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sábado, 13 de setembro de 2014

A Catequese é um Pilar para a Educação da Fé





Para o Papa, “a catequese é um pilar para a educação da fé”. 

Papa Francisco lembra que ser catequista é vocação - que a vocação é ser catequista e não trabalhar como catequista. “Ser catequista, essa é a vocação; não trabalhar como catequista. Vejam bem, não disse 'trabalhar como catequista, mas sê-lo', porque envolve a vida. E, assim, se conduz ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho", ressaltou.

Falamos muito de vocação. Quando dizemos que alguém tem vocação, afinal o que queremos dizer? A palavra vocação vem do verbo no latim "vocare"(chamar). Assim vocação significa chamado. É, pois, um chamado de Deus. Se há alguém que chama, deve haver outro que escuta e responde.

Ser catequista é uma vocação! É um chamado da parte de Deus para uma missão. Não fostes vós que Me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi (JO 15, 16).

“O chamado a SER CATEQUISTA não é algo pessoal, mas obra divina, graça. A missão do catequista está na raiz da palavra ‘catequese’, que vem do grego ‘katechein’ e quer dizer ‘fazer eco’”.




"Antigamente, a palavra catequese era escrita com “ch”: Catechese. Os franceses e italianos (ainda hoje) escrevem a palavra “catequese” com “ch”: “cathéchèse” (em francês), “catechesi” (em italiano). Por que será? E o que isso tem a ver com o assunto? 

A palavra “catequese” é uma palavra, no fundo, de origem grega: katá (a partir de) + echos (voz, fala, eco), resultando: kat’echesis. Por isso que antigamente, em português, se escrevia “catequese” com “ch”. 

Todos sabemos o que é um “eco” (antigamente se escrevia assim: “echo”, com “ch”!) e o Todos sabemos o que é um “eco” (antigamente se escrevia assim: “echo”, com “ch”!) e o que significa “ecoar”... Pois é! Por dentro da palavra “catequese” se esconde a palavra “eco”. Ou melhor, esconde-se o “ecoar de algo”. Este “algo”, na nossa tradição cristã, é a Palavra divina que “ecoou” sobre o nosso planeta terra na pessoa de Jesus Cristo... E continua “ecoando” aos nossos ouvidos nas celebrações litúrgicas, quando fazemos memória do mistério pascal pelos Sacramentos, pelo Ofício divino e tantos outros tipos de celebrações litúrgicas... O “estrondo” da Páscoa, que “ecoou” pelo mundo afora e para todos os tempos, continua “ecoando” (vibrando) hoje a partir da Liturgia vivida e celebrada. 

Cristo foi aquele que fez ecoar de modo mais forte e mais profundo o “eco” do projeto salvífico do Pai. Ele foi um Cat’echista eminente! Depois vêm os apóstolos que, cheios da energia do Espírito, a partir da experiência pascal revivida na escuta da Palavra e na “fração do pão”, fizeram “ecoar” para todos os recantos do mundo de então a grande novidade do Reino de Deus. 

E os apóstolos transmitiram aos seus sucessores este importante ministério, a saber, o de serem um permanente “eco” da presença viva do Ressuscitado, para que todos pudessem ter o privilégio de participar plenamente da vida nova que a Páscoa inaugurou. Estes, por sua vez, se fizeram rodear de inúmeros colaboradores diretos no ministério “catequético”, isto é, de “fazer ecoar” a Boa-nova, na e a partir da experiência pascal vivida na Liturgia.

Os catequistas na tradição cristã antiga eram os bispos, presbíteros, diáconos e outras tantas pessoas que faziam “ecoar” aos ouvidos e ao coração dos ouvintes iniciantes e iniciados o mistério pascal vivenciado na Liturgia.  O “eco” mais significativo que ressoa em nossas comunidades é este: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus”! Assim, toda a assembléia, anunciando a morte salvadora do Senhor, desempenha um ministério “catequético”. E nós catequistas hoje? Onde ficamos nessa história? (...)

(Frei José Ariovaldo da Silva, OFM, com algumas adaptações) Por: http://catequistabr.dominiotemporario.com/doc/CBV-CATEQUISTA-FORMACAO-DIO-PA-08.pdf 


" (...) Evidentemente, o modelo perfeito de “catequista é o próprio Jesus. Ele sabia cativar as pessoas, entrar nas casas e nos corações. Sabia ser meigo e misericordioso, mas também, quando precisava, era forte e decidido; sem medo de ir na contramão da opinião comum ou, diríamos hoje, aquela “politicamente correta”, que agrada à maioria, mas nem sempre corresponde ao bem e à verdade.

