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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Jesus nos traz a alegria e a lliberdade de filhos de Deus




Objetivos:


  • Conhecer os sinais que Jesus apresentou aos seus discípulos e ao povo para demonstrar o seu amor e para provar que Ele é o enviado do Pai.
  • Entender que o valor e a dignidade das pessoas estão em primeiro lugar e que devem ser reconhecidos e respeitados.

Ambiente:

  • Bíblia
  • Vela
  • Flores


1. Acolhida e Oração Inicial

  • Acolher as crianças com entusiasmo e alegria. Cantar música bem animada.
  • Criar clima de silêncio para rezar.
  • Fazer o sinal da cruz.
  • Motivar: Estamos conhecendo melhor a missão de Jesus: o que ele fez, o que ele ensinou, o Reino que ele inaugurou. Esse Reino de Jesus acontece quando nós o deixamos guiar nossa vida. Nós acolhemos Jesus, ele passa a ser o nosso Rei e toda a nossa vida vai ganhando novo sentido.
  • Convidar a turma a acolher Jesus e seu Reino, cantando a música nº 9 do Livro Jesus, nosso Salvador, do Pe. Orione Silva.
  • De mãos dadas, repetir juntos: Ó bom Jesus, nós sabemos que o Senhor quer ter muitos amigos. Por isso, estamos aqui. Queremos ser seus amigos. Queremos seguir seus passos. Queremos ouvir sua Palavra. Venha, Jesus, nos abençoar, para vivermos sempre em sua presença. Amém!
  • Encerrar, cantando música  suave, à escolha.



2. Motivação


No encontro anterior, vimos que depois do Batismo, Jesus saiu para realizar a sua missão. ara auxiliá-lo, resolveu formar um grupo. Para isso, convoca doze pessoas (Apóstolos), são eles: Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu e João, seu irmão; Filipe, Bartolomeu, Tomé, Mateus, Tiago,  Tadeu, Simão e Judas Iscariotes (Mt 4,18-25). 


Jesus realizou muitos milagres:  O servo do centurião (Mt 18,5-13), cura de um leproso (Mc 1,40-45), ressuscitou a filha de Jairo (Lc 8,41-56) ...





Tudo isso, fazia Jesus para demonstrar o seu amor pelo povo e para que todos pudessem crer na paternidade e no poder de Deus.

O primeiro milagre de Jesus foi numa festa de casamento em Caná da Galiléia; sua mãe Maria, percebeu que tinha acabado o vinho da festa e pediu a Jesus que fizesse algo. Jesus mandou que os servos enchessem os potes  com água e a transformou em vinho   (Jo 2,1-11). 



Outro milagre muito significativo de Jesus foi quando estava pregando o Evangelho para uma multidão  de cinco mil pessoas onde ninguém tinha o que comer; Jesus pediu aos apóstolos que recolhessem o que o povo tinha. Acharam entre eles cinco pães e dois peixes. Jesus com apenas esse alimento, saciou toda a multidão sobrando ainda doze cestos (Mt 14,13-21).




Esse milagre vem mostrar que Jesus não se preocupava só com o espiritual do homem; mas ao mesmo tempo que pregava o Evangelho, ensinando a todo o povo, dava-lhes de comer. Isso é um exemplo a nós: devemos falar de Jesus, mas também ajudar a quem tem fome. Acolher o necessitado e viver nesta vida os mandamentos de Jesus, resumidos neste: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amo." (Jo 15,12).



3. Desenvolvendo o Tema


Nós já aprendemos que as pessoas têm muito valor. Todos os seres vivos, tudo o que existe tem valor. Mas o ser humano é imagem e semelhança de Deus. Tem ainda mais valor do que as outras coisas. Porém, quando Jesus veio ao mundo, encontrou situações estranhas em que as pessoas eram tratadas como se não tivessem valor.

No tempo de Jesus, havia umas leis muito severas. Por exemplo, no dia de sábado, ninguém podia fazer nada. O sábado era um dia de repouso absoluto. Todos tinham de ficar quietos, sem fazer nada. E mesmo que surgisse alguma emergência, era preciso esperar passar o sábado para resolver a questão no dia seguinte. O sábado era sagrado - assim dizia a lei.

Coitado de quem precisasse de ajuda nesses dias, porque, no sábado, ninguém podia ajudar ninguém. Se alguém estivesse morrendo no meio da rua, ninguém podia ajudar. Se alguém adoecesse, ninguém podia ajudar.  Qualquer coisa que acontecesse, não se podia fazer nada, porque a lei era dura e dizia que o sábado era dia de não fazer nada. Então, era torcer para que não acontecesse nada em dia de sábado.

Mas acontecia, principalmente quando Jesus estava por perto. As pessoas, vendo Jesus, nem ligavam para o sábado. Corriam atrás dele e iam pedir socorro, não importando o dia da semana. Quando Jesus passava, o povo se reunia. Vinham doentes para serem curados, pecadores para serem perdoados, aflitos para serem consolados. Na hora do aperto, todos se esqueciam de que o sábado era dia de não fazer nada.

