírito Santo, o Prometido do Pai (cf. At 2, 1ss). Deus quer que sejamos um com Ele na eternidade, mas para que isso aconteça, precisamos estar em comunhão uns com os outros já neste mundo, ainda que de forma imperfeita. Busquemos essa comunhão entre nós e também com Deus, para que um dia possamos estar em comunhão plena com Ele no Reino dos Céus.
Natalino Ueda, missionário da Comunidade Canção Nova.


domingo, 3 de agosto de 2014

O Sacerdote é o Amor do Coração de Jesus




DIA DO PADRE


O Dia do Padre é celebrado oficialmente em 4 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, desde 1929, quando o Papa Pio XI o proclamou “homem extraordinário e todo apostólico, padroeiro celeste de todos os párocos de Roma e do mundo católico”.
Padroeiro é o representante de uma categoria de pessoas, cuja vida e santidade comprovadas estimulam a uma vida de fé em comunhão com a vontade de Deus. Tendo em vista essa explicação, vamos entender por que a Igreja o escolheu como exemplo a ser seguido pelos sacerdotes, na condução de seus rebanhos.
Esse santo homem nasceu na França, no ano de 1786, e depois de passar por muitas dificuldades, por conta das poucas habilidades, foi ordenado sacerdote. Mas o bispo que o ordenou acreditou que o seu ministério não seria o do confessionário, entendendo que sua capacidade intelectual seria muito limitada para dar conselhos.
Então, ele foi enviado para a pequenina Ars, no interior da França, como auxiliar do padre Balley, o mesmo que vislumbrou, por santa inspiração, seu dom de vocação, e por confiar nele o preparou para o sacerdócio. E esse pároco, outra vez inspirado, acreditou que o dom dele [São João Maria Vianney] era justamente o do conselho e o colocou servindo no confessionário.
Assim, padre João Maria Vianney, homem justo, bom, extremado penitente e caridoso, converteu e uniu toda Ars. Amado e respeitado por todos os fiéis e pelo clero da Igreja, sua fama de conselheiro correu por todo o mundo cristão. Assim, ele se tornou um dos mais famosos confessores da história da Igreja. Conhecido também como “Cura d’Ars”, mais tarde, foi o pároco da cidade, onde morreu em 1858, sendo canonizado em 1925.
Sem dúvida, São João Maria Vianney é o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: “Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes”. Ser padre é isso, exatamente a vida inteirinha do seu padroeiro.
Ele entende o chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote, um “pai” (padre) à semelhança de Cristo, que amou e deu a vida ao povo pobre, simples e marginalizado. Nunca hesita. Tudo aceita, confia e acredita em Deus e na sua Providência, e caminha seguro para missão que lhe é designada.
A vida simples e a simplicidade dos ensinamentos Jesus Cristo são o fundamento do seu ministério, único parâmetro e exemplo a seguir. A sua tarefa é continuar a missão de Jesus Cristo, o único e eterno Sacerdote. É o padre, que através do Evangelho, leva os homens a Deus, pela conversão da fé em Cristo. Por isso, são pessoas que nascem com esse dom e, logo cedo ou no momento oportuno, ouvem o chamado de Deus para se consagrarem a servir à comunidade, nos assuntos que se referem a Ele.
Ser padre é ser “pai” de uma comunidade inteira. Como tal, é o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da bênção, exemplo de humildade, penitência e tolerância; o pregador e conversor da fé cristã. Enfim, um comunicador e entusiasta da Igreja, que luta por uma vivência cristã mais perfeita. Dessa Igreja missionária, que não sobreviveria sem o sacerdote, como indicou o próprio Jesus Cristo, seu fundador pela Paixão por nós.
Sua missão é construir comunidades, entender a alma humana e perdoar os pecados, evangelizar, unir e alimentar a comunidade pela Eucaristia. Entendem, como diz Lucas 21, 15: “Eu vos darei eloqüência e sabedoria, às quais nenhum de vossos adversários poderá resistir nem contradizer”, e são verdadeiras testemunhas da fé, por sua oração, sacrifício e coragem cristã.