Um exemplo desta catequese de Jesus aparece claramente no evangelho deste domingo. Talvez, falar de porta estreita e de esforço para entrar, possa parecer uma contradição com outros ensinamentos de Jesus. Na realidade a explicação está na necessidade de praticar a justiça. Quem pensava de ter algum privilégio por ter sentado à mesa com Jesus, está sendo alertado que isso não vai servir para entrar no Reino dos céus. Os que tiveram a possibilidade de ouvir Jesus falar em suas praças deviam ser os primeiros a entender a necessidade da conversão e não querer aproveitar desta oportunidade achando-se íntimos do Senhor e seu preferidos. Quem não soube, ou não quis, acolher as palavras de Jesus, como incentivo à mudança de vida para o bem e a justiça, não poderá apresentar  desculpas. Perdeu a oportunidade. Outros virão de todos os recantos da terra, merecedores de entrar no Reino porque se esforçaram de vivenciar – conscientemente ou não – os ensinamentos do Mestre. 

Ser catequista não é um privilégio para ter algum abatimento no compromisso cristão ou algum atalho para o Reino dos céus. É o contrário. A primeira “lição” que um catequista ou uma catequista oferece, muitas vezes sem perceber, é a sua própria vida. Dizia S. Antão: “Nunca, jamais, proponha aos outros o que você mesmo não tiver antes praticado e experimentado”. Isto porque a fé cristã não é simplesmente um conjunto de verdades sobre Deus a serem explicadas. A fé é algo que mexe com a vida inteira da pessoa: orienta os seus sonhos, motiva os seus valores, sustenta as suas esperanças. Para esta vida e para a outra também, se acreditarmos mesmo no Deus da Vida. Talvez seja por isso que ser catequista é comprometedor e faltam catequistas sobretudo para jovens e adultos que precisam de acompanhamento específico ao aproximar-se pela primeira vez da comunidade cristã ou ao voltar para ela, após ter dado algumas voltas na vida.

Talvez, para serem bons catequistas, alguns entre nós, precisem somente jogar fora a pedra da timidez, da acomodação, da falsa humildade. Esforçar-nos para testemunhar e comunicar a nossa fé deve ser uma alegria, não um peso. Sem dúvida é um desafio que precisa de preparação. No entanto, vale a pena, sobretudo quando os discípulos se tornam melhores que os mestres."

Dom Pedro José Conti, Bispo 



“O bom catequista é aquele que ensina esta “verdade que salva”, que Cristo depositou no coração da Igreja para ser o remédio contra todos os males”.

Desde o início do cristianismo a Catequese foi a base da formação do povo. O catecumenato durava três anos para os adultos, sendo os catecúmenos batizados na vigília pascal. Ela é o meio básico da Igreja para “fazer discípulos de Jesus”, para ajudar os homens a crerem que Jesus é o Filho de Deus, e por meio da fé, ter a vida em Seu nome, formando o Corpo de Cristo.

A catequese é a educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, de maneira orgânica e sistemática, para levar à  vida cristã. É o primeiro anúncio do Evangelho para suscitar a fé; ensinando as verdades básicas contidas no Credo, os Sacramentos, a moral cristã baseada nos Dez Mandamentos e a espiritualidade nas orações. O Catecismo é o texto básico para os catequistas.

O Papa Bento XVI disse um dia que o pior problema do povo católico é a ignorância religiosa. Muitos católicos não conhecem a bela doutrina católica e por isso muitos são enganados pelas seitas e igrejas que não foram fundadas por Jesus Cristo. Temos uma bela doutrina de dois mil anos, revelada por Cristo, amadurecida no sangue dos mártires, nas orações dos santos, na sabedoria dos doutores, dos papas, etc., mas muitos não a conhecem.

No passado os filhos aprendiam o Catecismo com os pais em primeiro lugar, porque eles são “os primeiros catequistas dos filhos”; mas hoje, infelizmente, muitas crianças são criadas sem um dos pais ou com pais que também não conhecem a “sã doutrina da fé” (Tt 1,9; 2,1; 1 Tm 4,6; 6,20), que leva à salvação. O nosso Catecismo afirma que “a salvação está na verdade” (n.851) e São Paulo revela que “a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1 Tm 3,15).

Então, o bom catequista é aquele que ensina esta “verdade que salva”, que Cristo depositou no coração da Igreja para ser o remédio contra todos os males. Portanto, ninguém pode ensinar às crianças, jovens e adultos o que quer, mas o que a Igreja ensina. Nenhum de nós ensina por própria conta e risco, não, somos todos enviados por Cristo através da Igreja.