O próprio Jesus não se preocupava com certos costumes daquele povo. Ele pensava: "Que ideia é essa de ficar descansando o sábado inteiro, mesmo sem estar cansado?"

E saía pela cidade afora, atendendo e socorrendo a quem precisasse, porque, afinal, todo dia é dia de fazer o bem.

Então, algumas pessoas que não compreendiam a bondade de Jesus  começaram a ficar de olho nele, para ver o que ele fazia em dia de sábado. Começaram até mesmo a seguir Jesus, só para implicar com tudo o que ele fazia no sábado.

Certa vez, Jesus entrou no templo e encontrou um homem muito doente. Ele tinha a mão seca. Sua mão não se mexia e não servia para segurar as coisas, por isso ele não podia trabalhar e sofria muito com aquilo.

Acontece que era dia de sábado. Havia muita gente no templo, entre elas as pessoas que andavam implicando com Jesus. Segundo o costume do povo, Jesus não podia curar aquele homem naquele dia. Mas Jesus era bom e gostava de fazer o bem, não importava o dia que fosse.

Então, Jesus chamou o homem doente para o meio do templo e perguntou, em alta voz, ao povo, que o olhava atentamente: "O que vocês acham que devemos fazer no sábado: o bem ou o mal? Devemos socorrer quem está doente ou deixá-lo sofrer só porque é sábado?".

Todos ficaram calados. Ninguém respondia nada. Jesus até ficou triste com a dureza de coração daquelas pessoas que não queriam vê-lo fazendo o bem no sábado, mas não se importou. Aproximando-se do homem disse: "Estende tua mão!" O homem estendeu a mão e ela imediatamente ficou curada.

Mc 3, 1-10


Então foi aquela aquela confusão. O homem, vendo sua mão curada, ficou radiante de felicidade e saiu pulando de alegria e contando para todo mundo. Muitas pessoas que viram aquele milagre também se encheram de alegria e compreenderam que era preciso fazer o bem todos os dias, principalmente no sábado, que era um dia santo, dedicado a Deus. Mas um grupinho de pessoas ciumentas fez cara feia para Jesus e saiu dali indignado, pensando em arranjar um jeito de impedir Jesus de fazer curas no sábado. Eles queriam até prender Jesus, para ver se assim ele sossegava.




Mas Jesus seguia em frente e não ligava para aquelas coisas. Saindo do templo, foi para a beira do mar. Uma multidão enorme foi atrás dele. Sem se preocupar se era sábado, Jesus atendeu a todos, curou a muitos e fez o bem a quantos necessitavam de sua ajuda. Aquelas pessoas que tinham bom coração compreenderam que o bem deve ser feito todo dia. Deus ama sempre o seu povo, todos os dias da semana. E não existe essa história de que há dia certo para fazer o bem e amar as pessoas. Todo dia é dia de fazer o bem!



Conversando:

  • Qual era o costume do povo a respeito do sábado?
  • O que Jesus achava desse costume?
  • Jesus deixou de fazer o bem em dia de sábado?
  • O que Jesus fez, quando encontrou no templo, o homem de mão seca?
  • O que as pessoas acharam disso?


4. Leitura: Lc 13,10-17


Estava Jesus ensinando na sinagoga em um sábado. Havia ali uma mulher que, há dezoito anos, vivia num estado de espírito que a deixava doente: andava curvada e não podia, de modo algum erguer-se. Ao vê-la, Jesus a chamou e lhe disse: "Você está livre de sua doença". Ao mesmo tempo, Jesus lhe impôs as mãos e, no mesmo instante, ela se endireitou e começou a glorificar a Deus.






Mas o chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado - o que era proibido pela lei - disse ao povo: "São seis os dias em que se deve trabalhar. Venham, pois, nesses dias para se curarem, mas não em dia de sábado".

Então, Jesus retrucou: "Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra, no sábado, seu boi ou seu jumento, para os levar a beber? Então, essa filha de Deus, que estava oprimida há dezoito anos, não devia ser libertada em dia de sábado?"

Ao proferir essas palavras, todos os seus adversários se encheram de confusão, ao passo que todo o povo se entusiasmava, observando tudo o que Jesus realizava.


       - Palavra da Salvação.
       - Glória a vós, Senhor!



Partilha:

  • Onde Jesus estava no dia em que curou a mulher? Vamos lembrar para que serviam as sinagogas? (Eram lugares onde o povo se reunia, principalmente aos sábados, para estudar a Palavra de Deus).
  • Quem Jesus encontrou na sinagoga precisando de ajuda?
  • Há quanto tempo aquela mulher estava doente? Qual era a doença dela?
  • O que Jesus fez para ajudar a mulher encurvada?
  • Como foi a reação do povo, diante do gesto de Jesus? Todos gostaram?


