...

...
...

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Meu Filho



Ele é o nó no meu cabelo,
o esmalte descascado na minha unha,
as olheiras no meu rosto.
Ele é o brinquedo na gaveta de roupas,
o amassado nas páginas do meu livro,
o rasgado no meu caderno de anotações.
Ele é o melado no controle remoto,
o canal de televisão,
o filme no DVD.
Ele é o farelo no sofá,
as tesouras no alto.
Ele é o backup no computador,
o mouse escondido,
as cadeiras longe da janela.
Ele é a marca de mão nos móveis,
o embaçado nos vidros,
o desfiado nos tecidos.
Ele é o ventilador desligado,
a porta do banheiro fechada,
a gaveta da cômoda aberta.
Ele é o coque na minha cabeça,
o amarrotado nas roupas,
as frutas fora da fruteira,
os panos de prato amarrando os armários.
Ele é o meu shampoo cheio de água,
a espuma no chão do banheiro,
o brinquedo dentro da privada.
Ele é o interruptor nas tomadas.
Ele é o peixe no aquário,
a árvore de natal,
os "pisca-pisca" de todas as casas.
Ele é o círculo, o susto...
A primeira visão da lua no começo da noite...
O valor do trabalho, a vontade de aprender,
a minha força,
a minha fraqueza,
a minha riqueza.
Ele é o aperto no meu peito diante de uma escada,
a ausência de sono diante de uma febre.
Ele é o meu impulso, o meu reflexo, a minha velocidade.
O cheirinho no meu travesseiro, 
o barulho,
a metade, 
o azul.
Ele é o vazio triste no silêncio de dormir,
o meu sono leve durante a noite.
Ele é o meu ouvido aguçado enquanto durmo,
a minha pressa de levantar da cama,
a minha espera de bom dia.
Ele é o arrepio quando me chama,
a paz quando me abraça,
a emoção quando me olha.
Ele é meu cuidado, a minha fé,
o meu interesse pela vida,
a minha admiração pelas crianças,
o meu respeito pelas pessoas,
o meu amor por Deus.
É o meu ontem,
o meu hoje,
o meu amanhã.
Ele é a vontade,
a inspiração,
a poesia.
A lição, o dever.
Ele é a presença, a surpresa
a esperança.
A minha dedicação.
A minha oração.
A minha gratidão.
O meu amor mais puro e bonito.
A minha vida!

                                                           (Autor desconhecido)




Oração da Noite





Meu Pai, agora que as vozes silenciaram e os clamores se apagaram, aqui ao pé da cama, minha alma se eleva a Ti para dizer: Creio em Ti, espero em Ti, e amo-Te com todas as minhas forças, glória a Ti, Senhor!

Deposito nas tuas mãos a fadiga e a luta, as alegrias e desencantos deste dia que ficou para trás. Se os nervos me traíram, se os impulsos egoístas me dominaram, se dei lugar ao rancor ou à tristeza, perdão, Senhor! Tem piedade de mim!

Se fui infiel, se pronunciei palavras em vão, se me deixei levar pela impaciência, se fui um espinho para alguém, perdão Senhor! 

Nesta noite não quero entregar-me ao sono sem sentir na minha alma a segurança da tua misericórdia, a tua doce misericórdia inteiramente gratuita.

Senhor! Eu Te agradeço, meu Pai, porque foste a sombra fresca que me cobriu durante todo este dia. Eu Te agradeço porque, invisível, carinhoso e envolvente, cuidaste de mim como uma mãe, em todas essas horas. 

Senhor, ao redor de mim tudo já é silêncio e calma; envia o anjo da paz a esta casa. Relaxa meus nervos, sossega o meu espírito, solta as minhas tensões, inunda meu ser de silêncio e de serenidade. 

Vela por mim, Pai querido, enquanto eu me entrego confiante ao sono, como uma criança que dorme feliz em teus braços. 

Em teu Nome, Senhor, descansarei tranquilo.