O Papa João Paulo II disse um dia que: “A preocupação constante de todo o catequista, seja qual for o nível das suas responsabilidades na Igreja, deve ser a de fazer passar, através do seu ensino e do seu modo da comportar-se, a doutrina e a vida de Jesus Cristo. Assim, há de procurar que a atenção e a adesão da inteligência e do coração daqueles que catequiza não se detenha em si mesmo, nas suas opiniões e atitudes pessoais; e sobretudo não há de procurar inculcar as suas “opiniões e opções pessoais”, como se elas exprimissem a doutrina e as lições de vida de Jesus Cristo. Todos os catequistas deveriam poder aplicar a si próprios a misteriosa palavra de Jesus: “A minha doutrina não é minha mas d’Aquele que me enviou” (João 7,16). É isso que faz São Paulo, ao tratar de um assunto de grande importância: “Eu aprendi do Senhor isto, que por minha vez vos transmiti» (1 Cor 11,23).

O Catecismo da Igreja – disse o Papa João Paulo – é o “texto de referência” da fé católica para quem quer conhecer o que a Igreja crê e ensina. Ele contém de modo orgânico o ensino da Sagrada Escritura, da Tradição viva da Igreja e do Sagrado Magistério que Cristo deixou para preservar a “sã doutrina” de ser deturpada. Ele nos traz dois mil anos de vida da Igreja, ensinamento dos santos e santas, dos papas e doutores, com toda a inspiração do Espírito Santo.

O catequista hoje é alguém mais do que nunca fundamental na vida da Igreja para sobretudo formar as crianças e jovens, mas também recuperar o atraso do povo de Deus em conhecer aquilo que Cristo nos ensina. 

Prof. Felipe Aquino





"Ser Catequista é anunciar o Evangelho e testemunhar a nossa experiência com Deus. É ter um amor tão grande por Jesus, um amor tão intenso, que ao falar Dele com os catequizandos, eles reconheçam em você verdadeiro instrumento de Deus."

"O catequista deve levar a criança não só gostar de Jesus, mas ainda a conhecer a bem a  vida e a mensagem de Cristo, com todas as suas exigências e a saber as verdades da fé."

"Ser Catequista é ensinar e aprender ao mesmo tempo."

"O Catequista hoje, mais do que um pedagogo, deve ser um mistagogo.

"O catequista é uma pessoa de fé, em busca de profunda espiritualidade (o mistagogo). Deixa-se evangelizar e fala mais pelo exemplo que pela palavra."





DEZ COISAS QUE OS CATEQUISTAS DEVERIAM SABER ANTES DE COMEÇAR NA CATEQUESE:
1ª – Você está sendo convidado para uma missão e não para uma simples tarefa que qualquer um executa. Encare a catequese como algo sério, comprometedor, útil. Suas palavras e suas ações como catequista terão efeito multiplicador se forem realizadas com ânimo e compromisso;

2ª – Sorria ao encontrar seus catequizandos. Um catequista precisa sorrir mesmo quando tudo parece desabar. Execute sua tarefa com alegria e não encare os encontros de catequese como um fardo e ser carregado;

3ª – Se no primeiro contratempo que aparecer você desistir, é melhor nem começar. A catequese, assim como qualquer outra atividade, apresenta situações difíceis. Mas que graça teria a missão de um catequista se tudo fosse muito fácil? Seja insistente e que sua teimosia lhe permita continuar nesta missão e não abandonar o barco na primeira situação adversa;

4ª – Torne os pais de seus catequizandos aliados e não inimigos. Existem muitos pais que não querem nada com nada na catequese. Mas procure centrar o seu foco naqueles que estão empolgados, interessados e são participantes ativos. Não fiquei apenas reclamando as ausências. Vibre com as presenças daqueles que são compromissados com a catequese e interessados pela vida religiosa de seus filhos;

5ª – Lembre-se sempre que você é um catequista da Igreja Católica. Por isso você precisa defender as doutrinas e os ensinamentos católicos. Alguns catequistas que se aventuram da tarefa da catequese, as vezes, por falta de preparo, acabam fazendo, nos encontros, um papel contrário aquilo que a Igreja prega sobre diversos assuntos. Isso é incoerência das maiores;

6ª – Não esqueça da sua vida pessoal. Por ser catequista, a visibilidade é maior. Então cuide muito dos seus atos fora da Igreja. Não precisa ser um crente, mas é preciso falar uma coisa e agir da mesma forma. A incoerência nas ações de qualquer cristão, passa a ser um tiro no pé;

7ª – Saiba que você faz parte de um grupo de catequistas e não é um ser isolado no mundo. Por isso, se esforce para participar das reuniões propostas pela equipe da sua catequese. Procure se atualizar dos assuntos discutidos e analisados nestas reuniões. Esta visão comunitária é essencial na catequese. Catequista que aceita a mudar catequese e acha que o seu trabalho é apenas com os encontros, está fora de uma realidade de vivência em grupo;

8ª – Freqüente a missa. Falamos tanto nisso nos encontros, reuniões e retiros de catequese e cobramos que os jovens e os pais não freqüentam as celebrações no final de semana. O pior é que muitos catequistas também não vão à missa. Como exigir alguma coisa se não damos o exemplo?