Formação Canção Nova

sábado, 2 de agosto de 2014

Jesus se entrega por amor a nós



Objetivos:

  • Compreender que: nossa salvação deriva do amor de Deus para conosco; Jesus, o Filho de Deus veio ao mundo para salvar os homens do pecado; Jesus se ofereceu livremente para nos salvar.
  • Levar os catequizandos a crer na ressurreição de Jesus, expressão máxima de nossa fé cristã;
  • Desejar viver a vida nova que Jesus nos dá pela sua ressurreição.

Ambiente:

  • Crucifixo
  • Bíblia
  • Vela



1. Acolhida


  • Receber a turma com disposição. Fazer momento de animação, cantando.
  • Criar clima de oração. Fazer o sinal da cruz.
  • Motivar: Vamos refletir sobre hoje sobre a vitória de Jesus. Ele venceu porque foi fiel. Se formos fiéis, seremos, como ele , vencedores. Vamos, então, iniciar nosso encontro, renovando nosso propósito de ser fiéis.
  • Cantar a música nº 14 do CD do Livro Jesus, nosso salvador, do Padre Orione Silva e Solange Maria do Carmo.
  • Repetir juntos, de mãos erguidas: Venha nos dar, Jesus, força e coragem para sermos fiéis. Seguindo os seus passos, queremos alcançar a mesma vitória que o Senhor conquistou. Que sua fidelidade seja um incentivo para todos nós. Amém!
  • Encerrar, rezando o Pai-Nosso.


2. Motivação



  • Recordar o último encontro em que falamos sobre a infância e o Batismo de Jesus.
  • Falar sobre a diferença de idade entre Jesus e João (ver Lc 1)
  • Falar sobre o velho Simeão.


3. Desenvolvendo o tema


Quando Jesus era criança. vivia com sua família. Ao tornar-se adulto, proclamou sua missão em público e começou sua vida missionária. Anunciou aos pobres e excluídos que ainda existe esperança, porque ele veio trazer a libertação e a salvação. O Evangelho resume a missão de Jesus:

  • Anunciar a Boa Nova ao pobre;
  • Proclamar a liberdade aos que estão na escravidão;
  • Abrir os olhos dos cegos e também daqueles que vivem como cegos;
  • Libertar os que estão marginalizados, desrespeitados e pisados em seus direitos.

Jesus só fez coisas. Mas havia algumas pessoas poderosas que Jesus incomodava com suas ações. Essas pessoas tramaram a morte de Jesus e assim, ele morreu crucificado.

Deus, o Pai de Jesus, sofre com a morte de seu Filho, sofre com a injustiça que os seres humanos fizeram a Jesus. Deus, então, ressuscita Jesus e ele vence a morte.

Vamos ver como tudo aconteceu?



4. História


Morte e Ressurreição de Jesus
Depois do seu batismo, Jesus foi para o deserto. Ali ficou sozinho, rezando por quarenta dias. No deserto, teve fome e sede. No deserto, foi tentado por um anjo mau. Ele resistiu e mandou que o anjo mau fosse para bem longe. E na mesma hora, muitos anjos bons se aproximaram para prestar serviços a Jesus.

Depois daqueles quarenta dias, Jesus saiu do deserto e voltou para o meio do povo. Jesus ensinava os mandamentos da Lei de Deus, explicava também os livros santos, contava lindas histórias que ensinavam a fazer o bem. Dizia que todos nós somos irmãos. Jesus fazia o bem sem olhar a quem. Assim ia dando ótimas lições. O povo não sabia bem quem era Jesus, mas gostava de ouvir os seus ensinamentos. Todos ficavam horas e horas perto daquele Mestre. Como era bom ficar perto de Jesus!

Jesus era sempre acompanhado por muitas pessoas que acreditavam n'Ele e seguiam seus ensinamentos. Mas outros não queriam escutá-lo, não o aceitavam, não acreditavam que Jesus era o Filho de Deus e por isto queriam matá-lo.