Conversando:


Nem todos gostaram do gesto de Jesus. Era um gesto bom. Jesus estava devolvendo a saúde a uma mulher doente. Era para todo mundo aplaudir. Mas não foi assim. Vamos entender melhor o texto:

A mulher vivia encurvada: Há dezoito anos, vivia doente. A mulher encurvada é o símbolo das pessoas que vivem sob o peso da opressão. Os males pesam em nossas costas e nós, não conseguindo vencê-los, nos curvamos por causa deles. O ser humano não foi feito para se curvar diante do mal, seja qual mal for. Mas, quando os problemas pesam muito, a gente fica como que encurvado, precisando de ajuda para vencer. Essa mulher encurvada representa aqui todas as pessoas que quase não estão aguentando mais o peso que carregam: seus problemas, suas preocupações, suas doenças e tudo o mais que pesa sobre os seus ombros.

Jesus a ajudou: Jesus ajuda a mulher a vencer o mal que a oprimia e a fazia sofrer.  Ela se endireitou. Isso significa que, com a ajuda de Jesus, ela conseguiu superar suas dificuldades. Ele veio para ajudar.

Mas o chefe da sinagoga protestou: Ele pensava: "A sinagoga é um lugar para rezar e não para fazer curas". Além do mais, o chefe da sinagoga pensava que, no dia de sábado, não se podiam fazer curas. O sábado era um dia santo, no qual todo mundo devia descansar e rezar. Nada de curas ou qualquer outra atividade diferente dessas. Para Jesus, porém, ajudar aquela mulher era mais importante, ainda que fosse sábado e em plena sinagoga. O chefe da sinagoga representa aqui as pessoas que não ligam muito para os outros. Para ele, tanto fazia se aquela mulher estava curvada ou endireitada. O mais importante para ele era cumprir o costume, mesmo que o costume fosse desumano, porque infelizmente existem alguns costumes que são desumanos.

Mas Jesus retrucou: Jesus mostra a contradição do costume daquele tempo. Ele diz que, se um boi precisar de ajuda no sábado, o dono do boi sai de casa e vai ajudá-lo. Mas, se uma pessoa precisar de ajuda, as pessoas pensam que não se deve ajudar. Esse jeito de pensar é bastante estranho, pois não coloca o bem das pessoas em primeiro lugar.

Os adversários ficaram confusos; o povo ficou entusiasmado. O povo ficou dividido. Uns gostaram da atitude de Jesus, porque concordaram que a pessoa vale mais que um boi ou jumento e, por isso mesmo, as leis e os costumes devem existir para o bem das pessoas. Mas houve quem ficasse contrariado, porque Jesus, nesse caso, não seguiu os costumes do povo.

E, com isso, Jesus nos dá um grande ensinamento: as pessoas têm valor. É preciso respeitar a dignidade das pessoas. As leis e os costumes devem existir para ajudar as pessoas e não para atrapalhar. Jesus coloca a pessoa humana em primeiro lugar. Esse é um ensinamento que a gente nunca pode esquecer.




5. Atividades


Sugestão:
  • Cantar a música "A mulher encurvada", fazendo os gestos sugeridos pela letra (Música 10 do CD do Livro Seguindo Jesus, do Pe. Orione Silva).
  • Separar os catequizandos em duplas. Distribuir uma folha de papel para cada dupla, para que escrevam sete coisas que fazem a pessoa ficar encurvada e dominada pelos males e sete coisas que ajudam a pessoa a se libertar dos males e enfrentar a vida com alegria.
  • Escritas as palavras, conferi-las e comentá-las.

Conclusão:

Jesus enfrenta um costume muito desumano de seu tempo, para ensinar que as pessoas têm valor.  Mesmo que seja uma pessoa simples, pobre e doente  -  como a mulher encurvada -, ela não pode ser desprezada nem tratada com pouco caso. As pessoas precisam de ajuda para superar seus males e suas dificuldades. O ensinamento de Jesus é muito claro. Ele não somente ajuda a mulher, mas quer que a gente aprenda a ajudar os outros, reconhecendo a dignidade de todas as pessoas. A dignidade e o valor das pessoas são coisas tão importantes que até as leis devem levar isso em conta. E, se houver, em algum lugar, algum costume ou alguma lei que não reconheça a dignidade das pessoas, isto precisa ser repensado. As leis e os costumes devem existir para proteger e ajudar as pessoas, e não para atrapalhar a vida delas.