9ª – Seja receptivo com todos, acolhedor, interessado. Mas isso não significa ser flexível demais. Tenha regras de conduta, acompanhe a freqüência de cada um de seus jovens, deixe claro que você possui comando. Fale alto, tenha postura corporal nos encontros, chegue no horário marcado, avise com antecedência quando precisar se ausentar, mantenha contato com os pais pelo menos uma vez por mês. Você é o catequista e, através de você, o reino de Deus está sendo divulgado. Por isso, você precisa não apenas “aparentar”, mas ser catequista por inteiro;

10ª – Seja humilde para aprender. Troque idéias com os seus colegas catequistas. Peça ajuda se for necessário. Ouça as sugestões e nunca pense que você é o melhor catequista do mundo. Não privilegie ninguém e trate todos com igualdade. Somos apenas instrumentos nas mãos de Deus. É Ele quem opera quem nos conduz e, através de nós, evangeliza. Seja simples, humilde e ao mesmo tempo forte e guerreiro para desempenhar a sua missão.



Tudo com Jesus ...Nada sem Maria!
http://mfcmamonas.no.comunidades.net/index.php

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Por que Nossa Senhora insistiu tanto para que rezemos o Rosário?




A Palavra Rosário significa "Coroa de Rosas".

Todas as vezes que dizemos uma Ave-Maria é como se déssemos a Nossa Senhora uma linda rosa; com cada Rosário completo Lhe damos uma coroa de rosas.

O Santo Rosário é considerado uma oração completa, porque traz em síntese toda a história da nossa salvação.

Ela previu também um grande castigo, caso não houvesse essa conversão.Por isso, os insistentes pedidos de recitação do Terço, feitos por Nossa Senhora de Fátima, precisam ser atendidos. E, conforme a própria Mãe de Deus indicou, devemos rezar o Terço em reparação às ofensas feitas ao Imaculado Coração de Maria e ao Sagrado Coração de Jesus.


Veja o que diz o grande apóstolo do Santo Rosário, São Luiz Maria Grignion de Montfort (1673-1716):

Em todas suas aparições, em Fátima, Nossa Senhora pediu aos três pastorinhos para que rezassem o terço todos os dias. Este pedido de Nossa Senhora confirma o que disseram grandes Santos sobre os benefícios dessa devoção.

Mas, qual a razão dessa insistência? A salvação das almas, a conversão dos pecadores e a paz no mundo.

"Quem rezar o Rosário fiel e devotamente, até o fim da vida, ainda que seja grande pecador, pode crer que receberá uma coroa de glória que jamais fenecerá".

"... A Santíssima Virgem aprovou e confirmou esse nome de Rosário, revelando a vários devotos seus que Lhe apresentariam tantas e agradáveis rosas quantas Ave-Marias recitassem em sua honra; e tantas coroas de rosas quantos fossem os Rosários por eles rezados."

"Com efeito, sem a meditação desses Sagrados Mistérios da nossa salvação, o Rosário seria quase um corpo sem alma, uma excelente matéria sem a forma que é a meditação. É isto que o distingue das outras práticas de piedade".

"Para bem rezar o Rosário, não há necessidade de gosto, nem de consolação, nem de suspiros, nem de arroubos, nem de lágrimas, nem de aplicação contínua da imaginação. São suficientes a fé pura e a boa intenção".

http://goaguavivajanuaria.blogspot.com.br/2012/10/por-que-nossa-senhora-insistiu-tanto.html


Veja a humildade de uma devota de Maria Santíssima.


