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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Jesus Tem Uma Mãe




Objetivos:

  • Considerar a ação de Deus na vida das pessoas e na própria vida;
  • Manifestar o desejo de acolher a presença de Deus na vida pessoal e na vida da comunidade.

Ambiente:

  • Imagem de Maria com o Menino Jesus
  • Bíblia, vela, flores

Recursos:

  • Um coração feito de cartolina;
  • Terço para cada criança.



1. Acolhida e Oração Inicial
  • Acolher as crianças com muita alegria.
  • Cantar a música nº 1.
  • Acalmar a turma e convidá-la para rezar.
  • Repetir todos juntos, com a mão no coração. O catequista reza e a turma repete: Ó Deus de amor, mais uma vez estamos aqui e pedimos ao Senhor: Venha iluminar e abençoar nosso encontro. Venha nos dar muita paz e muita alegria, para que possamos viver sempre unidos ao Senhor. Venha nos dar um bom coração, para acolher Jesus. Amém.
  • Criar clima de oração, para conversar com Deus.
  • Motivar: Estamos no mês de Maria. Na semana passada rezamos uma dezena do Terço. Hoje vamos rezar mais uma dezena e meditar o segundo Mistério Gozoso.
  • Entregar um terço para cada catequizando e combinar como será rezado.
  • Cantar “Maria de Nazaré”.
  • Pedir às crianças para que contem como foi experiência vivida por eles na participação da Celebração de Adesão à Jesus Cristo, realizada na última quarta-feira.

2. Relembrando o tema anterior

Conversar com os pequeninos sobre os vários títulos que a Igreja atribui a Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe.


3. Desenvolvendo o tema de hoje

O que é um coração? O que o coração faz? No corpo humano qual é a importância do coração? Quando vemos a figura de um coração, o que pensamos? Que significados pode ter? Quando falamos em coração, queremos nos referir ao interior do ser humano. Dizemos que no coração nascem os sentimentos (cf Sl 14 (13), 1-2; Sl 17 (16), 3-4; Sl 27(26), 13). Dizemos: Deus está em nosso coração, eu amo de todo o e outras frases parecidas. “É no coração do ser humano que nasce o mal”, disse Jesus. São formas figurativas de demonstrar a realidade. É no coração que nascem os sentimentos bons e maus (cf. 1 Sm 2,1; 13,14; 16,7; Jr 11,20; 2Cor 2,4; 1Jo 3,19ss; Hb 8,10). O coração é o símbolo do amor. Dizemos que com o coração amamos a Deus e ao próximo (cf. Dt 6,5; Mt 22,37; Mc 12,30.33; Rm 5,5; 2Cor 3,3).

Gesto litúrgico: Colocar a mão no coração.

O gesto de colocar a mão no coração tem vários significados. Na catequese vamos refletir dois deles:
  • Penitência – colocamos a mão no coração, batendo no peito, quando rezamos o ato de contrição, ajoelhados, pedindo perdão a Deus pelos nossos pecados, reconhecendo o nosso pecado (na Eucaristia o ATO PENITENCIAL). 
  • Intimidade com Deus – em muitas imagens e figuras de Maria vemos que suas mãos estão no peito e com a cabeça inclinada. Este é um gesto de recolhimento e de oração. Queremos manifestar externamente o nosso desejo de estar com Deus, recolhendo as nossas mãos, sobre o peito. Mãos que seguram os desejos do coração, para estar somente com Deus, em oração.

Vivenciando a liturgia: 

O Amém depois das orações é sinal de nossa adesão ao “Projeto de Deus”. Todas as orações que fazemos terminam com o Amém. Nas celebrações eucarísticas, quando rezamos em casa ou em grupo, dizer o Amém é sempre sinal de nossa adesão à vontade de Deus em nossa vida. Este Amém deve ser pronunciado com voz firme, mostrando que nosso coração e nossa mente realmente sabem o que foi pedido a Deus e o que Deus pede para cada um de nós.

Gesto concreto: Dizer sim a Deus.

Maria disse SIM a Deus. Quando fazemos nossas orações, no final nós dizemos AMÉM. Procuremos nos lembrar do SIM de Maria quando dizemos nosso AMÉM. Maria aceitou a missão de ser Mãe de Jesus, sem impor condições. Durante as celebrações, principalmente na Celebração Eucarística, precisamos prestar mais atenção às palavras das orações, para conscientemente dizer Amém.