Um dia, sabendo que se aproximava o momento de sua morte, Jesus reuniu os apóstolos para uma refeição. Era Quinta-Feira da Semana da Páscoa dos judeus. Esta festa recordava a libertação dos hebreus da escravidão do Egito. E o Senhor Jesus aproveitou esta festa para deixar aos apóstolos um novo significado a ser celebrado: a libertação da escravidão do pecado. É a Páscoa de Jesus.

Durante a Ceia, Jesus tomou o pão e o cálice de vinho, dizendo: "TOMAI, COMEI, ISTO É O MEU CORPO. BEBEI DELE TODOS, POIS ESTE É O MEU SANGUE; O SANGUE DA ALIANÇA QUE É DERRAMADO POR MUITOS PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DO MEU NOME."

Os apóstolos ficaram muito admirados, não entendiam ainda o que Jesus fazia. Só Jesus, o Filho de Deus, sabia o que estava fazendo: Ele estava se oferecendo a Deus Pai para morrer por nós, para tirar os nossos ecados e nos fazer amigos de Deus.

No dia seguinte, na cruz, Jesus se entregaria ao Pai totalmente. Agora, na Ceia, Ele já entregou todo o seu amor, sua vida.

Após a Ceia, Jesus foi rezar no Monte das Oliveiras. Lá, foi entregue aos soldados por Judas Iscariotes, o traidor.

Foi humilhado, maltratado, ferido, abandonado por seus amigos e condenado a morrer na cruz. Era Sexta-Feira da Semana da Páscoa dos Judeus. A Sexta-Feira Santa.

Jesus completou na cruz o seu sacrifício, oferecendo-se ao Pai para salvar todos os homens. Antes de morrer, Jesus disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito."

Na tarde da Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora e alguns amigos de Jesus sepultaram seu corpo num túmulo novo.

Esse sacrifício de Jesus, tão cheio de amor, que é oferecido por Ele na última Ceia e completado na cruz, é hoje representado, isto é, apresentado de novo a Deus, cada vez que o sacerdote celebra a Santa Missa.

No domingo, após a morte de Jesus, três mulheres foram visitar seu túmulo. Era o Domingo da Páscoa. Quando chegaram ao túmulo, tiveram uma grande surpresa: o corpo de Jesus não estava mais ali. As mulheres ficaram muito tristes. Que teria acontecido? Alguém teria roubado o corpo de Jesus? Logo, surgiu perto delas um anjo, que parecia vestido de luz! O anjo falou: - Ele não está mais nesta sepultura. Já aconteceu o que Jesus tinha anunciado. Jesus está vivo, outra vez. Vocês podem contar isto a Pedro e também a todos os outros discípulos.

As mulheres, felizes, correram ao encontro dos apóstolos para lhes dar esta grande notícia: JESUS RESSUSCITOU!

A Bíblia nos diz: "O coração de todos se encheu de uma grande alegria, até que Jesus, ressuscitado, apareceu aos apóstolos e lhes disse: "A paz esteja convosco." (Jo 20,19).

Tomé, um dos apóstolos, não estava presente quando Jesus apareceu. Então os outros discípulos lhe disseram: "Vimos o Senhor!" Tomé, então respondeu: "Se eu não vir em suas mãos o lugar dos cravos e se não puser o meu dedo no lugar dos cravos e minha mão no seu lado, não acreditarei."

Oito dias depois, achavam-se os discípulos , de novo, dentro de casa e Tomé com eles ... Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco". Jesus olhou para Tomé e falou: "Ponha aqui o seu dedo. Veja as feridas de minhas mãos. Ponha a sua mão no meu lado. Acredite agora. Não sejas incrédulo!" Tomé viu  com seus próprios olhos. Era Jesus mesmo. Então não teve mais dúvida. E falou com muito amor: "Meu Senhor e meu Deus!" Tomé  queria dizer: "Este é realmente Jesus! O adorável Homem-Deus!"