6. Oração Final e Encerramento

  • Cantar várias vezes a música 5 (CD do Livro), até a turma interiorizar a mensagem. Por fim, cantar bem baixinho. Enquanto isso o catequista vai conduzindo a reflexão: Deus é bom e mandou seu filho Jesus para nos salvar. Jesus nos ensinou que toda pessoa tem valor e deve ser respeitada. Se alguma vez a gente desprezou alguém, maltratou algumas pessoas, ofendeu outra, então é preciso pedir perdão. Humilhar os colegas, desrespeitar os companheiros, agredir os mais fracos, ignorar o sofrimento de alguém não são atitudes que fazem parte do Reino de amor que Jesus veio trazer.  Vamos pedir perdão e prometer melhorar (silêncio).
  • Cantar de novo a música anterior. Encerrar rezando o ato de contrição, que eles já devem saber de cor. Senão, repetir uma prece de perdão com o catequista.
  • Motivar a turma para o próximo encontro.









Fontes:
  • Bíblia Sagrada
  • Livro do Catequista - Fé - Vida - Comunidade (Paulus)
  • Livro Seguindo Jesus - Pe. Orione Silva e Solange Maria do Carmo













O Programa de Jesus: Amigo dos Pobres e dos Oprimidos






Objetivo:
  • Conhecer a missão de Jesus.


Ambiente:
  • Bíblia
  • Vela
  • Flores

1. Acolhida e Oração Inicial

  • Receber a turma com alegria. Fazer momento de animação, cantando músicas sugestivas.
  • Fazer breve recapitulação da etapa anterior e introduzir a próxima: Na etapa anterior, nosso grande objetivo foi compreender o sentido da vinda de Jesus ao mundo: seu nascimento, sua acolhida pelas pessoas, a salvação que ele veio trazer. Vimos que o Menino Jesus, desde pequeno, trouxe muita alegria e paz para quem o acolheu. Agora, vamos iniciar uma nova etapa, com a finalidade de compreender alguns dos mais importantes ensinamentos de Cristo. Acontece que o tempo passou e Jesus foi crescendo, crescendo, até virar um rapaz cheio de fé. Quando ele já era homem feito, resolveu sair pelo mundo pregando a Palavra de Deus, da qual ele era o mensageiro.
  • Convidar a turma para cantar a música 15 do CD do Livro Jesus, nosso Salvador (Pe. Orione Silva), ou outra à escolha, já dispondo o coração para acolher Jesus.
  • Fazer preces espontâneas. Cada um irá dizer a Jesus por que o acolhe em seu coração. Todos responderão: "Nós o acolhemos, Senhor Jesus!" O catequista poderá iniciar, rezando algo como: 
        - Eu o acolho, Jesus, em meu coração, porque preciso do Senhor.
        - Eu o acolho, Jesus, em minha vida, porque o Senhor me dá a paz. Etc.
  • Repetir, de mãos dadas: Nós o acolhemos, Jesus, em nossa vida e queremos conhecê-lo sempre mais. Queremos admirar suas obras e seus ensinamentos. Queremos aprender do Senhor um novo jeito de ser e viver, para que a sua salvação se realize na vida de cada um de nós. Amém!



2. Motivação

  • Perguntar a cada catequizando o que gostaria de ser quando for adulto. Pedir que diga o "porquê" dessa escolha.
  • Conversar com os catequizandos sobre os planos que, às vezes, sua família faz (programas de passeio, de trabalho, de mutirão, etc.)
  • Assim como nós temos os nossos planos, os nossos projetos, os nossos programas de vida, Jesus também tinha o seu. O projeto de Jesus era o mesmo projeto de Deus-Pai. O evangelista Lucas narra uma das primeiras pregações de Jesus. Nessa pregação, Jesus explica como é o Reino novo que ele deseja construir. Vamos ouvir com atenção um bonito trecho da Bíblia para ver se esse Reino de Jesus é importante para o mundo de hoje.

3. Leitura: Lc 4,16-22

Certa vez, Jesus já era homem feito quando se dirigiu à cidade de Nazaré, onde tinha sido criado. Entrou na sinagoga em dia de sábado, seguindo o seu costume, e levantou-se para ler a Palavra. Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus escolheu e proclamou a passagem em que está escrito: "O Espírito do Senhor está sobre mim. Ele me escolheu e me enviou para trazer uma boa notícia aos pobres, para curar os que têm o coração ferido, para proclamar o perdão aos presos, e aos cegos a recuperação da vista, para devolver a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor."
Fechando o livro, Jesus sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga ficaram olhando para ele. Jesus, então, lhes disse: "Hoje se cumpriu essa palavra que vocês acabaram de ouvir". Todos ficaram admirados com as suas palavras.

     - Palavra da Salvação.
     - Glória a vós, Senhor.



Partilha:

  • Em que cidade Jesus fez esse discurso? Em que local e em que dia? (Lembrar o costume dos judeus de ler as Sagradas Escrituras nas sinagogas em dia de sábado).
  • O que era sinagoga? Para que servia?
  • Deram a Jesus, para ler, um livro de qual profeta do Antigo Testamento?
  • O que dizia o texto que Jesus leu?
  • O que Jesus afirmou ao povo no fim de sua leitura?


