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domingo, 11 de janeiro de 2015

Cristãos "surdos" ao Espírito Santo não evangelizam, diz Papa Francisco.



No Angelus, Francisco destacou a necessidade de invocar o Espírito Santo pois “temos necessidade de pedir a sua ajuda, a sua fortaleza, a sua inspiração”.
Da redação, com Rádio Vaticano
Após batizar 33 crianças na Capela Sistina, o Papa Francisco dirigiu-se à janela do apartamento pontifício para rezar o Angelus com os fiéis presentes na Praça São Pedro, no Vaticano.
Antes da oração, o Santo Padre refletiu sobre o Batismo de Jesus, Festa que encerra o Tempo do Natal, afirmando que este evento recorda a dramática súplica do Profeta Isaías: “Quem dera rasgasses o céu para descer”.
Com isto, afirmou o Papa, “acabou o tempo dos céus fechados”, que indicam a separação entre Deus e o homem, consequência do pecado, que afasta o ser humano de Deus e interrompe a ligação entre o Céu e a terra.
“Os céus abertos indicam que Deus deu a sua graça para que a terra dê os seus frutos. Assim a terra tornou-se morada de Deus entre os homens e cada um de nós tem a possibilidade de encontrar o Filho de Deus, experimentando todo o amor e a infinita misericórdia. O podemos encontrar nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia. O podemos reconhecer na face dos nossos irmãos, em particular nos pobres, nos doentes, nos encarcerados, nos refugiados. Estes são as carnes viva de Cristo sofredor e imagem visível de Deus invisível”.
Com o Batismo de Jesus – observou o Papa – os céus se rasgam e Deus fala novamente, fazendo ressoar a sua voz: “Tu és meu filho muito amado, em quem eu ponho toda a minha afeição. A voz do Pai proclama o mistério que se esconde no homem batizado pelo precursor”.
A descida do Espírito Santo, em forma de pomba – continuou o Papa – consente a Cristo, o Consagrado do Senhor, “ inaugurar a sua missão , que é a nossa salvação”.
Invocar o Espírito Santo
O Espírito Santo, “o esquecido”, enfatizou o Papa, deve ser mais invocado, “pois temos necessidade de pedir a sua ajuda, a sua fortaleza, a sua inspiração”.
O Espírito Santo que animou a vida e o ministério de Jesus é o mesmo que hoje guia a existência cristã, que deve portanto, junto com a missão, ser colocada sob sua ação, para reencontrar “a coragem apostólica necessária para superar fáceis acomodações mundanas”:
“Um cristão e uma comunidade ‘surdos’ à voz do Espírito Santo, que impulsiona a levar o Evangelho aos extremos confins da terra e da sociedade, torna-se um cristão e uma comunidade de “mudos” que não falam e não evangelizam”.
Tempo da Misericórdia
Após a oração do Angelus, o Papa saudou os presentes, destacando a importância de os fiéis leigos “viverem e levarem a misericórdia nos diversos ambientes sociais. Em frente, nós estamos vivendo o tempo da misericórdia, este é o tempo da misericórdia”.
Por: http://papa.cancaonova.com/cristaos


O Batismo no Espírito Santo


O Espírito que recebemos em nós, pela graça do batismo, nos unge, nos consagra, nos envia, nos refaz, nos cura, nos liberta e nos restaura!

O batismo no Espírito Santo realiza uma obra nova em nós.