Vamos procurar, durante a semana, perceber os sentimentos que brotam do coração: os bons e os maus. Como Maria, vamos procurar dizer SIM a Deus, principalmente ajudando aqueles que precisam de nós: em casa, nossos familiares; na escola, os coleguinhas, convidando-os para brincar ou estudar juntos; nossos vizinhos, prestando pequenos serviços.


6. Oração Final e Encerramento
  • Convidar as crianças para uma oração silenciosa.
  • Realizar com os pequeninos a dinâmica do coração.

1º momento: No silêncio de nosso coração, colocando nossa mão direira sobre ele, vamos sentir a sua pulsação (fazer silêncio por uns instantes).

2º momento: Vamos procurar lembrar dos momentos em que dissemos NÃO a Deus (fazer silêncio por uns instantes).

3º momento: Vamos escrever os sentimentos que nos levam a dizer NÃO a Deus (distribuir os papéis).

4º momento: Em pé. Vamos pedir perdão pelo NÃO que dissemos a Deus. Segurando o papel escrito com os sentimentos que nos levam a dizer não a Deus e colocando a mão no coração, vamos pedir que Ele no ajude a dizer SIM (fazer silêncio por uns instantes).

5º momento: Vamos jogar agora no lixo o papel que escrevemos com os maus sentimentos, simbolizando o desejo de arrancar  do nosso coração estes maus sentimentos (cantar um canto penitencial).

6º momento: Agora vamos escrever os sentimentos que nos ajudam a dizer SIM a Deus, como Maria disse (distribuir os papéis e dar um tempo para que escrevam os sentimentos bons).

7º momento: Todos em pé, vamos colocar nossa mão sobre nosso coração, segurando o papel com os bons sentimentos; vamos pedir que Deus abra o nosso coração para o amor a Deus e ao próximo (fazer silêncio por uns instantes). Vamos colocar os bons sentimentos no coração.

(Cantar um canto de Maria).


Quero dizer meu sim, como tu Maria,
Como tu, um dia, como Tu, Maria

Quero negar-me a mim, como Tu, Maria,
Como tu um dia, como tu, Maria

Quero seguir Jesus, como Tu, Maria,
Como Tu, um dia, como Tu, Maria

  • Rezar com a mão no coração a Ave-Maria e a Salve Rainha.
  • Pai-nosso
  • Abraço da paz
  • Canto Final: Maria de Nazaré

    Fonte:
  •     A Caminho da Eucaristia (Editora Vozes)                                                                                                               

                               
                                

                        Catequese da Comunidade Nossa Senhora das Graças



CATEQUIZANDO(A)_________________DATA: ______/_____/______
      
                 
                            JESUS TEM UMA MÃE

           




    Vamos pensar e responder




  Quando nos referimos a Maria, Mãe de Jesus, falamos Nossa Senhora”, e acrescentamos, por exemplo “Aparecida”. Maria recebeu na Igreja muitos títulos, conforme a devoção de determinadas épocas e lugares, pelos quais os cristãos a invocam para pedir a sua intercessão junto de Deus, por nós que ainda peregrinamos para Deus.   

    Escreva alguns dos títulos de Nossa  Senhora que você conhece:

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   Vamos guardar em nosso coração e colocar em prática

    Na festa de casamento, quando faltou vinho, Maria disse aos servos:  “Fazei tudo o que Ele vos disser”. Maria hoje, nos diz também:


                
  “Fazei tudo o que Ele vos disser.”




    Nosso gesto concreto

   Maria estava atenta aos acontecimentos e às pessoas que estavam perto dela. Ela se preocupava com todos. Ela ajudava os que precisavam.

  •    Escreva o que Jesus quer que façamos para os nossos amigos, parentes e para todos aqueles que estão perto de nós.
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  Vamos  desenhar  um 
   coração bem bonito












   









  •   Agora, escreva do lado de fora do coração que você desenhou, formando uma coroa, os sentimentos bons que nascem de um coração “cheio de graça” como o de Maria. Dentro do coração escreva o gesto concreto que você vai procurar fazer em casa, na escola ou na vizinhança.













terça-feira, 12 de maio de 2015

As Aparições de Fátima


Primeira Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Maio de 1917.

Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente. Lúcia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clarões como de relâmpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena árvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incomparável.

Sua face, indescritivelmente bela, não era nem alegre e nem triste, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua mão direita pendia um Rosário. As vestes pareciam feitas somente de luz. A túnica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabeça da Virgem Maria e lhe descia até os pés.

Lúcia jamais conseguiu descrever perfeitamente os traços dessa fisionomia tão brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranqüiliza as três crianças, dizendo:

Nossa Senhora: “Não tenhais medo. Eu não vos farei mal.”

E Lúcia pergunta:

Lúcia: “Donde é Vossemecê?”

Nossa Senhora: “Sou do Céu!” 

Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?

Nossa Senhora: “Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma sétima vez.”

Lúcia: “E eu também vou para o Céu?”

Nossa Senhora: “Sim, vais.”

Lúcia: “E a Jacinta?”

Nossa Senhora: “Também”

Lúcia: “E o Francisco?”

Nossa Senhora: “Também. Mas tem que rezar muitos terços”.

Nossa Senhora: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?”

Lúcia: “Sim, queremos.”

Nossa Senhora: “Tereis muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.

Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos, e delas saía uma intensa luz.

Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em silêncio a oração que o Anjo havia lhes ensinado:

As três crianças: “Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”

Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou:

Nossa Senhora: “Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”

Em seguida, cercada de luz, começou a elevar-se serenamente, até desaparecer.

Segunda Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Junho de 1917.


Antes da segunda aparição, os pastorinhos notaram novamente um clarão, a que chamavam relâmpago, mas que não era propriamente um relâmpago. Era o reflexo de uma luz que se aproximava. Além dos pastorinhos, havia, também, cerca de 50 pessoas. Mas essas pessoas não viam Nossa Senhora.

Lúcia começou a falar com Nossa Senhora. Lúcia pediu a cura de uma pessoa doente, e Nossa Senhora lhe disse:

Lúcia: “Queria pedir-lhe para nos levar para o Céu”.

Nossa Senhora: “Sim. A Jacinta e o Francisco, levo-os em breve. Mas tu, ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação. E serão queridas de DEUS estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono”.

Lúcia: “Fico cá sozinha?”

Nossa Senhora: “Não filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio, e o caminho que te conduzirá até Deus”.

Foi no momento em que disse estas últimas palavras, que Nossa Senhora abriu as mãos e iluminou os pastorinhos, pela segunda vez, com o reflexo dessa luz imensa. Nela eles sentiram-se como que envolvidos por Deus. 

Nossa Senhora, envolta ainda na luz que dEla irradiava, elevou-se sem esforço, suavemente, até desaparecer.


Terceira Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Julho de 1917.

Uma nuvenzinha pairou sobre a azinheira. O sol se ofuscou. Uma brisa fresca soprou sobre a terra, apesar de ser o auge do verão. Os pastorinhos viram o reflexo da luz – como nas aparições anteriores – e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a arvorezinha chamada azinheira.

Então, Lúcia pergunta a Nossa Senhora:

Lúcia: Vossemecê que me quer?

Nossa Senhora: Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vêm, que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer”.

Lúcia: Queria pedir-lhe para nos dizer quem é, e para fazer um milagre, com que todos acreditem que vossemecê nos aparece.

Nossa Senhora: Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi quem sou, o que quero, e farei um milagre, que todos hão de ver para acreditarem.
Lúcia fez alguns pedidos de conversões, de curas e de outras graças.
Nossa Senhora responde recomendando sempre a reza do Terço, que assim alcançariam as graças durante o ano.

Depois acrescentou:

Nossa Senhora: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, e em especial sempre que fizerdes algum sacrifício:
Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.

Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos meses anteriores. “O reflexo de luz (que delas saía) pareceu penetrar na terra. E vimos como que um grande mar de fogo. E, mergulhados nesse fogo, estavam os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados – semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios – sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa.

A visão durou apenas um momento, durante o qual Lúcia soltou um

Lúcia: “Ai!”

Assustados, e como a pedir socorro, as três crianças levantaram os olhos para Nossa Senhora, que lhes disse, com bondade e tristeza:

Nossa Senhora: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para salvá-las, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração.