4. Desenvolvendo o Tema

O profeta Isaías viveu muito tempo antes de Jesus. Ele havia dito que o Salvador, quando viesse, seria uma espécie de rei misericordioso que iria socorrer o povo, principalmente as pessoas mais sofridas, devolvendo a todas elas a dignidade, a paz e a alegria.

Jesus começou sua missão dizendo que veio cumprir o que o profeta havia anunciado. Jesus se apresenta como aquele que veio trazer vida nova para todas as pessoas sofridas.


Naquele tempo, havia reis maus, injustos e dominadores que oprimiam o povo, explorando e praticando todo tipo de injustiças. E não eram só os reis que agiam assim. Havia, em toda a sociedade, muitos preconceitos. Os pobres, os doentes - cegos, leprosos, aleijados - viviam abandonados. Não tinham vez.


Jesus chega propondo solidariedade e justiça e convocando o povo pra construir um novo Reino. Nesse Reino, o próprio Deus será o rei justo e bom, guiando a vida do povo. A partir daí, a vida começa a mudar: os oprimidos ficam livres, os doentes são olhados com carinho, os pobres são acolhidos e valorizados, os que estão sofrendo, com o coração ferido e magoado, são consolados. Assim é o Reino de Jesus.


O "ano da graça", que Jesus afirma que vai trazer, significa um tempo de união, paz e justiça para todos. Naquela época, de vez em quando, se celebrava o "ano da graça". Naquele ano, as dívidas eram perdoadas, as mágoas esquecidas, as pessoas se reconciliavam e se uniam superando obstáculos, diferenças e preconceitos. Era isso o que Jesus queria.




Jesus curando

Conversando com a turma:
  • Vamos comparar o tempo de Jesus com o mundo de hoje: As ideias de Jesus anunciadas nesse texto seriam importantes para os dias de hoje? Por quê?
  • Como é a sociedade hoje? Há preconceitos e divisões? Quais? Há pessoas isoladas e abandonadas? Quais?
  • Jesus, em sua pregação, falou dos problemas da época: pobres, abandonados, pessoas de coração ferido - ou seja, magoadas, entristecidas - presos, oprimidos, doentes. Se Jesus fosse hoje fazer sua pregação, de quais problemas você acha que ele falaria? De que pessoas ele se lembraria?
  • O que você acha que mudaria no mundo se todas as pessoas aceitassem o Reino de Deus, ou seja, se aceitassem Jesus como verdadeiro rei, aquele que orienta a vida de todos?
  • Encerrar a conversa, concluindo: A missão de Jesus era justamente esta: fazer o Reino de Deus acontecer, trazer ao mundo uma proposta de vida nova, baseada na igualdade, na justiça, na solidariedade, no amor e no respeito entre as pessoas. Essas coisas todas acontecem, quando nós deixamos Jesus reinar em nossa vida, aceitando sua proposta. Um mundo cujo rei é Deus, sem dúvida, um mundo melhor. Em toda a sua vida, essa foi a grande verdade que Jesus nos ensinou.

5. Atividades

- Convidar a turma para fazer  uma  dramatização  do  Evangelho,  retratando  nossa vida hoje e a necessidade de um novo Reino.

- Escolher sete pessoas para representar os papéis:
  • Jesus: vestido com túnica ou manto, trazendo uma Bíblia na mão e uma sacola, onde deverá haver uma camisa e um pão.
  • Pobre: com camisa velha e rasgada e panela vazia na mão.
  • Triste: pessoa vestida de luto, com semblante triste. A roupa poderá ser uma capa preta. Por baixo, deverá haver uma roupa alegre.
  • Cego: pessoa com os olhos vendados.
  • Preso: pessoa com as mãos amarradas por correntes.
  • Doente: pessoa com a perna enfaixada, manchas vermelhas pelo corpo, com curativos no rosto etc.
  • Fraco: pessoa representando um alcoólatra - tonto, com uma garrafa de bebida e um cigarro apagado.

- O catequista sairá com as sete pessoas para prepará-las para a encenação. Enquanto isso,
  as demais crianças ficarão ensaiando a música nº 9 do CD do Livro Jesus, nosso salvador, 
  do Pe. Orione Silva.

- Ensaiada a música, começar a encenação.