Quarenta dias após a Ressurreição, depois de ter aparecido diversas vezes a seus apóstolos e a muitas outras pessoas, Jesus foi para o Monte das Oliveiras.

Chegando lá, abençoou os apóstolos e distanciou-se deles, elevando-se aos céus. Foi a Ascensão de Jesus, quarenta dias após a Páscoa.


Jesus está também na terra!
Ele está no meio de nós!




Conversando com a história


Perguntar:


  • Por que mataram Jesus?
  • Vocês acham que Deus queria que seu Filho morresse da forma como morreu?
  • Deus ressuscitou Jesus, Ele continua vivo hoje em nosso meio de uma forma diferente. O que é para nós, cristãos, a ressurreição?

A ressurreição de Jesus nos dá a certeza da vitória sobre a morte e o pecado.

Após escutar as respostas dos catequizandos, convidá-los a ouvir a Palavra de Deus.



5. Leitura: Mc 14,32-16,19


"Chegaram a uma propriedade chamada Getsêmani. Jesus disse aos discípulos:

"Sentai-vos aqui, enquanto eu vou orar.""

"Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi elevado aos céus e sentou-se à direita de Deus."


Comentar os versículos.



6. Atividades


  • No final da página.


7. Oração Final e Encerramento


CATEQUISTA:
Jesus aceitou sofrer por nós, a fim de nos salvar. Antes de morrer, Ele instituiu a Eucaristia, dando seu corpo e sangue aos apóstolos, na Última Ceia. Depois, Ele foi maltratado pelos soldados e carregou a cruz até o monte Calvário, onde foi crucificado e morreu. Jesus ressuscitou e está presente no meio de nós, que nos reunimos por seu amor. Jesus quer que vivamos unidos a Ele no amor e o ajudemos a construir um mundo cada vez mais justo e mais feliz.


VOZ 1: Jesus, é uma grande alegria saber que Tu venceste a morte!

TODOS: Jesus ressuscitou e está vivo no meio de nós! Aleluia!

VOZ 2: Tua ressurreição nos dá a certeza da vitória sobre a morte e o pecado.

TODOS: Só em Jesus há vida plena! Aleluia!

VOZ 3: A nossa vida, sempre vivida no bem, é o caminho para o céu.

TODOS: Jesus, queremos viver unidos contigo no amor. Aleluia!

CATEQUISTA: Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Cristo venceu, aleluia!

TODOS: Cristo ressuscitou! Aleluia!




Fontes:


  • Bíblia Sagrada
  • Anuncio uma grande alegria - Arquidiocese do Rio de Janeiro
  • Jesus, nosso salvador - Pe. Orione Silva












A T I V I D A D E S 



1. Desembaralhe as letras e complete o texto:

    Durante a Última Ceia __________________, tomando vinho e ___________,
                                                UEJSS                                                   OPÃ

    os deu a seus _____________________ dizendo: Tomai e comei, isto é o meu
                                   IDSPLSOUCI

     ____________________; tomai e bebei, isto é o meu ________________.                        POCOR                                                                    UEGASN


2. Siga a ordem numérica em que as letras estão colocadas nos círculos,  para
    saber em que parte da missa o padre repete as mesmas palavras que Jesus
    disse na Última Ceia, escrevendo na linha indicada:

     


Escreva aqui ______________________________________________________


3. O que Jesus disse em Lc 23,34?

_______________________________________________________________

_______________________________________________________________

_______________________________________________________________


4. Procure no caça-palavras as palavras que estão faltando no texto:

    Depois que __________________________ condenou Jesus à morte, os

    soldados fizeram uma coroa de ______________________ e puseram na

     _____________________ de Jesus.


     Na ____________________-feira da semana em que se comemorava a

     _____________________ dos judeus, Jesus foi crucificado ao lado de dois

     ______________________ no alto do monte chamado _________________.


      N     P     L     A     D     R     Õ     E     S
      C     E     S     T     O     L     M     X     P
      A     S     P     I      L     A     T      O    S
      L      P     A    S      C    O     A      R    E
      V      I     S    S      A    M     X      F    X
      A      N    D    B      B    H     Z      I     T
      R      H    O    O      E    S     Z      H    A
      I       O    S    T      Ç    U     N      L     E
      O      S     U    A     A    Ç     C      U     R