Amém!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Poema da Gratidão


"Quando eu deixei de olhar tão ansiosamente para o que me faltava e passei a olhar com gentileza para o que eu tinha, descobri que, de verdade, há muito mais a agradecer do que a pedir."
Obrigada, Senhor!
Senhor Jesus, muito obrigado…


Pelo ar que nos dás, pelo pão que nos deste, pela roupa que nos veste, pela alegria que possuímos, por tudo de que nos nutrimos… Muito obrigado pela beleza da paisagem, pelas aves que voam no céu de anil, pelas Tuas dádivas mil.
Muito obrigado, Senhor, pelos olhos que temos…

Olhos que veem o céu, que veem a terra e o mar, que contemplam toda beleza… Olhos que se iluminam de amor ante o majestoso festival de cor da generosa natureza! E os que perderam a visão? Deixa-me rogar por eles ao Teu nobre coração! Eu sei que depois desta vida, além da morte, voltarão a ver com alegria incontida…

Muito obrigado pelos ouvidos meus, pelos ouvidos que me foram dados por Deus. Obrigado, Senhor, porque posso escutar o Teu nome sublime e, assim, posso amar… Obrigado pelos ouvidos que registram a sinfonia da vida no trabalho, na dor, na lida… O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro, as lágrimas doloridas do mundo inteiro e a voz longínqua do cancioneiro… E os que perderam a faculdade de escutar? Deixa-me por eles rogar. Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar…

Obrigado, Senhor, pela minha voz, mas também pela voz que ama, pela voz que canta, pela voz que ajuda, pela voz que socorre, pela voz que ensina, pela voz que ilumina e pela voz que fala de amor, obrigado, Senhor! Recordo-me, sofrendo, daqueles que perderam o dom de falar e o Teu nome não podem pronunciar. Os que vivem atormentados na afasia e não podem cantar nem de noite, nem de dia. Eu suplico por eles sabendo, porém, que mais tarde, no Teu reino voltarão a falar…

Obrigado, Senhor, por estas mãos que são minhas alavancas da ação, do progresso, da redenção… Agradeço pelas mãos que acenam adeuses, pelas mãos que fazem ternura, e que socorrem na amargura. Pelas mãos que acarinham, pelas mãos que elaboram as leis pelas mãos que cicatrizam feridas retificando as carnes sofridas balsamizando as dores de muitas vidas! Pelas mãos que trabalham o solo, que amparam o sofrimento e estancam lágrimas, pelas mãos que ajudam os que sofrem, os que padecem… Pelas mãos que trabalham nestes traços, como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!

E pelos pés que me levam a marchar, ereto, firme a caminhar. Pés de renúncia que seguem humildes e nobres sem reclamar… E os que estão amputados, os aleijados, os feridos, os deformados, eu rogo por eles e posso afirmar que no Teu Reino, após a lida dolorosa da vida, hão de poder bailar e em transportes sublimes outros braços afagar… Sei que a Ti tudo é possível Mesmo que ao mundo parece impossível…

Obrigado, Senhor, pelo meu lar, o recanto de paz ou escola de amor, a mansão da glória…Obrigado, Senhor, pelo amor que eu tenho e pelo lar que é meu… Mas, se eu sequer nem um lar tiver ou teto amigo para me aconchegar nem outro abrigo para me confortar… Se eu não possuir nada, senão as estradas e as estrelas do céu, como leito de repouso e o suave lençol, e ao meu lado ninguém existir, vivendo e chorando sozinho ao léu sem alguém para me consolar… Direi, cantarei, ainda:
“Obrigado, Senhor porque Te amo e sei que me amas, porque me deste a vida jovial, alegre, por Teu amor favorecida… Obrigado, Senhor, porque nasci… Obrigado porque creio em Ti e porque me socorres com amor, hoje e sempre, obrigado, Senhor…”






segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O que é a Preguiça Espiritual?