“E logo, ao sair da água, viu o céu se abrindo, e o Espírito, como pomba, descer sobre ele” (Marcos 1, 10).
Nós hoje celebramos a Festa do Batismo de Jesus. O batismo de Jesus tem muito a nos ensinar, nós que somos batizados e, como batizados, somos discípulos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A primeira coisa é que, São João, aquele que batizava nas águas, veio nos mostrar que o seu batismo não é como o de Jesus; o batismo que Ele nos traz não se compara a nenhuma outra graça! O  batismo nos dá o Espírito Santo, que se apodera e toma posse de nós por intermédio dessa graça [do batismo].
Nós não podemos considerar o fato de o Espírito vir sobre nós como uma coisa qualquer,  simples ou irrelevante; ao contrário, o Espírito, que desceu sobre Jesus, é o mesmo que desce sobre nós, nos unge, nos consagra e nos torna configurados a Cristo (Sacerdote, Profeta, Rei) e nos faz missionários e discípulos do amor de Deus.
O batismo confere as graças fundamentais para a nossa vivência da fé cristã, e a primeira e a principal delas é nos dar a graça de nos tornarmos templos do Espírito Santo. O mesmo Espírito, que estava e está em Jesus, está em nós! E podemos observar pelo relato dos Evangelhos que esse Espírito que conduzia Jesus, O conduzia a pregar, a ensinar, a curar, a libertar; e O colocava em sintonia com o Pai.
Da mesma forma, o Espírito que recebemos em nós, pela graça do batismo, nos unge, nos consagra, nos envia, nos refaz, nos cura, nos liberta e nos restaura! Enfim, o Espírito Santo de Deus realiza uma obra nova de Deus em nossa vida, pois, com Ele, nos tornamos templos vivos, lugar da morada d’Ele.
Aquilo que Jesus ouviu hoje, nessa passagem bíblica, uma voz vinda do céu, porque o Espírito pairava sobre Ele, é a voz do Pai que também branda em nosso coração, em nosso peito. Quando nos abrimos para a graça do Espírito é a voz do Pai que nos diz : “Este é o meu filho amado!”.
Em nós, em nossa vida, está o “bem-querer” de Deus, nós precisamos viver como batizados e levar nosso batismo a sério. Não podemos viver no mundo como se fôssemos pagãos, como se não conhecêssemos a Deus, como se não tivéssemos recebido a graça, o poder e o penhor do Espírito.
A mesma unção que pairava sobre Jesus, que ela paire sobre nós, que ela nos consagre, que nos revitalize, que nos faça nascer de novo pela água e pelo Espírito! O Espírito de Deus está sobre nós e queremos viver a graça de sermos batizados!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Canção Nova

sábado, 10 de janeiro de 2015

"É necessário que Ele cresça e eu diminua."



Reflexão - Jo 3, 22-30

O ministério de João Batista foi bem definido pelo Senhor: “preparar o caminho”.  Por isso, quando falou da sua alegria, ao saber do começo da obra de Jesus, afirmou: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (João 3,30).


Abaixo, um texto do Professor Felipe Aquino:

São João Batista, melhor do que ninguém, expressou com sua vida e palavras como deve ser um mensageiro do Senhor. Todo aquele que luta pelo reino de Deus na terra, deve dizer, como João “Importa que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3,30), como complemento ao versículo anterior: “Nisso consiste a minha alegria, que agora se completa” (Jo 3,29c). João Batista se referia, é claro, a Jesus, Ele era o que o profeta anunciara “a voz que clama do deserto” (cf. Is 40,3), o precursor de Jesus, “a fim de preparar o Seu caminho” (cf. Mc 1,2).
João soube exatamente o seu lugar no serviço de Deus; jamais a menor sombra de vaidade ou orgulho tomou conta do seu coração. Fez tudo o que lhe fora mandado por Deus, discretamente, sem ofuscar a passagem do Senhor. “É necessário que Ele cresça e eu diminua” (citação livre de Jo 3,30). Ninguém na terra mereceu um elogio de Jesus tão grande como o que João recebeu: “Em verdade vos digo, entre os filhos das mulheres, não surgiu outro maior que João Batista” (Mt 11,11).

João Batista é um exemplo exato de como deve ser quem quer servir ao Senhor: fazer tudo por Ele e para Ele, unicamente por amor a Jesus, fugindo diligentemente de tudo quanto possa alimentar a menor secreta vaidade. Também no trabalho da Igreja corremos o risco de ficar “inchados” com alguns aplausos e elogios. A verdadeira humildade exige que reconheçamos que, se fazemos algo de bom, é simplesmente por obra e graça da bondade de Deus, e que por nós mesmos de nada somos capazes.

“Sem mim nada podeis fazer” (Jo 15,5c). “Toda dádiva boa e todo dom perfeito vem de cima: desce do Pai das luzes” (Tg 1,17a). Por isso, não há razão alguma para que nos sintamos vaidosos de alguma boa ação. Tudo é dom de Deus!