Se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite iluminada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá, de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome, e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para impedir isso, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração, e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz. Se não, espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados. O Santo Padre terá muito que sofrer. Várias nações serão aniquiladas.Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.

Em Portugal, conservar-se-á sempre o dogma da Fé. Isto não digais a ninguém. Ao Francisco sim, podeis dizê-lo.

E, passados uns instantes, Nossa Senhora disse aos pastorinhos:

Nossa Senhora: Quando rezardes o terço, dizei depois de cada mistério:
"Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.
Lúcia: “Vossemecê não me quer mais nada? “

Nossa Senhora: "Não, hoje não te quero mais nada”.

E, como de costume, Nossa Senhora começou a elevar-se até desaparecer no céu. Ouviu-se, então, uma espécie de novo trovão, indicando que a aparição tinha terminado.

Quarta Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 15 de Agosto de 1917.

Lúcia estava com Francisco e mais um primo, no local chamado Valinhos – uma propriedade de um de seus tios – quando, pelas 4 horas da tarde, começaram a se produzir as alterações atmosféricas que precediam as aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria. Ou seja, um súbito refrescar da temperatura e uma diminuição da luz do sol.

Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar às pressas Jacinta, a qual chegou em tempo para ver Nossa Senhora que – anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz – apareceu sobre a árvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as aparições anteriores.

Lúcia pergunta a Nossa Senhora:

Lúcia: “Que é que Vossemecê me quer?”

Nossa Senhora: “Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, e que continueis a rezar o terço todos os dias. No último mês farei o milagre para que todos acreditem.

Lúcia: “Que é que Vossemecê quer que se faça do dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?”

Nossa Senhora: “Façam dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta, e mais duas meninas vestidas de branco. O outro, que o leve o Francisco com mais três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário, e o que sobrar, é para a ajuda de uma capela que hão de mandar fazer”.

Lúcia: “Queria pedir-Lhe a cura de alguns doentes”.

Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei durante o ano.”

E, tomando um aspecto mais triste, recomendou-lhes que rezassem muito pelos pecadores:

Nossa Senhora: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.

E, como de costume começou a elevar-se até desaparecer. Os pastorinhos cortaram ramos da árvore sobre a qual Nossa Senhora lhes tinha aparecido e levaram para casa os ramos exalavam um perfume suave.

Quinta Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Setembro de 1917.

Como das outras vezes uma série de fenômenos atmosféricos foram observados pelas pessoas que tinham ido à Cova da Iria. Calculou-se que estavam presentes entre 15 e 20 mil pessoas.

O súbito refrescar da atmosfera, o empalidecer do sol até o ponto de se verem as estrelas, uma espécie de chuva como que de pétalas ou flocos de neve, que desapareciam antes de pousarem na terra.

E desta vez, foi notado um globo luminoso, que se movia, lenta e majestosamente pelo céu de um para outro. E que, no final da aparição, moveu-se em sentido contrário.

Os três pastorinhos notaram, como de costume, o reflexo de uma luz e, a seguir, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.

Nossa Senhora: “Continuem a rezar o Terço para alcançarem o fim da guerra. Em Outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o mundo. Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda, trazei-a só durante o dia”.

Lúcia: “Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: cura de alguns doentes, de um surdo-mudo”

Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei, outros não. Em Outubro farei um milagre para que todos acreditem.

E, começando a elevar-se, desapareceu como de costume.

Sexta Aparição de Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de Outubro.

Uma grande multidão rezava o Terço na Cova da Iria. Os três pastorinhos notaram o reflexo de uma luz e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.

Lúcia: “Que É que Vossemecê me quer?

Nossa Senhora: “Quero dizer-te que em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas”.

Lúcia: “Eu tinha muitas coisas para Lhe pedir. Se curava uns doentes e se convertia uns pecadores..."

Nossa Senhora: “Uns sim, outros não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados”.

E, tomando um aspecto mais triste, disse:

Nossa Senhora: “Não ofendam mais a DEUS Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.

Em seguida, Nossa Senhora abrindo as mãos fez que elas se refletissem no sol, e começou a se elevar para o Céu.

Nesse momento, Lúcia apontou para o céu e gritou:

Lúcia: “Olhem para o sol!”