A preguiça é considerada uma doença espiritual. Como toda doença, para que possa ser curada, é necessário saber o que a motivou, ou seja, a sua causa. O Catecismo da Igreja Católica ensina que ela é também uma tentação e provém de uma outra doença, a presunção; segundo ele, os “Padres espirituais entendem esta palavra [preguiça ou acídia] como uma forma de depressão devida ao relaxamento da ascese, à diminuição da vigilância, à negligência do coração”. Em outras palavras, “quanto mais alto se sobe, tanto maior é a queda. O desânimo doloroso é o inverso da presunção. Quem é humilde não se surpreende com sua miséria. Passa a ter mais confiança e a perseverar na constância”. (CIC 2733)
O Catecismo está ensinando que o cristão pode viver dois extremos negativos em sua vida de oração: a presunção, cuja filha é a preguiça, e o desânimo. O primeiro faz com que a pessoa julgue ter alcançado o grau máximo de comunhão com Deus, ou seja, presunçosamente já se considere santa. O segundo está relacionado à aridez espiritual e ocorre quando ‘… o coração está desanimado, sem gosto com relação aos pensamentos, às lembranças, aos sentimentos, mesmo espirituais’ (CIC 2731) e a pessoa acaba prostrada, sem forças, desanimada.
A presunção é a mãe da preguiça espiritual. Jesus sempre insistiu na necessidade de o cristão estar acordado, vigilante, esperando pela volta do seu Senhor. A presunção relaxa ou mesmo acaba com a vigilância. Quem nela se acomoda corre o sério risco de se perder.
A fé exige um esforço porque existe uma tendência no homem de sair da realidade e entrar nas falsas promessas de felicidade contidas em cada tentação, em cada pecado. Por isso, é uma luta a vida do homem sobre a terra (Cf. Jó 7,1).
A preguiça espiritual deve ser combatida com a ascese, a vigilância e o cuidado do coração que se exerce sobretudo na oração, no ouvir a Deus, deixá-Lo falar, mesmo quando o ouvir não seja agradável.
Padre Paulo Ricardo

Trecho extraído do livro: “A Resposta Católica, um pequeno manual para grandes questões”- Ed.Cléofas e Ed. Ecclesiae-p.174-175

domingo, 24 de agosto de 2014

Os milagres de Jesus realmente aconteceram?




Padre Paulo Ricardo

Atualmente, alguns teólogos têm repercutido a ideia de que os milagres de Jesus não aconteceram realmente. Para esses modernos, os milagres descritos nos Novo Testamento teriam sido apenas realidade simbólicas. Para entender de onde surgiu tal pensamento e de como ele adentrou à Igreja Católica é necessário fazer uma retrospectiva.
Um teólogo protestante chamado Rudolf Bultmann, nascido na primeira metade do século XX, bastante influente no período pós-segunda guerra mundial e fortemente influenciado pela filosofia existencialista de Martin Heidegger deu a largada. O pressuposto da filosofia existencialista é o empirismo, ou seja, só é real o que pode ser comprovado por meio de uma experiência sensível. Fora disso, trata-se de metafísica ou de mito.
Nesse viés, ao ler os Evangelhos, Bultmann deduziu que eles estavam permeados pela mentalidade da época, ou seja, mentalidade mitológica que cria em milagres, em seres invisíveis. Deste modo, os primeiros cristãos interpretaram o Jesus histórico a partir da sua visão de mundo (que acreditava em demônios, milagres, contos de fada). Bultmann afirmou, nesse sentido que “é impossível usar a luz elétrica e o rádio ou, quando doente, recorrer ao auxílio da medicina ou das descobertas científicas e, ao mesmo tempo, acreditar no mundo de espíritos e milagres apresentados pelo Novo Testamento”.”
Por isso, assim como os primeiros cristãos interpretaram Jesus histórico a partir de sua hermenêutica, Bultmann diz que essa mesma atitude deve ser tomada hoje, ou seja, para Bultmann, Jesus deve ser interpretado à luz da visão existencialista.
Após a morte de Bultmann, a visão existencialista de Jesus por ele proposta, deu lugar à hermêutica marxista, principalmente nos países da América Latina e pontualmente em alguns países da Europa. Também na linha marxista os milagres de Jesus não podem ser tomados como verdadeiros, pois esperando por eles, o povo de Deus deixaria de lutar, ou seja, se fixaria apenas no transcendente.
Jesus não é uma ficção, uma realidade que cada um interpreta da forma que bem quiser. Não. Jesus é Deus que se fez homem e este é o centro do Evangelho. Deus Todo-Poderoso se fez homem de maneira extraordinária. Veio no ventre de uma Virgem, sem interferência humana. O milagre dos milagres. Não acreditar em milagre faz de qualquer um não-cristão. Não é uma pequena heresia, mas sim a apostasia. Bultman não pode ser considerado cristão, pois ele não crê verdadeiramente no milagre da Encarnação de Jesus, portanto, é um apóstata da fé.
Deus veio em Jesus Cristo de maneira extraordinária e misteriosa. Assim não é possível dizer que Ele não intervém na história. O padre espanhol Torres Queiruga costuma dizer que Deus quando criou o mundo, criou também as suas leis e, portanto, seria uma incoerência Ele as ter criado para depois quebrá-las. Deste modo, não haveria milagres, pois Deus não pode quebrar as leis que criou. Mas, se Deus não pode fazer algo que está fora das suas leis, não pode também ter-se encarnado e nem mesmo ressuscitado, e assim, “vã é a nossa fé” (I Cor 15,2).
Não é de se estranhar, portanto, que em seu livro “Repensar a ressurreição”, o Padre Torres Queiruga afirme que não perderia a fé caso encontrasse o cadáver de Jesus. Para ele, a ressurreição é uma quimera, uma fantasia, um símbolo, mas não uma realidade ocorrida neste mundo. O túmulo vazio de fato aconteceu, e os discípulos creram. Deus não está sujeito às leis que criou. Ele está acima e fora de qualquer lei da natureza. Deus é onipotente e soberano.
Sobre os milagres de Jesus no Novo Testamento, deve-se considerar que fundamentalmente eles contém algo de histórico e pode ser que, para transmitir o fato junto com o significado, os evangelistas tenham feito adaptações na narrativa deles, para que não fossem somente a descrição crua de um acontecimento, mas um sinal que levasse as pessoas à fé. Então, é possível que, ao narrarem os milagres do Novo Testamento, os evangelistas tenham feito pequenas adaptações para tornar claro aos leitores que aquelas intervenções divinas que, realmente aconteceram historicamente possuíam significados que iam além dos pequenos gestos, por extraordinários que fossem.
Os milagres de Jesus realmente ocorreram e são sinais que apontam para verdade de Deus, a qual transcende àqueles momentos históricos e atinge todas as gerações de todos os séculos, seja qual for a mentalidade da época. Trata-se de uma mensagem sempre válida que deve ser acolhida com fé.