5. Escreva uma bonita oração a Jesus, nosso Salvador:

_______________________________________________________________

_______________________________________________________________

_______________________________________________________________

_______________________________________________________________

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Jesus e o Pai nos enviam o Espírito Santo




Objetivos:

  • Reconhecer que Jesus Cristo revelou o Espírito Santo como Terceira Pessoa da Santíssima Trindade;
  • Despertar o amor ao Divino Espírito Santo, fonte de vida e santidade;
  • Abrir o coração à presença do Espírito Santo.

Ambiente:
  • Crucifixo
  • Bíblia
  • Vela
Recursos:
  • Preparar várias chamas de papel colorido que serão distribuídas aos catequizandos;
  • Elaborar um cartaz com os dizeres: "Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor."




1. Acolhida
  • Receber a turma alegremente. Fazer momento de animação.
  • Motivar a turma para rezar. Colocar a mão no ombro do companheiro da direita e, em silêncio, rezar invocando para ele a força do Espírito Santo.
  • De mãos dadas, rezar a Oração ao Espírito Santo.
  • Cantar a música 9 ou 10 do CD do Livro "O Espírito Santo nos sustenta", do Pe. Orione Silva e Solange Maria do Carmo.

2. Desenvolvendo o tema

Iniciar o encontro com alguma música que fale sobre o Espírito Santo. A seguir, perguntar:

- Por que cantamos esta música hoje? Sobre quem fala esta música?
Nosso encontro de hoje será dedicado ao Espírito Santo. Vamos conhecer um pouco sobre Ele?

Durante sua vida pública, várias vezes Jesus prometeu que enviaria o Espírito Santo.

Quarenta dias após a Ressurreição, depois de ter aparecido diversas vezes a seus apóstolos e a muitas outras pessoas, Jesus foi para o Monte das Oliveiras. Chegando lá, abençoou os apóstolos, distanciou-se deles, elevando-se aos céus. 

Mas, antes de subir aos céus, Jesus deu esta ordem a seus discípulos: "Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho a toda criatura." (Mc 16,15). 

Jesus prometeu, também, que enviaria o seu Espírito para ficar conosco; Ele nos ajudaria a entender tudo o que Jesus nos ensinou.

O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. É o amor entre o Pai e o Filho.

Cinquenta dias após a Páscoa, estando os apóstolos reunidos em oração, juntamente com Maria, a Mãe de Jesus, a promessa d'Ele se cumpriu: o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos. O Espírito Santo veio sobre os apóstolos em forma de vento e de línguas de fogo. Era o dia de Pentecostes!

Vamos ler, nos Atos dos Apóstolos, como isso se deu:


3. Leitura: At 2,1-4


Comentar:

Todos ficaram cheios do Espírito e começaram  a  proclamar  as  maravilhas do amor de Deus.   O Espírito  Santo  deu  aos  apóstolos força  e  coragem  para anunciar a todos o Evangelho.  Ele iluminou os apóstolos para que soubessem como deveriam agir, tirou-os do anonimato do cenáculo.

O Espírito Santo é o amor entre o Pai e o Filho. Ele vem a nós no dia do nosso Batismo e enche nosso coração do amor de Deus. Ele faz com que sejamos capazes de amar a Deus e a todos com o amor de Jesus. E, assim, faz com que sejamos filhos de Deus, pois nos dá a sua vida.

"Recebam o Espírito Santo", disse Jesus. Com a vinda do Espírito Santo, os cristãos recebem coragem e vão evangelizar todo o mundo. A fala é entendida por todos os povos em todos os lugares porque é a palavra do AMOR.