Havia uma senhora muito simples que vendia verduras na vizinhança. Certo dia, Tia Joana, conhecida por toda vizinhança, foi vender suas verduras na casa de um protestante e perdeu o terço no jardim da casa dele. Passados alguns dias, Joana voltou novamente àquela casa. 
O protestante veio logo zombar da Tia Joana, e dizia para ela:
 - "Você perdeu o seu Deus"? 
Ela humildemente respondeu: - "Eu, perder o meu Deus? Nunca"!
Ele, então, pegou o terço e disse: - "Não é este o seu Deus?
Ela humildemente respondeu: - "Graças a Deus o senhor encontrou o meu terço. Muito obrigada". 
Ele disse: - "Por que você não troca este cordão com estas sementinhas pela Bíblia?"
Ela disse: -"Porque a Bíblia não sei ler, e com o terço eu medito toda a Palavra de Deus e a guardo no coração."
Ele disse: -"Medita a Palavra de Deus? "Como assim? Poderia me dizer? 
Respondeu Tia Joana, pegando o terço: -"Posso sim. Quando eu pego na cruz, lembro-me que o Filho de Deus deu todo o Seu sangue, pregado numa cruz, para salvar a humanidade. Esta primeira conta grossa me lembra que há um só Deus onipotente. Estas três contas pequenas me lembram as três pessoas da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Essa conta grossa me faz lembrar a oração que o Senhor mesmo nos ensinou, que é o Pai Nosso. O terço tem cinco mistérios que fazem as cinco chagas do Nosso Senhor Jesus Cristo cravado na cruz, e cada mistério tem dez Ave-Marias, que me fazem lembrar os Dez Mandamentos que o Senhor mesmo escreveu na tábua de Moisés. O Rosário de Nossa Senhora tem quinze mistérios, que são: os cinco gozosos, os cinco dolorosos e os cinco gloriosos. De manhã, quando me levanto para iniciar a luta do dia eu rezo os gozosos, lembrando-me do humilde lar de Maria de Nazaré. No meio dia, no meu cansaço e na fadiga do trabalho eu rezo os mistérios dolorosos, que me fazem lembrar da dura caminhada de Jesus Cristo para o calvário. Quando chega o fim do dia, com as lutas todas vencidas, eu rezo os mistérios gloriosos, que me fazem lembrar que Jesus venceu a morte para dar a salvação a toda humanidade.
E agora, me diga onde está a idolatria?"
Ele depois de ouvir tudo isso disse: - "Eu não sabia disso. Ensina-me, Tia Joana, a rezar o terço"!

Fonte:
Extraído do boletim "Salve Maria" da congregação Mariana
N. Sa. do Carmo, Itu SP, março/98.
http://www.igrejaparati.com.br/UM%20TESTEMUNHO%20VER%C3%8DDICO.htm


“Jamais se ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a essa Mãe Celeste e não tenha sido prontamente socorrido.” (São João Bosco)


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Aprendendo a Me Amar


"Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração; e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças"; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Não há outro mandamento maior do que estes (Marcos 12,30-31).

A Palavra do Senhor nos diz em Marcos, capítulo 12 e versículo 28, que se aproximou de Jesus um dos escribas perguntando-lhe qual era o primeiro de todos os mandamentos. E a Palavra do Senhor nos afirma que Jesus respondeu-lhe que Deus é o único Senhor. Jesus também disse que devemos amar a Deus de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, de todo o nosso entendimento e de todas as nossas forças.

Jesus respondeu àquele escriba a pergunta que lhe fizera a respeito de qual era o primeiro de todos os mandamentos quando disse que amar a Deus de todo o coração era o primeiro mandamento. E prossegue dizendo que o segundo mandamento semelhante ao primeiro, é amar ao seu próximo como a si mesmo. Assim Jesus conclui dizendo que não há outro maior mandamento do que estes."

Fonte: Blog Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida!



Senti o desejo de refletir mais profundamente sobre essas palavras de Jesus após a leitura de um texto lindíssimo que encontrei numa página da net, que me fez pensar sobre o mal que causamos a nós mesmos, tanto na saúde do corpo como na saúde espiritual,  quando deixamos de nos amar, quando deixamos a tristeza tomar conta do nosso ser. Jesus, que sabe de todas as coisas, nos ensinou que para amarmos o próximo, precisamos amar a nós mesmos em primeiro lugar. Não tem condição de dar amor aquele que não ama a si mesmo.

O texto a que me referi acima  é o que transcrevo abaixo, intitulado "Curativos Para Um Coração Partido", que consta como de autoria de Lorenzzo Marchesin Francischetti.

"Hoje, acordei sentindo uma grande dor no peito; sentei-me ao pé da cama, coloquei minha mão sobre meu peito, e perguntei ao meu coração: - O que você tem? Por que está tão inquieto dentro de mim? Você está doente?