  • As pessoas que irão representar ficarão em ordem, sem ser vistas, à porta do local do encontro. A turma começará a cantar. Durante o refrão, entrará Jesus, com a Bíblia e a sacola e se colocará diante da turma.
  • Na primeira estrofe, entra o pobre, com a camisa rasgada e a panela vazia. Estende a mão para Jesus. Jesus lhe mostra um trechinho da Bíblia. Ele fica feliz. Jesus abre a sacola e lhe dá a camisa nova, ajudando-o a vestir-se. Em seguida, dá-lhe o pão. Ele põe o pão na panela e fica num canto feliz.
  • Na segunda estrofe, entra o triste, todo de luto e chorando. Jesus lhe  mostra um trecho da Bíblia. Ele sorri. Jesus ajuda-o a tirar a roupa de luto (deverá, é claro, estar com outra roupa por baixo). O luto poderá ser representado por uma capa preta, fácil de tirar. O triste fica alegre e vai colocar-se ao lado do pobre. Jesus permanece lá.
  • Na terceira estrofe, entra o cego, com os olhos vendados. Jesus tenta mostrar-lhe a Palavra, mas ele não vê. Jesus fala no seu ouvido. Ele sorri. Jesus tira a venda dos seus olhos e ele,feliz, se junta aos demais.
  • Na quarta estrofe,entra o preso. Jesus mostra a Bíblia e solta as correntes. Ele fica feliz e comemora. E vai juntar-se aos outros.
  • Na quinta estrofe, entra o doente, com a perna enfaixada, à mostra, o rosto cheio de curativos. Jesus mostra a Bíblia, tira as faixas e os curativos. Ele fica feliz e se junta aos demais.
  • Na sexta estrofe, entra o fraco, tonto, sujo, com garrafa de bebida na mão e um rolinho de papel imitando cigarro. Jesus mostra a Palavra. Ele compreende e, sorrindo, entrega a Jesus o cigarro e a bebida e vai se colocar junto aos demais. E Jesus fica no meio deles, mostrando-lhes a Bíblia aberta.
  • Terminada a encenação, todos aplaudem.





Conclusão:

Essa dramatização nos mostra algumas dificuldades que envolvem as pessoas ainda hoje. Por causa dessas coisas, muitas pessoas se sentem abandonadas, perdidas e feridas em sua dignidade. Por isso, o Reino de Jesus continua sendo uma necessidade. Quando a gente acolhe Jesus e o deixa orientar nossa vida, ele nos conscientiza de nossas fraquezas e nos dá uma força especial que nos liberta de tudo quanto nos oprime. Muitas pessoas vivem presas a situações das quais só Jesus pode, de fato, libertar. E Jesus liberta de dois modos: 1º) Fortalecendo o coração daquele que está sofrendo e devolvendo a dignidade, a esperança, a alegria de viver e o desejo de se renovar; 2º) Unindo as pessoas para que umas ajudem as outras, superando divisões e preconceitos. Assim, o Reino de Deus acontece porque Deus, quando se faz presente em nosso coração, nos devolve a esperança, o gosto pela vida, e nos faz unidos e solidários a todos os irmãos, sem levar em conta suas fraquezas.

6. Oração Final e Encerramento

- Fazer  preces   espontâneas pedindo  a  Jesus   que   venha  libertar  as  pessoas  de  suas  fraquezas e sofrimentos. A resposta poderá ser: "Liberta-nos, Senhor!" 
                     
- O catequista poderá iniciar, rezando algo como:
  • Venha libertar, Senhor, as pessoas que estão sofrendo pelos vícios;
  • Venha libertar, Senhor, os doentes;
  • Venha libertar, Senhor, os que têm o coração cheio de rancor". Etc.
  • Cantar a música nº 5 do CD do Livro do Padre Orione, ou outra à escolha, pedindo a Jesus que tenha piedade de nós e renove nossa vida e a vida de todas as pessoas.
  • Motivar a turma para o próximo encontro.



Fontes:
  • Bíblia Sagrada
  • Livro do Catequista - Fé - Vida - Comunidade (Paulus)
  • Livro Conhecendo Jesus  (Pe. Orione Silva e Solange Maria do Carmo)
  • Livro Jesus, nosso salvador (Pe. Orione Silva e Solange Maria do Carmo) 














   







sábado, 1 de fevereiro de 2014

Jesus Inicia Sua Missão





Objetivos:

  • Recordar a história de João Batista, aquele que veio antes para preparar o coração do povo para acolher Jesus;
  • Explicar qual era a missão de Jesus e quando iniciou.


Ambiente:

  • Bíblia
  • Flores
  • Símbolos do Batismo (água, óleo, roupa branca, vela acesa)



1. Acolhida



  • Convidar as crianças para fazer silêncio e rezar.
  • De mãos dadas, repetir: Ó Deus de amor, mais uma vez nos reunimos e queremos pedir que o Senhor nos ajude a viver unido. Assim, juntos, queremos estar também bem pertinho do Senhor, para que a nossa vida seja abençoada pela sua presença. Venha ficar conosco, ó Deus de amor! Amém!


2. Motivação


Antes de Jesus começar a sua missão, alguém preparou o povo para receber o Salvador. Como vimos no nosso último encontro, essa pessoa foi João Batista, primo de Jesus e filho de Isabel e Zacarias.

As histórias de João Batista e a história de Jesus se desenvolveram praticamente ao mesmo tempo. Vamos relembrar como isso aconteceu?