Sabemos que não é fácil, nos momentos de angústia, confiar a Deus nossos medos, nossos problemas. Com a força do Espírito Santo isto é possível, pois o Espírito Santo é a fortaleza de Deus na pessoa de quem anuncia o evangelho com palavras e ações. É do Espírito que vem a luz para os olhos e a força para vencer o medo e a vergonha de agir conforme a verdade que Jesus ensina.

O Espírito Santo é vida de Deus nas pessoas que formam a comunidade e a Igreja. Esta vida é a força que anima as lutas para o crescimento da comunidade. A comunidade é formada de pessoas que receberam o Espírito Santo no batismo. Ele anima estes batizados para agirem no mundo conforme o dom especial de cada um. O dom especial de cada um é dado para a utilidade de todos. Assim, podemos citar muitos dons que existem nas pessoas da comunidade:

  • O dom de ensinar o que Jesus ensinou;
  • O dom de cantar;
  • O dom de animar a comunidade;
  • O dom de reunir as pessoas;
  • O dom de reconciliar quem não tem paz;
  • O dom de acolher quem procura a comunidade;
  • O dom de aconselhar para o caminho certo;
  • O dom de entender as pessoas;
  • O dom de apreciar, gostar das coisas de Deus;
  • O dom de rezar , sentindo Deus presente na sua vida;
  • O dom de perceber atitudes certas ou erradas;
  • O dom de coragem de assumir a justiça e a verdade;
  • O dom de ter medo de se afastar dos caminhos de Deus.

A Igreja reúne tudo isso em sete dons: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, piedade, temor de Deus e ciência.


4. Atividades
  • É preciso que abramos nossos corações ao amor do Espírito Santo. Vamos nos lembrar agora das pessoas que necessitam receber a força do Espírito Santo porque estão doentes, sofrendo, afastadas de Deus ou por algum outro motivo.
  • O catequista distribuirá desenhos de uma chama em papel colorido e os catequizandos escreverão, nesta chama, o nome das pessoas necessitadas da ajuda do Espírito Santo.
  • Resolver as atividades da folha (ver final da página).

5. Oração Final e Encerramento

      
    Catequista:
  • Jesus subiu aos céus e prometeu que enviaria o Espírito Santo para ficar conosco e nos ajudar a viver os seus ensinamentos. O Novo Testamento revela que o Espírito Santo se manifestou de várias maneiras: em forma de água cristalina, em forma de pomba, no Batismo de Jesus; em forma de vento e línguas de fogo, no dia de Pentecostes. 
  • O Espírito Santo é o dom que nos fortifica, nos santifica e ilumina os nossos corações. Todos nós precisamos da ajuda do Espírito Santo. Existe alguém que vocês conheçam que, neste momento, precisa de uma força especial do Espírito Santo. Existe alguém que vocês conheçam que, neste momento, precisa de uma força especial do Espírito Santo? (Momento de silêncio).
  • Vamos, agora, pedir a luz do Espírito Santo, para todos nós, cantando (canto à escolha do grupo).
  • Enquanto estivermos cantando, cada um de vocês colocará no cartaz a "chama" com o nome da pessoa que necessita muito da ajuda do Espírito Santo.



Fonte:

  • Bíblia Sagrada
  • Catecismo da Igreja Católica







A T I V I D A D E S





1. Organizar uma lista de qualidades de pessoas. Do lado das qualidades,
    escrever o que está faltando na vida prática para viver estes dons.

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2. Para refletir:

a) Por que todos entendem a fala do Espírito Santo?

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b) O que podemos fazer com a força e a luz do Espírito Santo?

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c) Quais as ações que nos fazem perceber que Jesus está no nosso meio?

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3. Encaixe na cruzadinha abaixo os 7 dons do Espírito Santo: Sabedoria,
    Inteligência, Fortaleza, Temor de Deus, Conselho, Piedade e Ciência.