A multidão assistiu, então, ao grande milagre do sol. Enquanto isso, os pastorinhos viram São José com o Menino Jesus, e Nossa Senhora do Rosário.
Lúcia então, teve a visão de Nossa Senhora das Dores, e de Nosso Senhor, acabrunhado de dor, no caminho do Calvário. Nosso Senhor traçou um Sinal da Cruz para abençoar o povo. Finalmente apareceu, numa visão gloriosa, Nossa Senhora do Carmo, coroada Rainha do Céu e da Terra, com o Menino Jesus ao colo.

Enquanto os pastorinhos tinham essa visão, a grande multidão de quase 70 mil pessoas, assistiu ao milagre do sol.

Brilhava com intensidade jamais vista, mas não cegava. A imensa bola começou a “bailar”. Como uma gigantesca roda de fogo, girava rapidamente.

Parou por um certo tempo, mas, em seguida, começou a girar sobre si mesmo, vertiginosamente.

Depois, seus bordos tornaram-se vermelhos, e deslizou no céu, como um redemoinho, espargindo chamas de fogo.

Essa luz refletia-se no solo, nas árvores, nos arbustos, nas próprias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores.

Em seguida, por três vezes ficou animado de um movimento rápido. O globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multidão aterrorizada.

Durou tudo uns dez minutos. Finalmente o sol voltou em ziguezague para o ponto de onde se tinha precipitado, e ficou novamente tranqüilo e brilhante, com o mesmo brilho de todos os dias.

Muitas pessoas notaram que suas roupas, ensopadas pela chuva, tinham secado subitamente.

O milagre do sol foi visto, também, por numerosas testemunhas que estavam fora do local das aparições, até a 40 quilômetros de distância.

O jornal “o século” de grande circulação em Portugal, documentou esse espetacular milagre do sol, e publicou uma grande reportagem sobre esse impressionante acontecimento.


Fonte: Blog Devotos de Fátima

Nossa Senhora Nos Anuncia a Volta de Jesus


Monsenhor Jonas: Nossa Senhora nos anuncia a volta de Jesus

De acordo com o teólogo, é um sinal. Estamos a apenas “vinte minutos” do fim

Um grande teólogo, René Lauretin, fala a respeito do que ele chamou de “Ciclo de Maria”, que começou com a aparição de Nossa Senhora de Lourdes, na França, em 1858.

Em Fátima, Portugal, novamente Nossa Senhora aparece ao mundo e a Igreja a reconhece. As aparições de Nossa Senhora, a partir de 13 de maio e até 13 de outubro, em 1917, aconteceram sempre ao meio-dia. No dia 13 de outubro, choveu desde a madrugada. O local da aparição estava todo encharcado e as pessoas todas molhadas.

Chega a hora da aparição: meio-dia. Lúcia, Francisco e Jacinta recebem-na. Houve um momento em que Nossa Senhora disse para Lúcia que apontasse e mostrasse o Sol. Estava chovendo e o céu todo fechado. Recebendo a ordem de Maria, ela logo dá sinal e diz para todo o povo que olhe para o céu. Neste instante, ele se abre e todas aquelas nuvens desaparecem.

Nossa Senhora aparecia em Lourdes pela manhã e em Fátima ao meio-dia. A mensagem era a mesma: conversão, volta a Deus, penitência, reza do terço, oração pela paz do mundo. A partir de 1981, surgem as aparições de Nossa Senhora em Medjugorje, Bósnia, antiga Iugoslávia. E esta é a aparição que mais tem demorado em toda a História.

Em Fátima, foram cinco meses, de maio a outubro, mas em Medjugorje continuam acontecendo sempre às 17h40. René Laurentin chama a atenção para este fato. As aparições de Nossa Senhora que aconteciam de manhã em Lourdes e ao meio-dia em Fátima, agora no “Ciclo de Maria”, em Medjugorje, acontecem sempre no final da tarde. De acordo com o teólogo, é um sinal. Estamos a apenas “vinte minutos” do fim.

Esse é o “Ciclo de Maria”: mostrar a toda humanidade que já estamos a vinte minutos do fim. Quanto tempo são esses vinte minutos para Deus? Eu não sei e ninguém sabe. Somente sabemos que o tempo que nos resta é pouco. Entretanto não fique pensando em castigo, em catástrofe. É a vitória de Jesus! Ele virá como Rei e Senhor para implantar aqui o seu Reino.