No sexto mês de gravidez de Isabel, Deus enviou  o Anjo Gabriel à cidade de Nazaré para levar um recado a uma jovem chamada  Maria, que iria se casar com um descendente de Davi, chamado José.  Quando Maria  deu  seu "sim " a Deus para ser a mãe de Jesus, ela  recebeu  a notícia de que sua prima  Isabel,  que  tinha idade avançada também estava esperando um filho. Vocês  sabem o que Maria fez quando soube que sua prima também seria mãe?   Maria  se aprontou e foi com pressa para uma idade da Judéia, na região montanhosa. Entrou na casa de Zacarias  e  cumprimentou Isabel. Quando ouviu a saudação de Maria,  a  criança se mexeu dentro dela  e,   Isabel, cheia do Espírito Santo, falou bem alto: "Você é a mais abençoada de todas as mulheres!   E a criança  que você vai ter é também a mais abençoada!  Quem sou eu para que a  mãe do meu Senhor venha me visitar? Logo que ouvi você me cumprimentar,  a criança  ficou alegre  e   se mexeu  dentro  de   mim!   Você é feliz por acreditar que vai acontecer o que o  Senhor disse!" Maria louvou o Senhor com o Magnificat

Maria ficou por aproximadamente três meses com sua prima Isabel. Certamente, nesse período, elas sonharam juntas com seus filhos, vivendo a espera na amizade, com gestos concretos de ajuda, fraternidade e oração.

Jesus e João  eram quase da mesma idade, mas cresceram longe um do outro. Eles pouco se encontravam. Quase não se conheciam. Quando José morreu, Jesus já era moço. Ficou morando com sua mãe, na casa de Nazaré.

João já era moço também. E morava num lugar deserto. Nesse lugar havia montanhas. O rio Jordão passava ali perto. João levava uma vida sem conforto. Ele se vestia de pele de camelos e se alimentava com gafanhotos e mel. João amava muito a Deus. Ele era um santo homem. Um dia Deus falou com João, lá no deserto: "João, você foi escolhido, para dar uma boa notícia. Mas vá falando pouco a pouco. Vá dizendo ao povo: o Messias já chegou. O Salvador dos homens já está no meio de nós. Jesus já veio à terra. Até agora quase ninguém sabe disso. Mas, daqui a pouco, Jesus vai ficar conhecido. Ele vai ensinar a todos o caminho do céu".

Estava chegando a hora de Jesus ficar conhecido. O primo João devia ir avisando o povo. Ele era precursor de Jesus. Precursor quer dizer: quem vai na frente anunciando. João começou seu trabalho com muito amor. Saiu de sua tenda, lá do alto. E procurou ficar sempre nas margens do rio Jordão. Por aí, passavam muitas pessoas. Eram viajantes que vinham de vários lugares. João batizava as pessoas no rio Jordão. Recomendava a todos que não cometessem pecados. E dizia: - A gente não deve pensar só em gozar a vida. Deve também fazer algum sacrifício, por amor a Deus.

Aos trinta anos, Jesus deixou a casa de Nazaré. Começou a viajar. Agora, Jesus queria ir ao encontro do primo. Ele sabia de tudo quanto João fazia, lá no deserto. Lá no deserto, João começou o seu trabalho. E, pouco a pouco, ia falando de Jesus. João batizava os viajantes no Rio Jordão. E dizia: - Vão se preparando. Depois de mim virá o Salvador. O Salvador vai chegar logo.

João Batista falava a verdade. Jesus até já estava no meio do povo. Tinha vindo com outros viajantes. Mas, esses viajantes não conheciam Jesus. Um dia, Jesus chegou ao rio Jordão. Chegou com outros viajantes. Ele aproximou-se de João Batista e disse: - Eu também quero ser batizado.João Batista olhou firme para aquele viajante.  Ele reconheceu-o no mesmo instante. Era Jesus, o Salvador. Então, João Batista, perplexo, falou:   - Como?! Eu vou batizar o Senhor? Não, isso não. Eu é que deve ser batizado pelo Senhor. Para mim isso é que está certo.Mas, Jesus insistiu: - Faça o que eu estou pedindo. Mesmo que você não entenda. João ficou calado. Obedeceu. Assim, Jesus foi batizado.