Fiquei uns minutos em silêncio e aí foi minha alma a começar a ficar inquieta. Perguntei a ela: - O que tens? Porque se atormenta dentro de mim? Minha alma disse:- Estou assim porque você está assim; você me faz perguntas, mas não tenho as respostas e sei que isso o faz infeliz. Você se sente tão pequeno, e isso me faz pequena também. Você queria ser diferente e eu fico triste por você. Você está tão só, e eu me sinto sem você. Mais uma vez tornei a ficar em silêncio. E foi aí que meu coração meio confuso me respondeu: - Estou tão triste. Sinto-me tão pequeno. Estou magoado com você! Fiquei sem jeito e perguntei: - O que foi que eu te fiz? Ele respondeu: - Você sofre tanto com as pessoas; preocupa-se com elas, é atencioso, procura ser prestativo e na maioria das vezes, sempre se decepciona. Você ama e depois sofre e fala que a culpa é minha. Você espera por algo que não vem e fica triste. Aí você chora e dói em mim. Preciso de curativos para um coração partido, curativos bons. Perguntei ao meu coração: - Como assim, bons?Ele respondeu: Curativos que estanquem essa sua tristeza, essa sua mágoa, essa sua solidão. Que estejam com você nos dias frios e nas noites vazias, nos dias de tempestade e nas horas que você se sentir tão só. Que eles sejam tão grandes que possam envolver seu corpo em um abraço cheio de ternura e que você se sinta seguro e amparado. Curativos que te façam sentir o quanto você é especial e amado, mesmo que você nunca tenha sentido esse amor, nem de seus próprios pais. Preciso de bons curativos, que não sejam eternos, afinal nada é para sempre, mas, que não sejam descartáveis. Curativos que absorvam esse sofrimento, essa dor, essa ferida que não se vê, apenas se sente. Que sejam fortes, e a prova d’água, para que não se estraguem com suas lágrimas, que sejam macios, para poder te fazer carinho nos dias em que você se sentir carente. Curativos que, acima de tudo nunca o decepcionem, prometendo coisas que não cumpram. Curativos companheiros e sinceros, que se importem realmente com você. Não quero pena, quero amor. Amor de verdade. Preciso que você também se ame e prometa que vai procurar cuidar mais de mim, sou parte de você e se você sofre eu sofro também. Queria poder colocar você dentro de mim, secar suas lágrimas, ninar você. Dizer-te que tudo vai passar e te proteger das decepções da sua vida, afinal você já sofreu tanto que não sei como ainda consigo bater forte em seu peito! Você é especial, pena ninguém perceber isso."


De uma maneira poética, o autor descreve o desolamento do coração e da alma de uma pessoa que se deixou dominar pela tristeza e pelo desânimo. Fiquei pensando nas vezes em que me deixo entristecer por qualquer razão, ou mesmo sem saber por que motivo. Quanto mal fazemos a nós mesmos! Como pode alguém numa situação dessa dar amor ao próximo? Só posso dar o que tenho. Para fazer bem ao próximo, eu preciso me amar. Não se trata de egoísmo não, mas não pode fazer bem ao próximo aquele que vive fazendo ou deixando que lhe façam mal?


"Só aprendi a amar outra pessoa quando comecei por mim. Quando você se ama, atrai o amor de todos e assim consegue amar de verdade." (Lucimara Schiller)








Algumas Curiosidades Sobre a Bíblia


Postado por Frei Paulo Eduardo Muller
Rede de Comunidades São José - Gravataí/RS


O que significa a palavra Bíblia?

Bíblia é uma palavra de origem grega cujo significado é “rolo” ou “livros”. Ela vem de Biblos, provavelmente por cauda da cidade fenícia de Biblos, um importante centro produtor de rolos de papiros utilizados na produção de livros.  De fato, a Bíblia é uma biblioteca com vários livros de diferentes épocas, autores e estilos literários.


Quantos são os livros da Bíblia?

A Bíblia tem um total de 73 livros. O Antigo Testamento (ou Primeiro Testamento) contém 46 livros. O Novo Testamento contém 27 livros.


Quantos capítulos e versículos há na Bíblia?

São 31.163 versículos e 1.189 capítulos.  O maior capítulo da Bíblia é o Salmo 119, com 176 versículos. Já o menor é o Salmo 117, com somente dois versículos.


Existe diferença entre a Bíblia protestante e a Bíblia da edição católica?

Sim, a Bíblia Católica tem mais livros que a protestante.O Novo Testamento é igual para todos, mas no Antigo Testamento, a edição católica tem sete livros a mais. Estes livros são: Tobias, Judite, 1º e 2º Livro dos Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, que são da tradução grega.


Quem é padroeiro dos estudos bíblicos?

Foi São Jerônimo (Eusebius Hyeronimus) quem chamou pela primeira vez ao conjunto dos livros do Antigo Testamento e Novo Testamento de "Biblioteca Divina". Ele traduziu a Bíblia para o latim. Um detalhe interessante: São Jerônimo é o padroeiro dos estudos bíblicos. É celebrado em 30 de setembro, data da sua morte.


A Bíblia já foi escrita com capítulos numerados, como temos hoje? 

Não. Nenhum livro da Bíblia foi escrito com capítulos numerados. Quem teve a ideia de dividir a Bíblia em capítulos foi Estevão Langton, arcebispo de Cantuária, professor na Universidade de Paris, em 1214 d.C.


Quem fez a divisão em versículos?

Em 1551 Robert Etiene, redator e editor em Paris, fez a experiência dividindo o NT de língua grega em versículos.Teodoro de Beza gostou da ideia e em 1565 dividiu toda a Bíblia em versículos. Estas divisões em capítulos e versículos foram feitas para facilitar as citações bíblicas e encontrar mais rápido os textos citados.