As pessoas mais úteis para Deus são aquelas que buscam unicamente a Sua glória, com reta intenção, buscando, como João Batista, “desaparecer”, para que a glória de Deus não seja ofuscada pela nossa vaidade inconveniente e mesquinha.

Muitas de nossas boas ações não têm mérito perante Deus porque elas visam mais à nossa própria glória do que à de Deus. É importante lembrarmo-nos sempre daquela palavra de Jesus no sermão da montanha: “Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de Vosso Pai que está no céu” (Mt 6,1).

Portanto, “que Ele cresça e eu desapareça”.


"A missão de Jesus não significa uma oposição ou uma concorrência com a missão de João Batista, antes a sua continuidade e o seu complemento. Assim é que devemos compreender a Igreja de hoje como uma Igreja Ministerial, na qual os diferentes ministérios não significam uma oposição entre si ou uma concorrência entre eles, relevando uma hierarquia entre os diferentes ministérios da Igreja, mas sim uma continuidade da missão do próprio Cristo e como realidades que se complementam na única e permanente missão da Igreja que é a evangelização, e isso só é possível quando buscamos criar uma verdadeira comunhão dentro da Igreja, como havia entre Jesus e João Batista". (CNBB) - Por Nilva Mazzer (Catequistas em Formação).









terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Objetivos da Campanha da Fraternidade 2015



Igreja e Sociedade - CF 2015


Objetivos desta Campanha da Fraternidade:


Objetivo geral da CF - 2015 CNBB

01 - Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.


Objetivos específicos da CF - 2015 CNBB

01 - Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

02 - Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizastes.

03 - Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

04 - Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

05 - Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.

06 - Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.


Fonte: Portal Kairos 


Ideias para a Missa da Primeira Eucaristia


                                                        Do Blog Elaine Catequista


Algumas ideias para que a Missa da Primeira Eucaristia seja inesquecível!!!

Em primeiro lugar tudo precisa ser organizado, planejado com os catequistas, pais e o pároco que realizará esse momento inesquecível. A Renovação das Promessas do Batismo pode acontecer algumas semanas antes para que a missa não seja muito estendida.

Momento de Entrada:

A comentarista do dia expressa com carinho algumas palavras e o pároco procede os ritos da Missa.

Entrada da Bíblia:

Esta pode ser feita antes das leituras, é claro. Os adolescentes da Perseverança, o grupo de jovens ou até mesmo alguns catequistas podem se vestir e criar uma breve coreografia com algum canto que fale sobre a Palavra de Deus... Ideia de canto para a Entrada da Bíblia

Algumas crianças podem ser escolhidas para fazerem as leituras. É muito importante que os folhetos sejam entregues antes para que elas possam treinar e fazer conhecimento de algumas palavras.

Algumas crianças ficam responsáveis por levarem alguns objetos até o altar: livro da catequese, CDs e DVDs usados para a evangelização, brinquedos usados para gincanas bíblicas, o pão e o vinho.

Momento da Eucaristia:

O comentarista pede que cada cada catequista fique responsável por sua turminha. E então chama os catequizandos da catequista tal... Eles se levantam e formam uma fila... Se forem duas catequistas por turma, elas ficam ao lado do padre, uma segura o pão e a outra o vinho... (Momento inesquecível) e assim prossegue até terminar. Depois continua com as outras turminhas até todos terem recebido a Santa Comunhão. Canto para Comunhão.

Ação de Graças:

Todas as crianças são chamadas a formarem um coro no altar e cantam com a ajuda do ministério de música algum canto que fale com muito amor de Maria, Nossa Santa Mãezinha e no final, alguma criança levanta a imagem para toda comunidade aplaudir. No finalzinho, as lembranças são entregues e fotos são tiradas por turma junto com o padre, no altar.

OBS: Costumamos usar como lembrança, saquinhos com coração, amarrados com fitinha e presenteamos as crianças com anjinhos de cera, que quando queimam, derretem e tem uma medalhinha dentro, fácil de encontrar na loja da Editora Vozes ou qualquer loja que trabalhe com material Católico.