Conversando com a turma:


Todos os parentes de Jesus moravam em Nazaré? Isabel e Zacarias moravam em Nazaré? Quem era Isabel? Como era o nome do filho de Isabel  e Zacarias? Grau era o grau de parentesco entre João e Jesus? Por que João e Jesus cresceram distante um do outro? Qual era o nome do pai adotivo de Jesus? Qual era a profissão de José? E a de Jesus? Jesus é o Filho de Deus, mas ninguém sabia disso; qual era o apelido que muitos davam a ele? O que aconteceu quando José morreu? Quando José morreu, Jesus já era moço e ficou morando com sua mãe na casa de Nazaré. E João, que também já era moço, onde morava? Como ele se vestia e como se alimentava? O que fazia João no deserto? Por que seu apelido era Batista? Como era João Batista? O que respondia João quando lhe perguntavam se ele era o Salvador prometido de Deus? Quando Maria ouviu as notícias que chegaram a Nazaré, a respeito de Jesus, qual foi a sua atitude? Qual foi a reação de Maria quando Jesus pediu para falar-lhe? Com quantos anos Jesus deixou a casa de Nazaré para viajar? Jesus foi ao encontro do primo; o que aconteceu quando Jesus chegou ao rio Jordão? O que Jesus disse a João Batista? O que João Batista respondeu ao reconhecer Jesus? E Jesus, o que disse a João Batista depois de sua resposta? João batizou Jesus?


Vamos ver agora o que aconteceu no momento em que Jesus batizado:



3. Leitura: Lc 3,21-22


"Enquanto todo o povo era batizado e Jesus, batizado, estava em oração, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre ele, em forma corpórea, como uma pomba. E do céu veio uma voz: "Tu és o meu Filho amado; em ti está o meu agrado".




Partilha:

  • O que aconteceu quando Jesus estava em oração, depois de ser batizado por João Batista?
  • Como o Espírito Santo desceu sobre Ele?
  • O que dizia a voz que veio do céu?
  • De quem era essa voz?



4. Desenvolvendo o Tema



Jesus foi batizado no rio Jordão por João Batista (mostrar no mapa). Deus Pai disse a todas as pessoas que lá estavam que Jesus é o seu Filho muito amado. Nesta ocasião, Jesus inicia a sua missão: anunciar que Deus Pai ama todas as pessoas e todas as coisas criadas.

Assim como Jesus, nós também somos muito amados por Deus. Aquela frase bonita que Deus disse no dia do batismo de Jesus vale para nós também. Nós somos os seus filhos amados em quem ele põe todo o seu carinho e seu afeto. A partir do nosso batismo, nós assumimos este compromisso de viver como filhos queridos de Deus, buscando sempre o que é bom e deixando para trás o que não presta, pois, agora, também nós estamos cheios do Espírito Santo de Deus, que é sua força em nosso coração. Pelo Batismo, estamos bem unidos a Jesus e nada pode nos separar dele.

Na época de Jesus era costume o Batismo por imersão, isto é, as pessoas eram mergulhadas na água para serem batizadas. Hoje, o modo é diferente: derrama-se água na cabeça de quem é batizado.

Depois do seu batismo, Jesus foi para o deserto. Ali ficou sozinho, rezando por quarenta dias. No deserto, foi tentado por uma anjo mau. Ele resistiu e mandou que o anjo mau fosse para bem longe. E na mesma hora, muitos anjos bons se aproximaram para prestar serviços a Jesus.





Depois daqueles quarenta dias, Jesus saiu do deserto e voltou para o meio do povo. Jesus ensinava os mandamentos da Lei de Deus, explicava também os livros santos, contava lindas estórias que ensinavam a fazer o bem. Dizia que todos nós somos irmãos. Jesus fazia o bem sem olhar a quem. Assim ia dando ótimas lições. O povo não sabia bem quem era Jesus, mas gostava de ouvir os ensinamentos. Todos ficavam horas e horas, perto daquele Mestre. Como era bom ficar perto de Jesus!


5. Atividades



  • Convidar as crianças para recordar o dia em que foram batizadas. Perguntar se já viram uma criança sendo batizada e se sabem como se faz hoje o batismo. Explicar como é feito o batismo. Não é preciso entrar em detalhes. Basta mostrar como se derrama água na cabeça da criança.
  • Explicar o sentido do batismo: Fomos batizados para receber Jesus em nosso coração, para sermos puros e de bom coração, cheios de alegria e de fé em Jesus.
  • Colocar, diante da turma, uma vasilha com água e um ramo para aspergir. Cada criança vai à frente e o catequista asperge água em sua cabeça, para recordar o dia em que foram batizadas.
  • Enquanto isso, cantar música apropriada.
  • Se houver criança não batizada na turma, seja também aspergida com as demais. Só estamos fazendo um ritual, sem caráter sacramental. Não vale discriminar ninguém.


6. Oração Final e Encerramento



  • Convidar a turma a agradecer a Deus, que ama a cada um de nós. Erguer as mãos para o alto e rezar com o catequista: Ó Deus de amor, nós estamos felizes porque sabemos que o Senhor nos ama e nos quer bem. Nós somos seus filhos queridos e queremos viver sempre unidos a Jesus. Amém!
  • Rezar a oração que Jesus nos ensinou.
  • Motivar a turma para o próximo encontro.























Fontes:
  • Bíblia Sagrada
  • Catecismo da Igreja Católica
  • Livro Conhecendo Jesus (Padre Orione Silva e Solange Maria do Carmo)