Para quantas línguas foi traduzida?

A Bíblia foi traduzida para 1.134 línguas e dialetos. São vendidas, mais ou menos,  47 bíblias por minuto no mundo.


Onde está a Bíblia mais pesada do mundo?

A mais volumosa Bíblia do mundo pesa 175 quilos e pertence ao Vaticano.





FONTE:http://www.paroquiasaopauloapostolo.com.brhttp://maisquecuriosidade.blogspot.com.br

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Dá-me de beber!


"Se tu conhecesses o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva." (Jo 4,10)

Padre Fábio, meditando o Evangelho de São João (cap. 4) – a passagem da Samaritana–, ajuda-nos a entender a importância de rever o passado e projetar o futuro.
Você já pode perceber que uma pessoa, no momento que se encontra mais necessitada, torna-se também vulnerável? E há pessoas que têm o dom de nos seduzir.

Na leitura do Evangelho, a passagem da Samaritana (Jo, 4) aconteceu ao meio-dia. Essa mulher foi encontrada, talvez, no momento em que o corpo mais precisava de um cuidado.

O meio-dia representa, aqui, a separação daquilo que fizemos na manhã e o que vamos fazer à tarde. Esta “manhã” é simbolizada por aquilo que nos fez cansados, ou seja, o nosso passado, aquilo que já foi vivido. O perigo que podemos correr é de fazer, do período da “tarde”, uma repetição daquilo que vivemos no passado do nosso dia, isto é, a nossa “manhã”.

A “manhã” dessa mulher, como relata o Evangelho, foi toda errada, porque ela não alcançou seus objetivos. Então, entra Aquele por quem nos apaixonamos um dia: Jesus!
É Deus quem pede um favor para uma mulher que viveu uma manhã sem esperança. No diálogo com Jesus, a mulher recorda da sua manhã, reconhece-se “não merecedora”; vê-se totalmente tomada pela derrota. Só um olhar, como o de Jesus, para nos fazer esquecer tudo aquilo que não deu certo.
Às vezes, encontramos pessoas que nos fazem esquecer a nossa amargura, provocada pela vida. Jesus olhou para aquela mulher não para condená-la, mas para uma profunda cura interior.
Profeta não é aquele que nos aponta um futuro glorioso, mas que nos mostra aquilo que precisamos renunciar para, depois, assumirmos um futuro glorioso. Diante de Deus, máscaras não funcionam. O que aquela mulher precisava fazer era só ter a capacidade de dizer: “Eu sou isso”.
Enquanto fingirmos para nós mesmos, não iremos a lugar nenhum; enquanto não reconhecermos as nossas necessidades, nossas lutas e nossos males; enquanto não dermos nomes aos nossos inimigos e olharmos nos olhos deles, eles serão maiores do que nós. Enquanto tivermos medo dos malefícios da “manhã”, não seremos capazes de entrar na “tarde” com as cores de ressurreição.
É impossível amar o outro se antes o amor de Jesus não estiver amando em nós e não estiver nos devolvendo, o tempo todo, a nós mesmos. Quando nos amamos, o que, na verdade, estamos fazendo não é trazendo o outro para nós, pois isto é equivoco, é a “manhã” que não deu certo. Amor de ressuscitados, amor de homens e mulheres que acreditam em Deus não é amor que retém, é amor que devolve ele a ele mesmo. Amor humano é devolução, é restituição. A pessoa que aceita qualquer coisa também será deixado por qualquer coisa.
Quantos de nós temos de passar pelo duro aprendizado de dizer “não deu certo”. Essa é a coragem de olhar para nós mesmos e reconhecermos: “Não deu certo, mas ainda pode dar”. Por orgulho, nós mentimos para o outro. Jesus deu a força para aquela mulher reconhecer: “Eu não nasci para viver essa condição de miserável eternamente”.
Na sua vida, você faz a experiência de encontrar e de ser encontrado. Tantas vezes você esbarra naquele irmão que você já não vê há trinta anos e por quem já não sente mais nada. Irmãos que, há tanto tempo, não se encontram, porque não têm a coragem de contar a sede que têm do outro, e este não sabe que seu irmão está sedento.
Quantas relações humanas estão falidas porque as pessoas não conseguem mais reinaugurar um ao outro.
Às vezes, somos especialistas em colocar os olhos somente naquilo que não deu certo em nós.
Sabe o que mais me fascinava no padre Léo? A capacidade que ele tinha de não olhar a prostituta, mas de ver a mulher.
Comece pelos pequenos gestos, nem que seja lavando um copinho sujo de café. Eu sei que você tem realidades muito concretas, sobre as quais você pode dizer: “Eu não fui fiel, eu não fui irmão; eu fui pelo caminho da prostituição. Eu corri atrás do retrocesso, ao invés de correr atrás do poço de água limpa para por atenção na manhã que não deu certo. Confiei em estranhos, ao invés de confiar naqueles que me colocaram no mundo. Permiti que muitos me jogassem no barro da indiferença e esqueci-me de quem eu era”. Eu o desafio, agora, a estar sentado à beira do poço.
Ao invés de um rosto marcado pela revolta, no rosto de Jesus você encontra amor. Você pode correr para Jesus, pois a sua “manhã” só pode ser esquecida se você fixar o seu olhar no rosto d’Ele; neste olhar que pode reinaugurá-lo e tirar a placa que lhe dizia “falido”.
Hoje, receba a placa que diz: reinaugurado por Jesus.