https://padrepauloricardo.org/episodios/os-milagres-de-jesus-realmente-aconteceram?


As Lições de Madre Teresa de Calcutá



Qual  é  ...


O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior ainda? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? O amor.



Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.
Madre Teresa de Calcuta



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A Missão do Catequista


"Teu projeto eu já tracei: Vá ao povo  que eu te ensinarei o jeito certo
de me anunciar. Basta que me peças que eu te ajudo a não errar."
Jesus Cristo

http://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/a-missao-do-catequista/


Quando se fala em catequese, muitos pensam naquela que prepara as crianças para a Primeira Eucaristia ou a Crisma. Engana-se quem acha que catequese é o mesmo que “dar catecismo”, pois ela faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina, como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica.

Segundo o documento de Puebla e a afirmação dos Bispos do Brasil, a catequese é um processo de educação da fé em comunidade, é dinâmica, é sistemática e permanente.

A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: ‘Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou’ (Jo 7,16)” (NCIC, 426-427).

Em sua origem, o termo “CATEQUESE” diz respeito à proclamação da Palavra. O termo se liga a um verbo que significa “Fazer”, “Ecoar” (gr. Kat-ekhéo). Assim, a ela tem por objetivo último fazer escutar e repercutir a Palavra de Deus. A catequese faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica.

A missão do catequista mais do que passar as regras, a doutrina, é promover entre a Pessoa de Jesus e o catequizando um encontro pessoal. A verdadeira catequese promove um encontro com Jesus.


“Se um catequista se deixa dominar pelo medo, é um covarde; se um catequista está tranquilo, ele acaba sendo uma estátua de museu; se um catequista é rígido, se torna encarquilhado e estéril. Pergunto a vocês: alguém quer ser um covarde, estátua de museu ou estéril?”
Papa Francisco
Oração do Catequista:



Concedei-me, Senhor, o dom da sabedoria que provém
do vosso Santo Espírito. 
Dai-me o entendimento de vossa verdade para que eu possa vivê-la e comunicá-la a tantas pessoas que desejam conhecê-la. 
Iluminai-me com a luz da verdadeira fé para que eu possa
 transmiti-la aos corações sedentos de autenticidade.
Jesus, Mestre Divino, que formastes os apóstolos 
segundo os princípios do vosso Evangelho, 
conduzi-me sempre pelos caminhos de vossa verdadeira ciência.
Ajudai-me, Senhor, a assumir o compromisso de minha missão
de catequista e fazei que eu me torne capaz de orientar muitos outros
no caminho da verdadeira felicidade.
Que eu me deixe envolver profundamente pelo amor do Pai 
e possa comunicar esse amor aos meus irmãos e irmãs. 
Amém.