As crianças se arrumam no salão ou pátio e meninas entram com meninos por ordem de tamanho, com crucifixo no pescoço e mãozinhas como se estivessem rezando, com um tercinho branco pendurado entre os dedos. Eles entram ao som de uma música bem calma tocada por um aparelho de áudio. Quando chegam próximos ao altar, fazem reverência e se assentam indo para seus lugares. Um vai para o lado esquerdo e o outro, para o lado direito. Quando todos estiverem na Santa Paz e a Igreja com seus corações aquietados, damos início à Santa Missa. Exemplo de canto inicial Santa Missa _ Canto de Entrada...

Para evitar tumultos no momento da Santa Comunhão, fizemos uma experiência de manter "cercada" as laterais que tem saída para o altar. Dessa forma, apenas as catequistas tiveram acesso. Um fotógrafo é contratado. Ele participa das reuniões com os pais alguns meses antes da Celebração e combina tudo com eles. E no dia da celebração fotografa todas as crianças... É uma forma de não haver confusões num momento tão especial e inesquecível para as crianças.





Montagem de um Presépio Vivo na Missa do Natal


Gostei dessa ideia que encontrei no Blog Elaine Catequista, para a Missa do Natal de Jesus. Gosto de coisas assim, bem simples e nada demorado. 

A sugestão é montar um presépio vivo durante todo o decorrer da Santa Missa...

Quando toda a Igreja estiver cheia e próximo do horário da Santa Missa, as luzes se apagam e um mantra começa a ser entoado...  Maria vai entrando costurando ou tricotando e, quando chega ao altar, senta e começa arrumar as suas coisas de costura: linhas, agulhas, paninhos que deverão ficar próximos do altar para este momento. De repente, o anjo se aproxima e inicia a música  Maria e o Anjo... Anjos de Resgate. Maria contracena com o anjo até o final da música e senta no 1° banco ao lado de São José. 

A missa prossegue e Maria no momento do ofertório se desloca para a porta de entrada com José e já coloca uma almofada na barriga. Eles entram com o pão e o vinho e antes de entregarem ao padre, viram, levantam e mostram a comunidade. E voltam para o seu lugar... 

A missa prossegue... Maria e José comungam no momento da Comunhão com todos... E saem pelas portas laterais... 

Após a Comunhão, alguém com voz forte e bem expressiva, proclama uma das passagens do Evangelho que narram o nascimento de Jesus. Maria volta com Jesus envolto a panos (que pode ser um boneco ou bebê de verdade, o qual prefiro) e se coloca próximo ao altar, ao lado de José. Coloca o menino no berço de palha, (que deverá estar forrado e com um travesseiro, para não machucar a criança se for um bebezinho de verdade). Vão entrando algumas crianças vestidas de bichinhos e ficando ao lado de Maria no altar. Passa uma criança correndo, levando uma estrela e os Reis Magos também entram e entregam os seus presentes... Colocando aos pés da cestinha de palha. Aos poucos, o presépio vivo vai sendo montado. 

No final da missa, a ideia é que na frente do altar, forme um lindo presépio vivo. Com Maria de um lado e José do outro. Menino Jesus no meio e em volta os bichinhos: cabra, vaquinha, jumentinho... E na frente do cestinho, os presentes dados pelos Reis Magos. E inicia a música: Noite Feliz!!! 

Paz e Bem a todos os meus irmãos!!!




Encenação do Natal de Jesus - 2011



Ficou linda a encenação de Natal com as crianças da Catequese! O que eu não esperava, depois de tantos ensaios, é que os Reis Magos se atrapalhassem e esquecessem de ajoelhar ao entregar os presentes (um deles, procurando espaço para ficar de joelhos, acabou empurrando o outro, que caiu sentado no altar! rs). Eles riem disso até hoje, quando lembramos! 

Abaixo, o vídeo da peça:

                         


Cenário feito em tecido com letras recortadas em papel prateado com brilho.




As crianças no Salão Paroquial  antes da apresentação.








Momentos finais da missa.




As crianças no pátio da igreja posando para fotos.