"A Arte de ser encontrado por Deus"
Formação Canção Nova

A Igreja é mãe e tem como modelo Maria, diz Papa na catequese




VATICANO, 03 Set. 14 / 12:47 pm (ACI).- Junto a milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, em uma manhã ensolarada, o Papa Francisco na sua tradicional catequese de quarta-feira, voltou a refletir sobre a Igreja como mãe, assegurando que não “nos tornamos cristãos em laboratório”, mas somos gerados e crescemos na fé “dentro daquele grande corpo que é a Igreja” que “é realmente Mãe”.

O Pontífice colocou a Virgem Maria como modelo de maternidade para Igreja, e afirmou que ela é “o modelo mais belo e mais alto que se pode ter”, pois “a maternidade de Maria é certamente única, singular, e se realizou na plenitude dos tempos, quando a Virgem deu à luz o Filho de Deus, concebido por obra do Espírito Santo”.

O Papa disse que a maternidade da Igreja coloca-se em continuidade com a maternidade de Maria “como um prolongamento seu na história”. “A Igreja é mãe. O nascimento de Jesus no seio de Maria, de fato, é o início do nascimento de cada cristão no seio da Igreja, desde o momento que Cristo é o primogênito de uma multidão de irmãos e o nosso primeiro irmão Jesus nasceu de Maria, é o modelo, e de todos nós que nascemos na Igreja”.

“Compreendemos, então, como a relação que une Maria e a Igreja é tão profunda: olhando para Maria, descobrimos a face mais bela e mais terna da Igreja; e olhando para a Igreja reconhecemos os traços sublimes de Maria. Nós, cristãos, não somos órfãos, temos uma mãe, e isto é grandioso! Não somos órfãos! A Igreja é mãe, Maria é mãe”, ressaltou.

O Santo Padre afirmou que a Igreja é mãe porque nos gerou no Batismo e disse também que esta maternidade manifesta-se de modo peculiar no serviço de evangelização, pois a Igreja se empenha como “uma mãe em oferecer aos seus filhos o alimento espiritual que alimenta e faz frutificar a vida cristã”. “É justamente a mãe Igreja que, com a Palavra de Deus, nos muda de dentro. A Palavra de Deus que nos dá a mãe Igreja transforma-nos, torna a nossa humanidade não palpitante segundo a mundanidade da carne, mas segundo o Espírito.”

O Papa assinalou que “na sua solicitude materna, a Igreja se esforça em mostrar aos crentes o caminho a percorrer para viver uma existência fecunda de alegria e de paz”, e disse que este caminho de salvação mostrado pela Igreja “nos dá a capacidade de nos defendermos do mal”.

“A Igreja tem a coragem de uma mãe que sabe ter que defender os próprios filhos dos perigos que derivam da presença de satanás no mundo, para levá-los ao encontro com Jesus. Uma mãe sempre defende os filhos. Esta defesa consiste também em exortar à vigilância”, frisou ainda o Papa.

“Queridos amigos, esta é a Igreja, esta é a Igreja que todos amamos, esta é a Igreja que eu amo: uma mãe que tem no coração o bem dos próprios filhos e que é capaz de dar a vida por eles. Não devemos nos esquecer, porém, que a Igreja não é só os padres, ou nós bispos, não, somos todos! A Igreja somos todos! De acordo? E também nós somos filhos, mas também mães de outros cristãos. Todos os batizados, homens e mulheres, juntos somos a Igreja. Quantas vezes nas nossas vidas não damos testemunho desta maternidade da Igreja, desta coragem materna da Igreja! Quantas vezes somos covardes!”

O Pontífice concluiu pedindo a Maria que ela “como mãe do nosso irmão primogênito, Jesus, nos ensine a ter o seu mesmo espírito materno nos confrontos dos nossos irmãos, com a capacidade sincera de acolher, de perdoar, de dar força e de infundir confiança e esperança. É isto o que faz uma mãe”.